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segunda-feira, 22 de julho de 2013

UTC Engenharia deixa de ser sócia da empresa Quip

 
 
 
A empresa Quip, sediada em Rio Grande e com foco no trabalho em plataformas de petróleo, perderá uma de suas sócias: a UTC Engenharia. Além dessa companhia, que detém 27,25% das ações, o restante da participação está divido entre: Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, cada uma com 29,75%, e Iesa Óleo e Gás com 13,25%.

Em nota, a UTC Engenharia esclarece que a decisão de descontinuidade de participação na composição acionária da Quip, prevista para ocorrer ao término da construção da P-55, leva em conta o planejamento estratégico da empresa. Assim como as oportunidades observadas no mercado de plataformas offshore para exploração de petróleo. Já a assessoria de imprensa da Quip comentou que o grupo perderá uma sócia ativa e positiva, mas já está suficientemente madura para prosseguir adiante.

Quanto aos possíveis desdobramentos, o especialista tributário da IOB Folhamatic EBS, uma empresa do Grupo Sage, Edino Garcia argumenta que, muitas vezes, nesses casos, as ações são oferecidas primeiramente aos sócios restantes. O coordenador da Área de Societário e Contratos do escritório Queiroz e Lautenschläger Advogados, Victor Lucio Mokodsi, concorda. "Uma regra muito utilizada é o direito de preferência aos outros acionistas", salienta. Fontes do setor da construção naval que acompanham a situação informam que será justamente isso que acontecerá, entretanto ainda não se sabe a proporção que caberá à cada sócia.

Quanto a valores, Mokodsi detalha que, salvo em casos específicos, a lei não estabelece formas de avaliação das ações. Entretanto, normalmente são definidos critérios, no estatuto social ou no acordo de acionistas, para a compra e venda de ações. O advogado reitera que os sócios de cada companhia podem determinar livremente formas de avaliação ou mesmo não estabelecer quaisquer regras sobre o assunto. Uma possibilidade é que os valores das ações sejam dimensionados por uma empresa especializada. Garcia salienta que grandes companhias abandonarem sociedades não é algo inédito e, em várias ocasiões, isso acontece porque uma das empresas começou a se considerar como o elo fraco da parceria.

Criada em 2005, o primeiro trabalho da Quip foi a construção da plataforma de petróleo P-53, para a Petrobras. A última encomenda finalizada pela companhia, no mês passado, foi a integração e o comissionamento da P-63. No segundo semestre, deverão ser concluídas as plataformas P-55 e P-58 (nessa estrutura a Quip presta serviço para a CQG Construções Offshore).

A sede da Quip está instalada no cais do Porto Novo, em um terreno de 320 mil metros quadrados. Possui filiais no Rio de Janeiro (engenharia e suprimento) e no Estaleiro Rio Grande, também na cidade de Rio Grande. Para se ter uma ideia do porte que a empresa atingiu, em junho a Quip foi a segunda companhia do Brasil que mais exportou com vendas de US$ 1,626 bilhão e participação de 7,7% no cenário nacional (o resultado deve-se à conclusão da P-63, entregue a uma subsidiária estrangeira da Petrobras). Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O primeiro lugar ficou com a Vale, com vendas de US$ 2,094 bilhões e participação de 9,91% sobre os embarques totais do País no mês (US$ 21,134 bilhões).
Fonte: Jornal do Commercio (POA)/Jefferson Klein

terça-feira, 24 de abril de 2012

Rio Grande, de rio-grandinos e brasileiros


Com Polo Naval, população da cidade começa a ganhar um novo perfil


Filhos desta terra ou não, há uma nova onda na cidade do Rio Grande. São novas opções de lazer que vão surgindo, oportunidades de trabalho, de estudos. Um mercado que cresce em ritmo acelerado e que recebe uma incumbência cada vez maior. Receber profissionais, aprendizes e trabalhadores de todas as áreas e adotar como se estes sempre fossem daqui.

Com o desenvolvimento do Polo Naval, vários trabalhadores vêm integrar esse complexo e, junto com eles, famílias que acabam se integrando ao sistema da cidade e passando a atuar no comércio, na indústria e nos serviços. Rio Grande está se tornando um centro de aglomeração e unificação de pessoas de diversas regiões do Brasil que precisam conviver em harmonia.

No último dado estatístico feito pela empresa Quip - que integra o Polo Naval - este ano, a grande maioria dos funcionários pertence a Rio Grande e a cidades da região. Em todo complexo da Quip, 80,9% dos trabalhadores são gaúchos, sendo que 69,7% são rio-grandinos. Os outros 19,1% de trabalhadores pertencem aos demais estados brasileiros. Estes números foram levantados em março de 2012.

Mesmo que a proporcionalidade de funcionários de fora do Rio Grande do Sul seja menor do que a de gaúchos, é muito perceptível a entrada de outros estados na cultura rio-grandina. Em bares, restaurantes, festas noturnas notamos a presença desses “estrangeiros” que ajudam a construir a nova cidade do Rio Grande.

