sábado, 22 de outubro de 2011

SEMANA DO TUBARÃO (bioshark) de 25 a 30 de Outubro

BIOSHARK
www.bioshark.com.br
Bio Shark - Educação Ambiental sobre Tubarões e Raias. Participe da Semana do Tubarão no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Exposição, fotos, vídeos, palestras, oficinas de pintura, desenho, reciclagem, jogos ecológicos, teatro de fantoches e muito mais! Fortaleza - Ceará



O EVENTO

Nossa proposta é despertar no público, sobretudo crianças e jovens, o gosto e o interesse pelo fascinante mundo dos tubarões e raias, popularizando o conhecimento científico que se dispõe sobre estes animais, a fim de tornar claro às pessoas a necessidade de se preservá-los, diante da tamanha exploração que esses animais vêm sofrendo.
 

 

Sociedade Brasileira para o Estudo de Elasmobrânquios (SBEEL) concentra grande parte dos maiores especialistas em Elasmobrânquios (tubarões e raias). Muitos destes são vinculados a Instituições de pesquisa que trabalham para conservar estes tão maravilhosos animais. No entanto, em muitas oportunidades os resultados obtidos ficam restritos à comunidade cientifica, não atingindo a sociedade como um todo.
Tendo em vista a carência de atividades voltadas para a sociedade brasileira que divulguem o conhecimento acerca dos elasmobrânquios, o ELACE (Grupo de Estudos de Elasmobrânquios do Ceará), vem propor a organização e realização da Semana do tubarão (“BIO SHARK”) no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.


Essa proposta pretende esclarecer duvidas sobre os tubarões e raias, abordando aspectos como: ecologia, nomes populares e científicos, variedades de formas e a importância para as cadeias alimentares. Serão expostas também as principais causas e conseqüências da pesca excessiva dos elasmobrânquios no Brasil e no mundo, ocasionando a depleção de estoques populacionais e extinção de algumas espécies.

  







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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

CETRE - Novidade na programação: Curso Diurno de Soldagem em São Paulo


Caso não consiga visualizar clique aqui.

QUANDO PERGUNTAREM QUEM LHE INDICOU?

AI É SÓ DIZER QUE FOI O BLOG DO CARLINHOSMG

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Compra de módulo pode somar R$ 7 bi

Empresas de engenharia e montagem estão se movimentando para instalar no país novas unidades industriais de produção de módulos de plataformas de petróleo e gás. EBE, Iesa Óleo & Gás, Setal e UTC estão entre as empresas que anunciaram ou analisam investir em áreas para produção de módulos, unidades que processam petróleo, gás e geram energia, entre outras funções. O movimento do setor privado é impulsionado pela Petrobras, que passou a comprar esses equipamentos em escala.

uma licitação aberta pela estatal prevê a encomenda de 80 módulos, com altos índices de conteúdo nacional, que serão integrados em oito cascos idênticos de plataformas que estão em fase inicial de construção em Rio Grande (RS). O prazo para entrega das propostas é previsto para 1º de dezembro e o mercado estima o custo total dos equipamentos e serviços contratados nessa licitação entre cerca de US$ 5 bilhões e US$ 7 bilhões.



O número varia dependendo do valor unitário médio considerado para o módulo (entre US$ 20 milhões e US$ 30 milhões). E também o montante necessário para fazer a integração dos diferentes módulos no casco da plataforma (US$ 400 milhões a US$ 600 milhões por unidade). Cerca de 40 empresas foram convidadas a participar do certame.

Executivos do setor dizem que as encomendas da Petrobras nesse setor estão mudando a maneira de produzir módulos de plataformas no Brasil.

Antes, afirmam, as encomendas eram pontuais, para uma ou duas plataformas. Mas a partir da construção das oito unidades gêmeas, chamadas pela estatal de replicantes e que serão usadas no pré-sal da Bacia de Santos, abriu-se a perspectiva de os módulos passarem a ser produzidos em série, com ganhos de escala e de custos e com redução de riscos, dizem as fontes.

