sábado, 12 de julho de 2014

COISAS DA ROÇA

Olá Galerinha!!!

Quero mandar um grande abraço para todos vocês meus nobres amigos e lhes desejar um ótimo final de semana!!!

E aproveitar para lembrar das coisas boas da “Roça” aôôôô!!! Saudade!!!!
>> Meia hora de roça resolve qualquer tristeza. (Thimer) <<
Com contribuição do meu grande amigo Luizão Carioca (Xará).

Abs,

Carlinhos Mineiro
http://carlinhosmg.blogspot.com;
No Skype, Twitter e Facebook:
Carlinhosmg
"Alegria e alto astral é a combinação ideal para viver uma vida perfeita.
A soma dessas energias positivas nos revigoram e tonificam nossa alma, nos elevando cada vez mais."Jader Amadi


É de dar água na boca!

Adoráveis maravilhas brasileiras...


C O I S A S   D A   R O Ç A
























  






  


  

 
  









E PRA ENCERRAR!!!! SÓ DESPRESSURIZANDO AO ESTILO DA ROÇA!!!



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quarta-feira, 9 de julho de 2014

FILME DE TERROR - Mineirão: de reduto da glória do futebol nacional a palco do vexame

     
No melhor estilo filme de terror, Brasil foi massacrado no Mineirão e Capa do Super ganhou destaque na NBC

Estádio viveu extremos em menos de um ano; local ficará para sempre marcado pela pior derrota brasileira em Copas

Em 2013, o Mineirão foi o palco das glórias conquistadas pelo futebol brasileiro. Foi lá que a América reverenciou o Atlético, campeão da Libertadores pela primeira vez em sua história. Um time que contou com a maestria de Ronaldinho e a fé inabalável da torcida. Foi também no Gigante da Pampulha que o futebol brasileiro se rendeu ao Cruzeiro, tricampeão nacional de forma incontestável e com quatro rodadas de antecedência. Um prêmio a Marcelo Oliveira e seus comandados que souberam deixar de lado individualidades para ser um grupo.
Pouco menos de um ano depois, a benção que reinava absoluta sobre a capital mineira, o reduto dos campeões incontestáveis, foi quebrada pela maldição de uma tragédia escrita com tons de melancolia e apatia. O até então baluarte do futebol nacional mudou de nome, virou “Minerazo”. O Gigante da Pampulha presenciou o maior vexame brasileiro em Copas do Mundo, uma goleada por 7 a 1 para a Alemanha que nenhum amante do futebol esquecerá jamais.
Em seus pouco mais de 48 anos de história, o Mineirão, um dos palcos mais tradicionais do vitorioso futebol brasileiro, debutava em Copas. Justamente na partida mais importante de sua trajetória de glórias, o estádio e seus mais de 58 mil presentes vieram a nocaute. Uma perplexidade que o local jamais presenciou. No mesmo tapete onde desfilaram Dirceu Lopes, Tostão, Nelinho, Piazza, Reinaldo, Dadá, Ronaldo, Ronaldinho e tantos outros craques, uma hecatombe.
Belo Horizonte parece mesmo estar fadada a histórias impressionantes em Copas do Mundo. Em 1950, os azarões Estados Unidos derrubaram os ingleses, inventores do futebol, dentro do Independência. O Mineirão não podia fugir desta sina. Só que ninguém esperava que o dia 8 de julho de 2014 terminaria assim.
CURIOSIDADE
A última vez que a seleção brasileira havia perdido em casa em jogos oficiais foi em 1975. Pela Copa América, o Brasil foi derrotada pelo Peru por 1 a 0, justamente no Mineirão.
OUTRA MARCA NEGATIVA
Com goleada no Mineirão, Brasil tem sua pior defesa em 20 Copas
Com 11 gols sofridos até o momento, seleção brasileira já superou as piores marcas, estabelecidas em 1938 e 1998.
Os sete gols que o Brasil sofreu para a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo, nesta terça-feira, estabeleceram uma série de recordes negativos na história da seleção. Além de ser a maior goleada em uma semifinal de Mundial e a pior derrota da equipe canarinho em 100 anos, a vitória germânica faz com que o Brasil tenha o seu pior desempenho defensivo em todas as Copas do Mundo.
No entanto, a marca de 11 gols ainda não é definitiva. Mesmo com o vexame dado em Belo Horizonte, o Brasil ainda tem de entrar em campo mais uma vez neste Mundial, para decidir o terceiro lugar, contra o perdedor do confronto entre Holanda e Argentina. Caso tome gol no sábado, o Brasil vai chegar à marca de 100 gols sofridos na história da Copa do Mundo.
Até agora são 99 gols em 103 jogos.