Adaptação e cultura

Edgar Velloso tem 32 anos e nasceu no Rio de Janeiro. Está na cidade desde maio de 2007. “Antes de eu vir de vez eu já tinha vindo algumas outras vezes aqui. E quando me fizeram o convite, posso dizer que me assustou bastante”, afirma ele.

Edgar é coordenador de desenvolvimento de software e tecnologia da informação da Quip e afirma que hoje não se acostumaria a morar novamente no Rio de Janeiro. “Os primeiros meses foram complicados. Mas a questão cultural foi bem positiva, pois quando cheguei aqui e vi a cultura gaúcha, ela chama atenção. Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina não tem identidade tão forte. Quando eu vi o que tudo significava vi que era muito bonito. Eu morei toda vida no Rio e nem sabia que lá tinha hino, achava que era o ‘Cidade Maravilhosa’”.
Edgar começou a morar no centro e depois se mudou para o Cassino. “A paz, o sossego, a tranquilidade. No máximo em 30 minutos eu chego em casa. Todos esses fatores começaram a despertar o meu carinho pela cidade. Fiz muitos amigos, conheci minha esposa aqui também. Até na hora de buscar um serviço é mais fácil, aqui você liga pro mecânico que é seu amigo e ele vai buscar o seu carro, lá no Rio você perde o dia inteiro tentando fazer isso”, afirma ele.

Segundo ele, a qualidade de vida que Rio Grande apresenta é muito boa. “Deixar o carro em casa e poder ir ao cinema, caminhar na avenida. Eu conheço muita praia, mas como a daqui não tem igual”, avalia. Sobre o frio, Edgar fala que estranhou muito quando chegou aqui. “Quando geava eu tirava foto e mandava para o Rio. O frio incomoda bastante, mas o calor constante também. No frio você põe um casaco e se esquenta, no calor não tem o que você fazer”, conclui.
 
Já Gilson Moreira, da comunicação social da Quip, está morando em Rio Grande há dois anos. “As facilidades que Rio Grande tem me encantam, poder ir ao supermercado, ser atendido mais rapidamente nos lugares. Fui trocar o nome da conta de luz e consegui fazer isso no horário de almoço. No Rio, iria perder o dia. O que mais minha esposa sente falta é de um shopping center”, afirma ele.
Já Edgar também diz que sua esposa, que é de Bagé, não se importaria de morar no Rio de Janeiro. E ele avalia que o que falta em Rio Grande é a pavimentação de ruas. Gilson afirma que a mobilidade para chegar a Rio Grande ainda é complicada. “Falta aeroporto, duplicação da estrada. Na Feira do Polo Naval ficou clara essa dificuldade de chegar até Rio Grande. Falta uma ligação com a Capital”, conclui.
Sobre um dos principais problemas que Rio Grande vem enfrentando, os dois avaliam que não chega a ser tão sério assim. “Aqui não tem engarrafamento. Tem lentidão. Há um problema cultural que as pessoas não estão acostumadas”, avalia Edgar.

Fonte: Jornal Agora (André Zenobini)

quarta-feira, 14 de março de 2012

É necessário acordar!!!