Segundo a Petrobras, a construção dos cascos já começou com obras de soldagem de chapas da primeira unidade, chamada de P-66. Os navios-plataforma replicantes serão numerados de P-66 à P-73. Seis deles vão operar no bloco BM-S-11 (Tupi) e dois no BM-S-9 (Guará).

A licitação para contratar os serviços e equipamentos das plataformas replicantes foi dividida em cinco pacotes, dos quais quatro incluem serviços de engenharia, compra e montagem (EPC, na sigla em inglês) de módulos de compressão, de processamento de óleo, de gás combustível e desidratação e de geração de energia. O quinto pacote envolve a integração de todos essas unidades na parte superior da plataforma.

Fontes do setor disseram que a Petrobras forneceu a engenharia do projeto e também deve entrar com o fornecimento de alguns equipamentos. Entre os requisitos exigidos para qualificar-se na licitação estão a comprovação do direito do uso da área onde serão construídos os módulos e apresentação de licenças ambientais. A reportagem procurou a Petrobras para comentar a concorrência, mas a estatal informou, via assessoria, que não fala sobre processos licitatórios em andamento.

O Valor
apurou que a UTC está em entendimentos para adquirir 200 mil metros quadrados no município de Charqueadas, na grande Porto Alegre, com o objetivo de produzir módulos para plataformas de petróleo. Procurada, a empresa não se pronunciou sobre o assunto. A UTC, com unidade industrial em Niterói (RJ), começou a fazer módulos na década de 1980 e desde o início dos anos 2000 instalou-se em Niterói, onde fez mais de 30 módulos. Atualmente está produzindo 14 módulos para as plataformas P-58 e P-62 da estatal.

A Empresa Brasileira de Engenharia (EBE), do grupo MPE, está produzindo outros 10 módulos para as plataformas P-58 e P-62, os quais devem ser entregues com índice de conteúdo nacional acima de 90%. A EBE quer valer-se dessa experiência para crescer na atividade, disse Paulo Massa Filho, diretor da companhia. O executivo disse que a empresa quer consolidar sua posição como produtora de módulos e tem planos de tornar-se também uma integradora, a empresa que une os diferentes sistemas na plataforma. "Conversamos com parceiros estrangeiros e procuramos área para instalar uma unidade de produção de módulos", disse Massa.

A Iesa Óleo e Gás já obteve licença para instalar em Charqueadas (RS) um centro de construção de módulos para unidades de processo. A fábrica será construída em terreno de 350 mil metros quadrados com saída fluvial via rio Jacuí. O plano da Iesa prevê investimentos de R$ 100 milhões, dos quais R$ 20 milhões a serem aplicados em uma primeira etapa. A Setal Óleo e Gás tem projeto para instalar um estaleiro em São José do Norte (RS), onde tem área de 150 hectares, para construir módulos e fazer integração de plataformas. O projeto é de R$ 1,1 bilhão, dos quais 85% financiados pelo Fundo da Marinha Mercante.

Fonte: Indústria naval e Offshore

 

Pesquisa da UnB ajuda a identificar áreas com potencial petrolífero na camada pré-sal

 

A mais de mil quilômetros do litoral, a Universidade de Brasília (UnB) desenvolve pesquisa cujos resultados orientam a exploração de petróleo em alto-mar. Em parceria com a Petrobras, o Laboratório de Micropaleontologia do Instituto de Geociências estuda a idade das rochas perfuradas pela empresa na camada pré-sal das bacias de Campos (Rio de Janeiro), Santos (São Paulo), Alagoas e Sergipe.


A idade dos sedimentos encontrados no fundo do oceano, entre 5 mil e 7 mil metros de profundidade, pode indicar a propensão da existência de reservatórios de petróleo. Saber a idade da pedra é estratégico porque direciona o trabalho de prospecção e economiza o gasto com perfuração em alto-mar. O hidrocarbureto tem sido encontrado sob rochas formadas há cerca de 125 milhões de anos, no período cretáceo inferior da era mesozoica da Terra.

A medição da idade das rochas é feita pelo Laboratório de Micropaleontologia por meio de fósseis calcários de ostracodes, crustáceos primitivos de menos de 1 milímetro ainda existentes na natureza (tanto em água doce quanto em água salgada). Os fósseis dos ostracodes ficam nos sedimentos analisados pela UnB, cujas amostras são enviadas pela Petrobras.