 

Fonte: O Tempo

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Enseada instala super ponte rolante com capacidade de içar 120 toneladas

 

Na medida em que o tempo passa, as obras na Enseada vão avançando e os equipamentos destinados à fase operacional estão sendo instalados em seus locais definitivos. Esse é o caso da ponte rolante que foi erguida, nesta tarde (26), na Oficina 6 do Estaleiro.

O equipamento, que pode içar cargas de até 120 toneladas, possui a maior capacidade dentre todas as pontes rolantes da Unidade Paraguaçu. Ele tem uma altura de guincho de 25 metros e fica no ponto mais alto da oficina – a cerca de 30 metros do chão.

Segundo André Frias, coordenador de Projetos da Enseada, a ponte atuará no içamento dos blocos dos navios-sonda. “Esse equipamento vai nos ajudar a montar os topsides, e está localizado no último estágio do prédio de estruturas, próximo ao setor de jateamento e pintura”, explicou.

De acordo com Frias, a ponte rolante foi adquirida junto à empresa Eurocrane, possui dois guinchos de 60 toneladas cada, tem 38,2 metros de largura e 175 metros de comprimento de trilho.

 

Fonte: Navegando Juntos (Blog oficial da Enseada)


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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Empresa de guindastes inicia obras na Capital (Porto alegre)

    

Depois de um ano de espera, a primeira de duas empresas interessadas em instalar empreendimentos ligados à indústria naval em Porto Alegre lança hoje a pedra fundamental para o início das obras. A joint venture criada pela Koch Metalúrgica e a austríaca Palfinger conseguiu vencer todas as exigências burocráticas que emperravam a instalação de uma unidade de montagem e teste de guindastes próxima à ponte do Guaíba.
Conforme explica a gerente-geral da Palfinger na América do Sul, Suzana Barros, inicialmente, serão investidos US$ 2 milhões na área. O interesse da empresa partiu de um contrato para a produção de 28 guindastes destinados a sete navios de perfuração de petróleo (drillships) em construção no estaleiro Jurong, pertencente à Aracruz.
Como a contratante está sediada no Espírito Santo, a companhia chegou a cogitar a instalação em outras áreas localizadas no estado capixaba. “Foi demorado, mas trabalhamos nesse projeto há um ano e meio desde que fomos contemplados com ele. Consideramos outras áreas, mas o apoio do governo do Estado, via AGDI, e também da Fiergs, nos fez acreditar na concretização da planta”, comenta.
Segundo a executiva, as obras começarão logo depois da Licença de Instalação (LI), concedida na segunda-feira passada pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam). A previsão é de que as operações efetivas se iniciem dentro do prazo de quatro meses. “O primeiro contrato é para sete navios de perfuração, que necessitam de 28 guindastes. Já estamos em outras concorrências que foram viabilizadas em razão dessa nova área”, destaca. De acordo com Suzana, os primeiros guindastes (destinados a quatro navios) utilizarão 60% de conteúdo local. Em seguida, o percentual será ampliado para 65% (nos três navios restantes).
O outro projeto interessado na área portuária, da Ecovix, em conjunto com o Grupo Irigaray, serviria de apoio ao estaleiro que a empresa administra em Rio Grande. No entanto, a diretoria já declarou que os atrasos nas liberações de licenças foram responsáveis por uma revisão dos objetivos da unidade, que deve ser instalada em um terreno próximo à Cesa e à rodoviária da Capital.
Em março, o presidente da Ecovix, Gerson Almada, afirmou ao Jornal do Comércio que os investimentos, estimados entre R$ 80 milhões e R$ 100 milhões, seriam utilizados em um complexo de formatação própria, focado em disputar licitações de plataformas de petróleo e outras unidades de apoio.
Fonte: Jornal do Commercio (POA)

Onze cursos para o setor naval são incluídos no Guia Pronatec

Proposta de inclusão dos cursos, elaborada no âmbito do Prominp, já foi publicada pelo Ministério da Educação (MEC)

O setor naval exige que o treinamento da mão de obra considere processos de trabalho, normas operacionais e tipos de equipamentos específicos.