Dr. Cleiton Peixoto Primo*

Desde a implantação do Polo Naval em Rio Grande tenho acompanhado atentamente o desenvolvimento de nossa querida cidade. Embora esteja residindo em outro estado da federação (Santa Catarina) há cerca de 15 anos, diariamente, acordo pensando o que fazer para contribuir com este desenvolvimento que “não é sonho é, sim, uma realidade“. A leitura que faço sobre nossa cidade é a seguinte: a cidade Macaé/RJ, em função do seu desenvolvimento petrolífero e naval transformou-se em um verdadeiro polo hoteleiro e naval formado pelas maiores bandeiras hoteleiras. Ao chegar em Macaé, percebe-se nitidamente que a população nativa mudou-se para cerca de 45 km de distância ou seja para a cidade de Rio das Ostras.
A população atual transformou-se em técnicos e peões. Dentro de no máximo cinco anos, Rio Grande será transformado exatamente como Macaé. Por esta razão “é necessário” urgentemente que os empresários rio-grandinos acordem para esta realidade que não é sonho. É necessária maior velocidade nas ações a serem realizadas. É necessário que as autoridades municipal, estadual e federal formem um grande pacto com a finalidade de apoiar a chegada de toda a cadeia produtiva do Polo Naval. Deixem de pensar na política e passem a pensar no povo rio-grandino e na cidade do Rio Grande.
Cem ou duzentos milhões de reais para obras de infraestrutura (habitação, saneamento, educação, saúde e outros) não são nada para tudo isto que está ocorrendo. Precisamos de bilhão para cima.
Os investimentos no Polo Naval são de bilhões e é  necessário investir urgentemente na mobilidade urbana sob pena de brevemente termos um colapso. É necessário centenas de novos projetos afins de que a cidade do Rio Grande bem como a população rio-grandina e os novos moradores possam usufruir de uma melhor qualidade de vida.
Também é necessário incrementar o turismo em nossa região através do Oceanário Brasil da Furg. Este grandioso empreendimento trará a Rio Grande e à praia do Cassino, em cinco anos, após a sua edificação, cerca de 1 milhão de turistas, ou seja cerca de 200 mil turistas por ano.
É preciso que todos os envolvidos neste progresso se reeduquem qualificando melhor suas empresas e seu quadro funcional para que todos possam participar ativamente deste desenvolvimento que, repito, não é sonho é realidade. Tudo isto que está acontecendo é para que todos nos possamos usufruir, é para nossos netos, bisnetos e tataranetos.
Se a população do Rio Grande não despertar. Lamento muito informar que a cidade irá perder muito, mas muito mesmo.
Precisamos urgentemente mudar, mudar na política atual, mudar a forma de atuação dos empresários rio-grandinos, tendo como lema mais velocidade, mais dinâmica nas ações que se fazem necessárias para que haja um desenvolvimento organizado e sustentável. Trazendo como consequência uma vida digna com qualidade a todos os rio-grandinos e a todos aqueles que estão chegando.
É necessário pensar e colocar em prática com velocidade ações e projetos que levantem a alta estima deste povo rio-grandino que há cerca de 03 décadas aproximadamente vem sofrendo pela estagnação ocorrida.
A empresa Engevix, da qual a ecovix faz parte, e qual conheço com profundidade, é a maior empresa brasileira na área de projetos e gerenciamento de grandes obras públicas e privadas. Mais de 2000 funcionários, entre engenheiros, arquitetos, economistas e administradores de alto nível fazem parte de seu organograma funcional gerenciando e projetando as maiores obras de engenharia no Brasil e na América Latina. Há cerca de 45 anos atua fortemente nesta área é uma empresa catarinense com filiais em diversos estados da federação. Trata-se de uma empresa séria competente e cumpridora de suas obrigações perante aos seus clientes privados e públicos.
Na área de responsabilidade social, o grupo Engevix fundou através de seus três sócios fundadores, o instituto Engevix onde ali mais de 2 mil crianças são educadas e mantidas pelo Instituto e seus sócios com suas respectivas esposas fazem questão de administrar.
O povo rio-grandino tem a obrigação e o dever de acolher esta grandiosa empresa que veio para Rio Grande para ficar. E esta obrigação bem como o dever deve ser incrementado com muita velocidade através de dinamismo, competência e honestidade. Empresários rio-grandinos, organizem-se, reeduquem-se e sejam rápidos, caso contrário lamento informar que nossa cidade e nossos empresários perderão muito, mas muito mesmo.

*Advogado e consultor especialista em direito tributário e empresarial

Fonte: Jornal Agora (Artigo)

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Construção Naval na China

Seguem fotos da construção naval na China, para navios com preço do aço montado a US$ 1,99.

A seguir, uma tabela comparando os preços em outros locais.




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terça-feira, 12 de julho de 2011

Vaga p/ Inspetor Dimensional

A empresa VETOR TECNOLOGIA esta precisando de inspetor dimensional com urgência para obra no CE montagem de tamque...

OBS: enviar e-mail para sandro.duart@vetortecnologia.com.br

terça-feira, 21 de junho de 2011

Diretoria da SUPRG visita Estaleiro Rio Grande

O superintendente do Porto do Rio Grande, Dirceu Lopes, juntamente com o diretor técnico, Luiz Laurino, diretor de infraestrutura, Cesar Wojciechowski, chefe de gabinete, Gustavo Garima, e o assessor de gabinete, Leonardo Maurano, realizou, na manhã da última quarta-feira, 8, uma visita ao estaleiro Rio Grande.
A diretoria da Superintendência do Porto do Rio Grande (SUPRG) foi recebida pelo gerente administrativo do Polo Naval do Rio Grande, Josenildo Bezerra Alves, pelo coordenador de operações, Carlos Lima Romeiro, e pelo gerente de segurança patrimonial, Jorge Ribeiro.
O convite da administração do Polo Naval do Rio Grande à autoridade portuária foi avaliado como fundamental para a proximidade entre ambos e o desenvolvimento da indústria naval. “É um processo importante de aproximação entre a SUPRG e a Petrobras enquanto entes governamentais na consolidação deste projeto do governo federal. O Polo Naval faz parte do projeto de Brasil Nação, e ter a sintonia fina entre autoridade portuária e o principal financiador e gestor do empreendimento fará com que objetivemos as ações nos diversos processos do dia-a-dia”, avaliou o superintendente.
“É importante que a autoridade portuária conheça as nossas demandas para que nos ajude com a resolução de algumas necessidades. A relação de parceria entre o porto e a Petrobras é extremamente proveitosa”, destacou Alves.
Fonte> Jornal Agora - RS

CURIOSIDADES SOBRE CORROSÃO (Metais de Sacrifício)