“Quanto mais precisa a identificação e diferenciação dos ostracodes, melhor será o grau de detalhamento e fatiamento das rochas”, explica o gerente de Bioestratigrafia e Paleoecologia do Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes) da Petrobras, Oscar Strohschoen Junior.

Segundo ele, os ostracodes “são praticamente os únicos microfósseis” que permitem a datação relativa das rochas. De acordo com o coordenador do Laboratório de Micropaleontologia da UnB, Dermeval do Carmo, “os ostracodes parecem camarõezinhos minúsculos”, revestidos por uma microconcha de cada lado (valva).

Em três anos de pesquisa, a UnB já analisou sedimentos de 12 perfurações. Quinze pesquisadores trabalham atualmente no laboratório, desde estudantes de graduação até alunos de pós-doutorado, além de três professores do quadro da universidade. Desde 2008, a Petrobras destinou à UnB cerca de R$ 2 milhões para a a contratação de pesquisadores, a compra de equipamentos de análise (como microscópios eletrônicos e computadores) e a assinatura de periódicos científicos internacionais especializados em paleontologia. Conforme previsto em lei, o patrocínio da Petrobras é regulado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A aproximação entre empresas e universidades é meta do governo em programas como o Ciência sem Fronteira. A avaliação no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação é que a posição do Brasil no ranking global de inovação empresarial (47º lugar, segundo o The Global Innovationindex 2011) está muito aquém da produção científica (13º lugar, segundo o Institute for Scientific Information).

O coordenador do Laboratório de Micropaleontologia da UnB defende a parceria entre academia e empresa. “A universidade não trabalha para a indústria, trabalha com a indústria. Não é simplesmente uma relação de mercado, é uma ação promovida pelo governo em prol de ambas as partes. Promove condições de pesquisa nas instituições e promove inovação na indústria”.

Para Oscar Strohschoen, a parceria com as universidades “tem sido extremamente efetiva. Além dos excelentes resultados diretos produzidos pelos projetos, permite o desenvolvimento ou a formação de equipes atuantes em áreas com extrema carência de especialistas no Brasil”.

Segundo Dermeval do Carmo, que pesquisa ostracodes desde a década de 1990, a aproximação “deixa a indústria feliz porque tem respostas especiais para os problemas específicos, e deixa a universidade feliz porque ela tem recursos para desenvolver sua infraestrutura, para trazer professores com bons currículos”.

Fonte: Agência Brasil

 

Produção de módulos para plataformas passará a ser em série no Brasil

Produção de módulos para plataformas passará a ser em série no Brasil

 

 

A produção de módulos para plataformas de petróleo e gás está mudando de patamar no Brasil. Um executivo da indústria de engenharia e montagem previu que nos próximos anos pode haver demanda para cerca de 300 módulos de plataformas, incluindo nessa conta a perspectiva de construção de 28 sondas de perfuração no país. Os módulos são plantas que processam petróleo, gás e geram energia, entre outras funções.

Executivos do setor dizem que as encomendas da Petrobras nesse setor estão alterando a maneira de produzir módulos de plataformas no Brasil. Antes, afirmam, as encomendas eram pontuais, para uma ou duas plataformas. Mas a partir da construção de oito unidades gêmeas, chamadas pela estatal de plataformas “replicantes” e que serão usadas no pré-sal da Bacia de Santos, abriu-se a perspectiva de os módulos passarem a ser produzidos em série.

Os módulos podem pesar de 500 a 1,5 mil toneladas e, depois de prontos, são integrados nos cascos das plataformas como se fossem o brinquedo lego. O custo dos módulos também varia. No momento há uma grande licitação da Petrobras em curso para contratar a construção e montagem de 80 módulos para as oito plataformas replicantes em construção em Rio Grande (RS).

Uma fonte da área empresarial disse que se uma empresa ganhar, por exemplo, o direito de fornecer à Petrobras 24 módulos, vai precisar ter área industrial suficiente para produzir 12 módulos de forma simultânea. Mas não é só o espaço físico que conta. “É uma unidade industrial que precisa de equipamentos, de gente treinada e qualificada”, afirmou. Outra fonte disse que os primeiros módulos das plataformas replicantes devem começar a ser entregues em 2013.