Por esse motivo, a Petrobras, o Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) e os estaleiros Enseada do Paraguaçu, Jurong e Ecovix (estaleiro Rio Grande), elaboraram proposta - já aceita - de inclusão de 11 cursos de qualificação profissional para a indústria naval no Guia Pronatec de Cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), publicado pelo Ministério da Educação (MEC).

Com carga horária que varia de 160 a 300 horas, os cursos publicados são: instalador de tubulações navais; operador de movimentação de carga; operador de ponte rolante; soldador de arame tubular naval; soldador de eletrodo revestido naval; soldador MAG naval; soldador TIG naval; caldeireiro naval; eletricista naval, mecânico de máquinas industriais e pintor industrial.

O levantamento do grupo de trabalho criado no âmbito do Prominp, que se estendeu por quatro meses, teve por objetivo adequar o Guia Pronatec para atender à demanda crescente da indústria por mão de obra especializada, diante das recentes encomendas da Petrobras, com prazo de entrega até o final da década. Os cursos deverão ser solicitados pelas empresas ao Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que arcará com o custo da qualificação.

O Pronatec foi criado pelo Governo Federal em 2011, com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica.

Mais informações no site http://pronatec.mec.gov.br/fic/. (16/05/14)

 


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terça-feira, 24 de junho de 2014

Angola: Reativada plataforma que processou petróleo durante oito anos

Uma unidade flutuante de produção e armazenamento de petróleo que trabalhou durante oito anos consecutivos no offshore angolano vai ser reativada este ano, após dois anos de obras de conversão, informou a empresa proprietária.

De acordo com a administração da OPS - Serviços de Produção de Petróleos, o caso da FPSO (Floating Production, Storage and Offloading, em inglês) N'Goma representa a "primeira conversão" de uma unidade deste género no país.

As FPSO são plataformas flutuantes de grandes dimensões utilizadas na indústria petrolífera de operações offshore para processar, armazenar e exportar petróleo bruto ainda em alto-mar, sendo a principal atividade da angolana OPS.

A FPSO N'Goma, formalmente denominada como Xikomba, foi a primeira unidade do género que a operadora Esso colocou em funcionamento em Angola, no bloco 15, e operou consecutivamente com "excelentes rendimentos" entre 2003 e 2011, de acordo com a OPS.

Esta unidade, semelhante a um grande petroleiro, tem mais de 340 metros de comprimento por 50 de largura, capacidade para armazenar 1,5 milhões de barris de petróleo e para produzir 100 mil barris por dia.

Após trabalhos de conversão e melhorias realizados nos últimos dois anos em Singapura, cujos custos não foram divulgados, decorre agora a instalação de novos módulos no convés, nos estaleiros de Porto Amboim, no norte do país.

A plataforma estará de regresso ao offshore, em Angola, "nas próximas semanas", indicou o diretor-geral da OPS, Fabrice Dumortier, referindo-se ao início da operação no bloco 15/06, em águas profundas (mais de mil metros de profundidade).

"A equipa da OPS está preparada e entusiasmada para acolher esta nova operação na sua frota e dar início a uma relação frutífera e de longo prazo com a ENI [operador daquele bloco], num contrato de 12 anos", acrescentou Fabrice Dumortier, durante uma cerimónia realizada em Luanda para assinalar os dez anos de atividade da empresa.

A OPS perspetiva o início da produção neste bloco durante o quarto trimestre de 2014, no mesmo período em que será desmobilizada uma outra plataforma, a FPSO Kuito, com que também opera no offshore angolano.

A empresa, constituída pela petrolífera estatal angolana Sonangol e pela SBM Offshore, esta última líder internacional em unidades FPSO, assegura os serviços operacionais de produção de petróleo em Angola, empregando 450 trabalhadores, mais de metade nas unidades offshore.

Nos últimos dez anos, a OPS produziu em Angola, para diferentes operadoras, mais de 700 mil milhões de barris de petróleo e 1.130 carregamentos para exportação, contando com um volume de negócios anual que ronda os 300 milhões de dólares (220 milhões de euros).

Fonte: Dinheiro Digital com Lusa

 


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