Algumas aplicações dos metais de sacrifício

Metal de sacrifício ou “eletrodo de sacrifício" é qualquer metal utilizado em estruturas submetidas a ambientes oxidantes, com o objetivo de ser oxidado em seu lugar. Esse metal deve possuir menor poder de redução do que o material utilizado na estrutura, para que possa ser "sacrificado" e protegê-la. O zinco e o magnésio são exemplos de metais utilizados com esse objetivo.
O ferro, utilizado em cascos de navio, em contato com a água do mar, se oxidaria muito facilmente se não houvesse um metal de sacrifício. Cascos de navio são protegidos da corrosão mediante a colocação de placas de zinco, que se oxida mais facilmente que o ferro. A técnica é denominada “proteção catódica”, pois o ferro é protegido justamente por se tornar o cátodo da cela galvânica formada por zinco e ferro. E o zinco é denominado “metal de sacrifício” ou “ânodo de sacrifício”, pois, atuando como o ânodo da cela, oxida-se, preservando, assim, o ferro. A proteção é eficiente desde que o metal de sacrifício seja reposto à medida que vai sendo consumido.
O metal mais comumente utilizado como ânodo de sacrificio é o zinco. Além de ser relativamente barato, ele tem potencial de redução menor que a maioria doa metais. Essa utilização do zinco pode ser feita de duas formas. A primeira consiste em dar um banho de zinco no meterial, denominado galvanização. Outra forma de utilizar um ânodo de sacrifÍcio é fixá-lo ao material que se quer proteger, de forma que os elétrons possam circular entre os mesmos. Esse método é muito utilizado na indústria naval. Como os ânodos de sacrifício são preferencialmente corroídos, há que se trocá-los periodicamente.
Estruturas e materiais metálicos em contato com a terra e com a água também necessitam de proteção catódica. Esses são os casos, por exemplo, de torres de transmissão de corrente elétrica, tanques de combustiveis enterrados sob os postos, tubulações subterrâneas de água e combustíveis e estruturas portuárias.
 
Chamado de "metal suicida" ou "metal de sacrifício"

Método de Controle e Prevenção - Proteção Catódica

A proteção catódica é indicada às estruturas enterradas ou submersas e consiste na conversão de zonas anódicas em uma única área catódica, conferindo proteção ao sistema contra processos de corrosão metálica.


Há dois mecanismos de proteção catódica, um deles utiliza anodos de sacrifício o outro consiste em um sitema de corrente impressa.

Os anodos de sacrifício podem ser compostos de magnésio ou zinco. Por serem mais eletronegativos que os demais metais do sistema, criam naturalmente uma diferença de potencial entre a estrutura a ser protegida e o anodo. Essa ddp direciona o processo corrosivo ao corpo do anodo que será deteriorado no lugar dos outros metais.

O sistema por corrente impressa cria a diferença de potencial artificialmente pela ação de uma fonte geradora, que converge a corrente elétrica a anodos inertes enterrados no solo.

O uso de anodos de sacrifício tem como vantagens a praticidade na manutenção do sistema, a dispensa de um sistema gerador de corrente e a ausência de interferência pela ação de correntes externas.




O uso de um sistema de corrente impressa apresenta como vantagens maior durabilidade do sistema e a possibilidade de ajustes de acordo com as oscilações sofridas pelo sistema ou suas condições de uso.

   

Para a seleçao correta do mecanismo de proteçao catódico deve-se avaliar a extensão da área a ser protegida, a intensidade do processo corrosivo a que o metal será submetido, o acesso aos locais onde serão instalados os anodos e o custos inerentes ao uso de cada mecanismo.

 


quarta-feira, 8 de junho de 2011

Quip apresenta novas instalações para auditores da Receita Federal

Uma equipe da Receita Federal de Rio Grande visitou nesta terça-feira, 7, as dependências da Quip S.A, na rua Honório Bicalho. Eles conheceram as instalações e local de trabalho onde está sendo construída a plataforma P-63. Os auditores também conheceram o local das futuras instalações da Queiroz Galvão, que construirá em Rio Grande a plataforma P-58 e ainda receberam as primeiras informações sobre o projeto dessa nova plataforma.
A comitiva foi recepcionada pelo diretor de suporte corporativo da empresa, Marcos Reis, que apresentou informações sobre os empreendimentos que a Quip executa em Rio Grande, lembrando que a empresa foi precursora do Polo Naval de Rio Grande com a construção da primeira plataforma em solo gaúcho: a P-53. Atualmente, além da P-63, a Quip também executa a construção da plataforma P-55, no dique seco do Estaleiro Rio Grande, localizado no Superporto rio-grandino.
Reis falou ainda dos investimentos que a empresa irá realizar para ampliar a capacidade de construção de plataformas em seu canteiro de obras na ponta Sul do Porto Novo, que deverá gerar mais empregos e desenvolvimento para a cidade de Rio Grande.
Fonte: Jornal Agora

sábado, 30 de abril de 2011

Quip chega ao seis anos em Rio Grande com novo investimento previsto

Empresa começará investimento de R$ 180 milhões em sua área no segundo semestre deste ano.