 

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Casco da P-58 chega ao Porto Novo


Casco da P-58 chega ao Porto Novo
A plataforma P-58, momentos antes de atracar na ponta sul do cais do Porto Novo
Concluindo uma operação que durou em torno de 11 horas, o navio Welsh Venture, que será transformado em casco da plataforma P-58, atracou na ponta sul do cais do Porto Novo, às 16h do dia, 11. A embarcação de 330 metros de comprimento estava fundeada desde o dia 20 de setembro a 12 milhas da entrada do porto rio-grandino, enquanto era feito o planejamento para seu ingresso no porto e esperadas as condições meteorológicas apropriadas. A operação teve início às 4h55min desta terça-feira, 11, quando ela deixou a área de fundeio e seguiu até seis milhas antes da boia 1, localizada a três milhas dos Molhes da Barra. A partir deste ponto, passou a ser puxada por quatro rebocadores. E às 7h13min entrou na área dos molhes.
A maior parte do trajeto de 21,5 milhas (desde o local de fundeio até o Porto Novo), foi efetuada em aproximadamente quatro horas e meia. Por volta das 8h20min o navio já tinha vencido um dos trechos mais críticos - a passagem sob a antiga linha aérea de transmissão de energia elétrica para São José do Norte, ainda não removida. Às 9h25min, o casco já estava em frente ao terminal da Braskem, onde, com a utilização de seis rebocadores, foi feito o semigiro do navio para ele seguir até o Porto Novo e atracar de popa. A etapa mais demorada da operação também ocorreu neste ponto: o ajuste do calado para a passagem na curva próxima ao Porto Novo, outro ponto sensível devido a assoreamento. O Welsh venture estava com calado de 8 metros e foi preciso reduzir a água de lastro para diminuir o calado para seis metros e meio. Para tanto, o navio ficou no local até perto das 15h, quando seguiu para o local de atracação.
O capitão dos Portos do Rio Grande do Sul, Sérgio Luiz Correia de Vasconcelos, disse que valeu a pena esperar pela realização do planejamento detalhado e condições climáticas adequadas, pois tudo ocorreu dentro do previsto e a operação foi exitosa. O Welsh Venture, que já está batizado de Petrobras 58, veio de Cingapura, onde recebeu obras de adequação da estrutura de casco para, em Rio Grande, ser convertido em casco da plataforma P-58 pela Queiroz Galvão. Essa empresa também vai construir os módulos de geração e elétrico dessa unidade e fazer a integração de todos os módulos no casco, inclusive dos que serão feitos no Rio de Janeiro. A nova plataforma a ser construída em solo rio-grandino se constituirá em um investimento de 1,34 bilhão de dólares.
As obras de conversão do casco não serão iniciadas em seguida, uma vez que o navio será submetido pela Receita Federal a um processo para admissão no entreposto aduaneiro, por ser um bem estrangeiro, que deverá se estender por um período de 20 a 30 dias. Além disso, o canteiro de obras da Queiroz Galvão, ao lado da área da Quip, ainda está sendo preparado. A P-58 será a quarta plataforma a ser feita em Rio Grande e vai gerar em média 1,3 mil empregos. A Quip, empresa da qual a Queiroz Galvão é uma das acionistas, já construiu a P-53 em seu canteiro de obras localizado na ponta sul do Porto Novo, entre 2006 e 2008. E, atualmente, está construindo a P-63, em seu canteiro, e a P-55, no Estaleiro Rio Grande 1 (ERG1), onde está localizado o primeiro dique seco de grande porte do País.
O Polo Naval também está com outros empreendimentos. No ERG1, a Engevix/Ecovix já deu início à série de oito cascos de FPSO para o Pré-sal. E, conforme informações da Prefeitura do Rio Grande, a Ecovix ainda irá construir três navios-sonda para a Petrobras no ERG2, estaleiro que irá erguer ao lado do ERG1.
O término das obras da P-58 em Rio Grande e a saída dessa plataforma do Município estão previstos para junho de 2013. Ela será instalada no norte do Parque das Baleias, no estado do Espírito Santo. Do tipo FPSO (sigla em inglês para plataforma flutuante que produz, processa, armazena e escoa petróleo), essa plataforma terá capacidade de produção de 180 mil barris de óleo/dia, de compressão de 6 milhões de metros cúbicos de gás/dia, de injeção de água de 350 mil barris/dia e de acomodações para 110 pessoas. 
Fonte: Carmem Ziebell - jornalagora.com.br
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terça-feira, 11 de outubro de 2011

VAI UM TECO AE MALUCO???

VAI UM TECO AE MALUCO??? 


TRAFICANTE - Fala aê merrrmão...
FILHO - Me arruma um pó de cinqüenta...
TRAFICANTE - Segura aê...
FILHO - Valeu...
TRAFICANTE - O pó tá acabando... mas amanhã a gente vai invadir o morro ali do lado... Vamú tomá as boca e ficá cus bagulho...
FILHO - Já é... Demorô... invade mermo... domina geral... Se entrar na frente mete bala de 'AK'...
TRAFICANTE - Valeu, 'preibóy'... É nois...

No outro dia...

MÃE
- Bom dia meu filho... que cara é essa...??
FILHO - Nada...
MÃE
- Você está bem?
FILHO - Tô bem, pô!! Que saco.... me deixa em paz...merda.

A essa altura, o filho ainda drogado se tranca no quarto. A mãe preocupada bate na porta...

MÃE
- Meu filho... estou indo pro trabalho... deixei seu café pronto, um beijo, fique com Deus.
FILHO - Não enche... vai logo...

A mãe pega o carro e se dirige ao trabalho, quando de repente em uma rua qualquer...


TRAFICANTE - Paraê Tia... perdeu... perdeu...
TRAFICANTE - Sai... Sai... Sai...(em desespero a pobre mulher tenta fugir e arranca com o carro - uma rajada de tiros acontece...)

Em casa o telefone toca...

FILHO - Alô!
POLICIAL - Quem fala?
FILHO - Quer fala com quem?
POLICIAL - Aqui é o Tenente Alberto, eu poderia falar com algum parente da Sra Rita?
FILHO - Po...polícia?? (o filho desliga o telefone sem ouvir o policial)

Minutos depois ele sai de casa pra comprar mais pó.


Logo a frente tem uma visão terrível...

FILHO - Mãeeeeeeeeeeee !!! Não!!! Não!!!
FILHO - Como isso pode acontecer???
POLICIAL - Sinto muito, traficantes tentaram roubar o carro de sua mãe pra invadir um morro... eles a mataram...
FILHO - Mãee! Nãão....

ANTES DE 'CURTIR' UMA ONDA NOVA,
ANTES DE DAR UM TEQUINHO INOCENTE,
ANTES DE FUMAR UM BAGULHINHO NATURAL,
ANTES DE DAR DINHEIRO AO TRÁFICO
PARA QUE ELES COMPREM UM ARSENAL E
MATEM ALGUÉM QUE VOCÊ REALMENTE GOSTA,
PARE E FAÇA ALGO QUE VOCÊ NÃO FAZ HÁ MUITO TEMPO... PENSE!!!

ISSO TUDO QUE ESTÁ ACONTECENDO É CULPA DE QUEM USA DROGAS


E ENCHE O BOLSO DESSES TRAFICANTES DE DINHEIRO.

VAMOS PASSAR PRA FRENTE ESSE PROTESTO!!!


Quem compra drogas patrocina a violência!


A divulgação é de acordo com a consciência de cada um...
Eu fiz a minha parte...