Quip chega ao seis anos em Rio Grande com novo investimento previsto
Cais de atracação do canteiro de obras será ampliado....
Neste domingo, 1º de maio, faz seis anos que a Quip S/A foi criada para atuar em Rio Grande e construir a plataforma de petróleo offshore P-53 para a Petrobras, a primeira plataforma construída em solo rio-grandino. Formada inicialmente pelas empresas Queiroz Galvão, UTC Engenharia e Iesa Óleo e Gás e a partir do ano passado também pela Camargo Corrêa e a PJMR, a Quip chega ao seu sexto aniversário trabalhando na construção de mais duas plataformas em Rio Grande: a P-63, em seu canteiro de obras situado na ponta sul do Porto Novo, e a P-55 no Estaleiro Rio Grande (ERG1), na área do Superporto. A empresa foi a precursora no processo de desenvolvimento pelo qual passa o Município com o Polo Naval.
Para construção da P-63, a Quip já começou a montagem de estruturas metálicas e a construção de tubulações para os módulos. Cabe a ela construir os módulos de processo e completar a integração deles no casco do navio tanque BW Nisa, que está sendo convertido em casco desta plataforma na China, na cidade de Dalian, em parceria com o Grupo BW Offshore. Da P-55, está terminando a montagem da estrutura do deckbox e começando a composição dos equipamentos internos deste. A construção do convés e de dois módulos desta unidade, mais a integração destas estruturas ao casco, é a parte da Quip neste projeto.
Vocação e novos investimentos
O gestor de suporte corporativo à gestão da empresa, Marcos Reis, observa que a Quip S/A foi criada em 2005 com a proposta de iniciar o processo de estabelecimento da indústria naval em Rio Grande. Explica que, inicialmente, existia a ideia de uma industrial naval no Município. A questão do Polo Naval foi crescendo na medida em que a região foi comprovando sua vocação para este empreendimento. Essa vocação se deve às suas águas abrigadas, porto com calado de grande porte, portos eficientes em manejo de cargas vindas do exterior e agilidade das autoridades locais - do Município e Estado - em buscar soluções para os problemas que surgiam no processo de instalação de uma indústria nova na região.
"Logo em seguida da instalação da Quip na cidade, surgiu a licitação da Petrobras para construção do dique seco em Rio Grande. Isso ratificou a ideia de que a região podia ter um Polo Naval", falou Reis. Com o sucesso obtido na construção da P-53, este fato serviu para motivar a empresa a fazer outras plataformas. Marcos Reis diz que as expectativas da Quip com seu primeiro projeto executado em Rio Grande - A P-53 - foram ultrapassadas e a empresa está continuando a proposta de investimentos em sua área de construção e confiante no desenvolvimento da região em decorrência do Polo Naval. Destacou a importância do Governo do Estado estar com forte apoio para a fixação deste polo.
Reis também anunciou, na última quinta-feira, que no segundo semestre deste ano a Quip vai começar um investimento de R$ 180 milhões em sua área industrial. Esses recursos serão investidos na ampliação do cais de atracação e da área de construção de módulos, serviços que irão gerar em torno de 400 empregos.
Empregos
Cada contrato obtido pela empresa significa a geração de mais empregos no Município. Na construção da P-53, chegaram a ser empregados 3,5 mil trabalhadores no pico do serviço. A P-63, cuja construção está em processo inicial, fechará 2011 com mais de 500 trabalhadores. No pico da obra, previsto para o segundo semestre de 2012, deve gerar 2 mil empregos diretos e outros 4,5 mil indiretos. A P-55, já com montagem mais adiantada, atualmente já está empregando 2 mil colaboradores, entre empregados diretos da empresa e de subcontratadas.
Da mão-de-obra empregada atualmente na execução da P-63 e da P-55, levantamento realizado até o final de fevereiro pela Quip mostra que 70,9% é do Rio Grande, 11% de outros municípios do Rio Grande do Sul e 18,1% de outros estados.
Perspectivas
As perspectivas da Quip estão ligadas ao plano de investimentos da Petrobras no setor de Óleo e Gás, conforme Reis. A intenção é conseguir novos contratos. O mercado tem expectativa que seja aberta licitação para construção dos módulos dos oito cascos de FPSOs que a Engevix construirá no Estaleiro Rio Grande 1 e a Quip pretende participar do processo licitatório."Hoje temos trabalho para mais três anos e esperamos conseguir um novo contrato para alongarmos esse tempo de serviço", ressaltou. Todos os contratos da Quip são executados em Rio Grande. 
Fonte: Jornal Agora

sábado, 16 de abril de 2011

Lindenmeyer debate polo naval rio-grandino no Rio de Janeiro

Lindenmeyer debate polo naval rio-grandino no Rio de Janeiro
Alexandre Lindenmeyer durante reunião com Gerson Almada, Daniel Peres e Cleiton Peixoto Primo.