 

 

 

 

 

Casco da P-58 deve entrar no porto nesta terça-feira


Casco da P-58 deve entrar no porto nesta terça-feira
Operação de entrada do casco foi detalhada pelo capitão dos portos Sérgio Luiz Correia de Vasconcelos.
Está prevista para esta terça-feira a entrada do casco da plataforma P-58 no porto rio-grandino. O navio MT Welsh Venture, que será convertido em casco da Petrobras 58, chegou a área do Rio Grande em 20 de setembro e ficou fundeado a 12 milhas da entrada do porto. Amanhã, se as condições climáticas previstas se concretizarem, a operação de ingresso terá início às 5h30min, como ficou decidido nesta segunda, 10, em reunião entre a Petrobras e demais envolvidos na ação.
Conforme o plano aprovado pela Capitania dos Portos, o navio deixará a área de fundeio navegando com meios próprios até seis milhas antes da boia 1, localizada a aproximadamente três milhas dos molhes da Barra. A partir deste ponto, ele será puxado por quatro rebocadores. A previsão é de que ele cruze a boia nº 1, às 8h, seguindo em direção ao canal de acesso. A operação, contando da boia 1, deve durar seis horas.
Devido às dimensões do navio, à existência da antiga linha aérea de transmissão de energia elétrica para São José do Norte, que atravessa o canal e ainda não foi removida, e de pontos de assoreamento, a entrada exigirá procedimentos especiais. Por causa da linha aérea, por exemplo, a embarcação entra no canal, segue até a frente do Tecon e, neste ponto, desvia do canal e passa pela lateral direita (lado nortense) deste, onde os cabos aéreos estão a cerca de 80 metros da água. O casco da P-58 tem altura de 59 metros, mas entrará com calado de seis metros, o que o deixará com altura de 63 metros. O trecho da lateral pelo qual a embarcação fará o desvio estará delimitado com balões.
Após a passagem sob os cabos aéreos, o navio volta para o canal, pelo qual faz o resto do trajeto. O Welsh Venture ingressará no canal de acesso de proa e assim prosseguirá até a altura da Ponte dos Franceses, onde fará um semigiro para navegar até o Porto Novo e atracar na ponta sul do cais da área da Quip S/A de popa, ou seja, com a proa voltada para o Superporto. No semigiro e a partir deste, ele será conduzido por seis rebocadores. A curva próxima ao Porto Novo é outro ponto sensível da operação, devido a assoreamento, por isso a embarcação estará com calado de seis metros.
Conforme o capitão dos portos, Sérgio Luiz Correia de Vasconcelos, os dois trechos mais críticos do trajeto são o que fica sob a linha aérea e a curva próxima ao Porto Novo, locais em que a passagem do casco da P-58 exigirá mais cuidados. Para esse planejamento foi necessária a realização de batimetria (estudo que indica as condições de assoreamento) e telemetria (para verificação da altura dos cabos aéreos em relação ao nível da água).
O Welsh Venture será convertido em casco da P-58 pela Queiroz Galvão, que também vai construir os módulos de geração e elétrico dessa plataforma e fazer a integração de todos os módulos no casco, inclusive dos que serão construídos no Rio de Janeiro. A empresa fará esse serviço em uma área ao lado do canteiro de obras da Quip, em Rio Grande.
A P-58 será uma plataforma do tipo FPSO (sigla em inglês para plataforma flutuante que produz, processa, armazena e escoa petróleo) e será instalada no norte do Parque das Baleias, no Espírito Santo. Terá capacidade de produção de 180 mil barris de óleo/dia e de compressão de 6 milhões de metros cúbicos de gás/dia. O investimento no projeto dessa plataforma será superior a 1,3 bilhão de dólares. 
Fonte: Carmem Ziebell
jornalagora.com.br

Necessidades de mercado, inovações tecnológicas e tendências para o setor de óleo e gás