O deputado Alexandre Lindenmeyer (PT) representou a AL em reunião com importantes lideranças do ramo da engenharia e calderaria pesada no Rio de Janeiro na última semana. O parlamentar dialogou com representantes de diversos segmentos como Engevix/Ecovix, Andrade Gutierrez, Petrobras, Nuclep e Quip.

Recebido pelo diretor executivo da Ecovix – Engevix Construções Oceânicas, Gerson Almada, e pelo vice-presidente de construções oceânicas da empresa, Daniel Peres, Lindenmeyer iniciou uma série de audiências com o propósito de explanar o crescimento econômico vivenciado por Rio Grande a partir da implantação do Polo Naval e a importância do desenvolvimento sustentável para a cidade e região.

Com o grupo Andrade Gutierrez - um dos maiores grupos privados da América Latina, com atuação nos setores de Engenharia e Construção, Telecomunicações, Energia e Concessões Públicas - o parlamentar conversou com o conterrâneo Clóvis Renato Numa Peixoto Primo, diretor geral da construtora. Clóvis é engenheiro formado pela Universidade Federal do Rio Grande (Furg), fundador do Senai/RG e assumiu a presidência da empresa no início deste mês.

No gabinete do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, o deputado alinhavou a participação de representante da empresa em uma das audiências públicas propostas por ele na Subcomissão para tratar do Polo Naval que será realizada no Cidec-Sul, no campus da Furg. O nome do representante e as datas possíveis ficaram para ser definidos posteriormente.

Em reunião com o diretor comercial da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A (Nuclep) Alexandre Gadelha - indústria produtora de bens de capital sob encomenda, que atua preferencialmente na área da calderaria pesada -, o deputado ressaltou a importância dos investimentos relacionados ao Polo Naval na cidade do Rio Grande e a necessidade de expandir o crescimento econômico para os municípios do entorno.
Alexandre ainda se reuniu com o presidente e com o diretor de Suporte Corporativo à Gestão da Quip S/A, Miguelangelo Thomé e Marcos Reis, com os quais debateu também questões atinentes à responsabilidade social da empresa, em especial com o esporte.

O petista avaliou positivamente a viagem ao Rio de Janeiro. “Foi uma grande oportunidade para dialogar com especialistas de vários áreas e avaliarmos as necessidades decorrentes do Polo Naval”, concluiu, após  ressaltar a importância das quatro audiências públicas propostas – em Rio Grande, Pelotas, São José e Porto Alegre -, as quais terão suas datas divulgadas nas próximas semanas.
Fonte: Jornal Agora

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Plataformas Semi Submersíveis - Semisubs