O gerente de Tecnologia de Materiais, Equipamentos e Corrosão da Cenpes / Petrobras, Carlos Cunha Dias Henriques, abrirá os debates da mesa-redonda ‘Óleo e gás: materiais para novas aplicações - necessidades de mercado, inovações tecnológicas e tendências’ que ocorrerá no próximo dia 26, dentro da programação do 48º Seminário de Laminação – Processos e Produtos Laminados e Revestidos. Promovido pela Associação Brasileira de Metalurgia Materiais e Mineração – ABM, o evento será realizado no Hotel Mendes Plaza, em Santos (SP), de 24 a 27 de outubro.
O engenheiro da Petrobras adiantou que fará um breve histórico da exploração de petróleo offshore, que enfrenta campos cada vez mais profundos e com maiores teores de contaminantes corrosivos. “Falarei um pouco dos problemas típicos dos projetos, as dificuldades específicas da laminação, com ênfase para materiais com resistência à corrosão sob tensão, controle de dureza e temperatura, e as necessidades de tubos sem costura de grande diâmetro (big bore) para revestimento de poços e de aços de maior resistência para linepipe (processo de TMCP)”.
Participam dos debates da mesa-redonda: Carlos Salaroli de Araújo, pesquisador especialista Pleno do Centro de Tecnologia Usiminas Ipatinga; Celso Antonio Barbosa, gerente de Tecnologia, Pesquisa e Desenvolvimento da Villares Metals; Geraldo Alves Vargas Filho, especialista de Assistência Técnica a Clientes da ArcelorMittal; Frederic Bernard, coordenador de Projeto da Divisão de Tubos Petrolíferos da V&M do Brasil; Luis Cláudio Campos Chad, gerente de Engenharia de produtos da Confab-Tenaris; e Roberto Bamenga Guida, gerente executivo da Aperam. Hélio Rodrigues, gerente Técnico da ABM atuará como coordenador dos debates e Marcos Alexandre Stuart Nogueira, diretor de Tecnologia da CBMM, como moderador.
Entre os destaques da programação do 48º Seminário de Laminação da ABM está a palestra de abertura, dia 24, às 19 horas, a ser proferida pelo ex-ministro da Infraestrutura e reitor da Unimonte (Santos), Osires Silva. O executivo que dirigiu a Embraer, Petrobras e Varig, falará sobre ‘Vida e Negócios no mundo globalizado - Inovação, competição e oportunidades’.
Nas sessões técnicas serão apresentadas aproximadamente 90 contribuições da indústria e da academia abrangendo as áreas de laminação a quente, laminação a frio, estampagem, extrusão, trefilação e forjamento, com foco em eficiência energética, operacional, econômica, ambiental e mercadológica.
Na terça-feira, 25, o momento de reflexão e descontração, será comandado pela jornalista e mestre em Comunicação, Leila Ferreira, que discorrerá sobre ‘A arte de ser leve’. No dia 27 está programada visita técnica à planta de Pindamonhangaba (SP) da Villares Rolls, empresa anfitriã do evento.
A programação do 48º Seminário de Laminação da ABM prevê ainda dois cursos: ‘Tribologia aplicada à laminação’, sob a coordenação do Prof. Daniel Biasoli e ‘Controle e automação de processos de laminação’, a cargo do diretor técnico da PA-Innovations, DI Roman Schneeweis.
Paralelamente ao Seminário será realizada uma exposição para demonstração de produtos, serviços das empresas patrocinadoras, como Açokorte, Amepa, Andritz, Aperam, ArcelorMittal, Armco, Atomat, Brasmetal, Castellini, Castrol, CBMM, CMI, CSN, Daido, Danieli, Ebner, Eisenwerk, Henkel, IMS Messsysteme, IRM Group, Italbronze, James Walker, Limab, Linde Gases, Maina Organi, NSK, Quaker Chemical, Russula, Siemens, SKF, SMS Siemag, Spraying Systems, Termomecânica, Timken, Usiminas, Villares Rolls e Voith.
48º Seminário de Laminação - Processos e Produtos Laminados e Revestidos, de 24 a 27 de outubro de 2011,no Hotel Mendes Plaza – Santos (SP).Promoção: Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração - ABM|Site: http://www.abmbrasil.com.br/seminarios/laminacao/2011].

Formação do curso de Equipamentos 2012



Indicação Carlinhos Mineiro
 


Local: Rua Doutor Napoleão Laureano nº 278 – Centro – Rio Grande

Data: 06/03/2012 até 24/10/2012;

Horário: de segunda à sexta-feira, das 18h30min às 22h;

Valores: Só ligando para a secretaria.

OBS: estamos realizando condições de parcelamento estendido para quem se matricular antes de Dezembro. Para maiores informações, favor entrar em contato conosco.              