Originalmente concebida como uma plataforma para operar com os pés apoiados no fundo do mar, as semi-submersíveis finalmente encontraram sua verdadeira vocação. Hoje as semisubs são as plataformas mais estáveis e muitas vezes são escolhidas para condições adversas devido à sua ótima estabilidade em águas agitadas, como é o caso dos poços em águas ultra profundas.
A semi-submersível é uma unidade projetada com um piso (drill floor) típico de plataforma, onde ficam os equipamentos de perfuração e outros compartimentos, ligados a esse piso pelas pernas da plataforma e que são considerados os cascos da plataforma, chamados pontoons, que ficam submersos e aonde há outros equipamentos, como bombas, thrusters etc. Um outro tipo de sonda de perfuração que pode perfurar em águas profundas ultra são os navios sonda, que podem, inclusive, acomodar mais equipamentos, mas as semisubs são escolhidas por sua ótima estabilidade. Este conceito de projeto, que permite à unidade submergir parcialmente, diminui tanto o caturro (movimento no sentido longitudinal da plataforma) quanto o balanço.
Plataforma Semi-Submersível
Quando em movimento (sim, muitas delas podem navegar), as semisubs não ficam mergulhadas na água. Somente durante as operações de perfuração é que elas ficam parcialmente submersas. Devido a sua capacidade de flutuar na água, o transporte dessas plataformas de uma locação para outra é relativamente fácil. Algumas semisubs movimentam-se através de operações de reboque ou então por navios semi-submersíveis (também conhecidos como navios-dique), que as transportam em seu convés, já outras têm o seu próprio sistema de propulsão.
Semisub sendo rebocada
Com base na forma como a plataforma está submerso na água, existem dois tipos principais de semisubs: “bottle-type” e “column stabilized”.
Semisub sendo transportada por navio semi-submersível, também chamado de navio-dique
As semisubs “bottle-type” possuem as pernas em forma de garrafa, logo abaixo do piso da perfuração, e são submersas enchendo alguns compartimentos localizados nos cascos (pontoons) e às vezes nas pernas com água. A primeira geração deste tipo semisub, originalmente foi concebida como submersível. Sendo submersíveis, essas pernas ficavam completamente cheias de água, apoiadas no fundo do oceano.
Plataforma “bottle type”
Com o passar do tempo, os engenheiros e arquitetos navais percebram que este tipo de plataforma poderia manter sua estabilidade se as pernas fossem apenas parcialmente submersas, permitindo que a smesmas perfurassem em águas ultra profundas. Amarras são então usadas para manter a semisub no lugar, e estas âncoras são a única ligação que a plataforma tem com o fundo do mar.
Âncora de Plataforma no convés de um AHTS
Sendo semi-submersível, a plataforma oferece uma estabilidade excepcional para as operações de perfuração. Além de ameaças climáticas ocasionais, como tempestades, ciclones ou furacões, alguns locais de perfuração, principalmente em água mais profundas, estão num mar constantemente agitado. Sendo capazes de perfurar em águas mais profundas e mais agitadas, as semisubs abriram um novo filão para as operações de exploração e desenvolvimento de campos de petróleo.
Ocean Novag – SS tipo “Column Stabilized”
As plataformas semi-submersíveis mais conhecidas são as “column stabilized”. Neste tipo deplataforma, dois cascos horizontais são conectados através de colunas cilíndricas ou retangulares no convés de perfuração, logo acima da água. As colunas menores, que são as diagonais, são usadas para suportar a estrutura.
A submersão este tipo de semisub é conseguido preenchendo parcialmente a casca horizontal com água até que o equipamento tem submerso até a profundidade desejada. Amarras de ancoragem da plataforma acima do bem e de posicionamento dinâmico pode ajudar a manter a semisub no local, também.
Submersão de Plataforma
As semisubs e outras unidades offshore são amarradas de forma sistemática, mas existem muitos arranjos diferentes para várias situações. A amarração é feita com uma série de âncoras, seguindo diversos padrões de amarração que são usados para manter a plataforma flutuante no local, como por exemplo amarração simétrica de seis linhas, amarração simétrica de oito linhas, amarração simétrica doze linhas, amarração de nove linhas 45i-90i, dentre outros.
Esquema didático mostrando amarração de uma SS
Esses “spreads” (arranjos / padrões) de amarração são escolhidos em função da forma daunidade a ser ancorada e as condições do mar no qual ela será ancorada.
Amarração de Plataforma
Como a operação no poço é extremamente precisa, é muito importante que a semisub seja mantida na posição, mesmo com ondas e ventos agindo sobre ela. Além disso, operando em águas ultra profundas, o riser de perfuração pode abranger milhares de metros do piso de perfuração da até o BOP, localizado nofundo do mar, bem na cabeça do poço.
O equipamento de perfuração é relativamente flexível, permitindo que o mesmo suporte pequenos movimentos causados pelo vento e pelas ondas, mas os risers de perfuração não deve ser forçados além dos seus limites, pois podem quebrar.
A Deepwater Horizon era uma Semi Submersível DP
Adicionalmente, um sistema de posicionamento dinâmico pode ser utilizado, bem como cabos de amarração para manter o equipamento no local. O posicionamento dinâmico usa motores diferentes ou unidades de propulsão a bordo para neutralizar as ações de agentes externos que tendem a tirar a plataforma de posição. Muitas vezes o sistema de posicionamento dinâmico é guiada por sinais de telemetria de balizas instaladas no fundo do mar, informações enviadas por satélite e até mesmo por movimentos angulares de um cabo.
Esperamos que esta matéria tenha sido bem elucidativa a todos os leitores.

Sds,

Carlos R. Oliveira
Controle  da  Qualidade
Carlinhosmg no Skype; Twitter e Facebook.
"Transforme as pedras que você tropeça nas pedras de sua escada." (Socrates)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Peças para a P-63 são desembarcadas em Rio Grande


Peças para a P-63 são desembarcadas em Rio Grande

Galpões retráteis estão em fase de final de construção o canteiro de obra da Quip.


O navio Traveller, de bandeira holandesa, atracou no cais do Porto Novo do Rio Grande, em frente ao canteiro de obras da Quip S/A, na madrugada de domingo, 10, com 24 peças feitas de aço para a plataforma de petróleo P-63. A carga, proveniente da Turquia, totalizando 970 toneladas, é composta de estruturas metálicas que vão compor alguns dos módulos da plataforma a serem construídos em Rio Grande.
A operação de desembarque das peças começou por volta das 7h50min de domingo. No primeiro dia, foi até as 22h e ontem foi retomada, estendendo-se por todo o dia. A previsão era que o desembarque fosse concluído entre a noite passada e a manhã desta terça-feira. As peças foram montadas na Turquia de acordo com o projeto de engenharia da Quip, responsável por construir a plataforma e, junto com os demais parceiros, fazer sua operação nos primeiros 30 meses.
Em meados de junho deve chegar outro navio a Rio Grande com as peças finais das estruturas dos módulos. Estão previstos também outros navios com mais equipamentos. A P-63 será construída no canteiro de obras da Quip na ponta Sul do Porto Novo. Neste local, estão em fase final de construção galpões retráteis que irão abrigar a construção dos módulos da plataforma.
Esta é a terceira plataforma a ser feita em Rio Grande. A primeira foi a P-53, já concluída e em operação, e a segunda é a P-55, que está sendo montada pela Quip no Estaleiro Rio Grande (ERG1). A P-58 também será feita no Município.
A P-63 se constitui em um investimento de US$ 1,3 bilhão e sua conclusão está prevista para dezembro de 2012. É uma plataforma do tipo FPSO, que terá 334 metros de comprimento e irá operar no Campo de Papa Terra, na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. Terá capacidade para processar 140 mil barris por dia de petróleo e 1 milhão de Nm³/dia de compressão de gás.
A unidade gerará 98 Mwh de energia e armazenará até 1,4 milhão de barris de petróleo. No pico de sua construção, deverão ser gerados em torno de 3 mil empregos diretos e outros 4,5 mil indiretos. O contrato para a P-63 é executado através de joint-venture formada pelos Grupos Quip e BW Offshore. A Quip construirá os módulos de processo e completará a integração deles no casco do navio tanque BW Nisa, que está sendo convertido em casco desta plataforma na China, em parceria com o Grupo BW Offshore. 
Fonte: Carmem Ziebell - jornalagora.com.br