Formas de pagamento: boleto bancário ou cheque (não aceitamos cheques de terceiros);

Matrícula: a matrícula poderá ser realizada, inicialmente, via telefone, e-mail ou site, contudo, para finalização da matrícula, o aluno deverá                                                                comparecer a ZEPTO munido da documentação descrita abaixo:

• RG e CPF;
• Cópia de comprovante de residência;
• Uma foto 3x4;
• Cópia AUTENTICADA de histórico de conclusão do ensino médio;


Material didático: será todo fornecido pela Zepto aos alunos que estiverem com a matrícula confirmada;

Pré-requisitos:

                                                    O aluno deve possuir, no ato da matrícula, o Ensino Médio concluído.
                                                              
Aprovação no curso: para aprovação no curso e, consequentemente, habilitação para exercer a função de Inspetor de Equipamentos, o aluno deverá concluir o curso obtendo uma freqüência nas aulas igual ou superior a 90% e uma média de 70% de aproveitamento em cada                                      um dos conteúdos desenvolvidos ao longo do curso;

Dúvidas: para esclarecimento de dúvidas e/ou negociações de matrícula, entrar em contato com a secretaria, através dos contatos listados abaixo:

                                               comercialrg@zepto.com.br - (53) 32014031 ou (53) 99321665

OBS: A ZEPTO reserva-se no direito de cancelar e/ou adiar a turma caso não haja número suficiente de matriculados.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Vagas para Bombeiros (concurso)


Corpo de Bombeiros abre 83 vagas para níveis, técnico e superior
Já estão publicados os editais para o concurso de ingresso no Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). As inscrições começam no dia 8 de outubro e terminam no dia 30 do mesmo mês. O concurso oferece 83 vagas nos Quadros de Oficiais de Saúde, Oficiais Bombeiro Militar e Praças Especialistas.
Para o Quadro de Oficiais de Saúde serão destinadas 10 vagas para médicos, 5 para dentistas e 5 para psicólogos. Os candidatos, de ambos os sexos, devem possuir curso superior completo e registro na respectiva entidade de classe. A taxa de inscrição é de R$120,00. O processo seletivo será desenvolvido em 5 fases: prova objetiva ( conhecimentos específicos e Direitos Humanos) , prova prático-oral, de títulos, exames de saúde, teste de avaliação física e Estágio Preparatório de Oficiais de Saúde. Os candidatos devem ter no mínimo 18 e no máximo 35 anos de idade na data da inclusão (nomeação e posse).
Para o Quadro de Oficiais Bombeiro Militar serão destinadas 43 vagas, sendo 38 para o sexo masculino e 5 para o sexo feminino. Os candidatos devem ter concluído o Ensino Médio, ter no mínimo 18 anos e no máximo 30 anos de idade na data de início do curso de formação. A taxa de inscrição é de R$110,00. Em ambos os casos, o salário após os cursos de formação é de R$ 4.421,11.
Estão previstas, ainda, a oferta de 20 vagas para ingresso no Quadro de Praças Especialistas. Serão oferecidas 20 (vinte vagas), para ambos os sexos, nas especialidades de Auxiliar de Saúde Bucal, Técnico de Saúde Bucal e Técnico de Enfermagem. Os aprovados serão matriculados no Curso de Formação de Soldados. O salário após o curso é de R$ 2. 041,74.
Para se inscrever o candidato deve ter, no mínimo 18 e no máximo 30 anos de idade no início do curso, ter concluído curso de nível técnico na área pretendida e altura mínima de 1,60 m. A taxa de inscrição é de R$80,00
As inscrições poderão ser feitas via Internet, no endereço eletrônico www.fumarc.com.br , a partir das 9 horas (horário de Brasília) do dia 08/10/2011 até as 19 horas (horário de Brasília) do dia 30/10/2011.

De olho nos acontecimentos...

De olho nos acontecimentos...

Galo Até Morrer!!!

Galo Até Morrer!!!
Super Galo

Minha Princesinha

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Galerinha do Barulho rsrsrs...

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Filhotes, Filhos

Minha vida

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Família

EU E MINHA TURMINHA LINDA

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FAMÍLIA