terça-feira, 5 de abril de 2011

Descubra por que os campos de petróleo têm nomes de peixes brasileiros.

Imagem: http://www.oceanica.ufrj.br
Texto: Istoé
Links: Petrobras

Desde a primeira descoberta no mar, os peixes do litoral brasileiro começaram a batizar os campos de petróleo. A idéia já rendeu muitos peixes... A rede da Petrobras já conta com 65 espécies ao longo do litoral brasileiro, e é esse vasto cardume de petróleo que tem contribuindo para a auto-suficiência brasileira.
Em torno de 85% do total da produção nacional vem das jazidas que estão no fundo do mar. O primeiro peixe surgiu em 1968 Sergipe. A escolha do nome partiu de um geólogo da Petrobras, que acabara de comprar um livro chamado Os peixes do Brasil. Na obra, encontrou, entre centenas de espécies, a guaricema, peixe de águas quentes do litoral sergipano. Estava decidido o nome do primeiro campo de petróleo no mar. Nasceu também ali a decisão de batizar com nomes de peixes os futuros campos na plataforma continental. As descobertas prosseguiram. Em 1969 veio o campo de Caioba. O nome correto do peixe é cioba, porém os gringos que trabalhavam nas plataformas pronunciavam conforme a fonética da língua inglesa, por isso o nome acabou sendo modificado. Logo vieram Dourado, Camorim, Tigre, Arraia e Robalo, todos no litoral nordestino.
Os nomes eram escolhidos sem critério, até que se estabeleceu uma pequena norma na nomeação. O nome deveria ser de uma espécie comum à região de descoberta. Além disso, o ideal era escolher um peixe cujo tamanho correspondesse às perspectivas da produção. Nem sempre deu certo. Em 1974, testes iniciais em mais uma acumulação de petróleo na bacia de Sergipe prenunciaram um campo de grande porte. Diante do entusiasmo, o nome escolhido foi Mero, um gigante dos mares brasileiros. Os fatos não confirmaram a expectativa e o gigante transformou-se em sardinha. Em outros casos aconteceu o contrário. Ainda naquele ano, a Petrobras fisgou seu primeiro peixe no litoral fluminense, e inaugurou, com Garoupa, a Bacia de Campos. A pescaria multiplicou-se. Nos anos 80, a Petrobras rumou para águas profundas, e aí encontrou um de seus maiores peixes: o giganteAlbacora, também na Bacia de Campos. Nessa época, a lista de nomes de peixes da região das descobertas começou a se esgotar. A saída foi usar nome de espécies de qualquer ponto do litoral brasileiro. O próprio albacora é mais comum na região Norte/Nordeste. A partir da década de 90, a escassez de nomes de peixes determinou que se usassem nomes de seres marinhos. Foi quando surgiram os campos de Estrela do mar, Caravela e Coral, na Bacia de Santos, e o Parque das Baleias, no mar do Espírito Santo, com os campos de Jubarte, Baleia-Azul, Baleia-anã, Cachalote, Golfinho e Baleia-Franca.



Fonte: blog-oil.

sábado, 2 de abril de 2011

Confirmada construção de mais uma plataforma para exploração de petróleo em Rio Grande

Rio Grande terá mais uma plataforma para exploração de petróleo, a P-58. O anúncio do investimento foi feito na manhã desta sexta-feira, pela Quip/SA, que já construiu a P-53 e está montando a P-63 e a P-55 no Porto de Rio Grande. A obra é da Queiroz Galvão, empresa acionista da Quip.

Esta plataforma era disputada por outros portos, mas acabou se confirmando a opção pelo sul do Estado. O casco da P-58, vindo de Cingapura, é aguardado para outubro deste ano e ficará na parte sul do Porto Novo de Rio Grande. A expectativa é de que a P-58 gere 1,3 mil empregos. O valor do investimento ainda não foi divulgado.
Fonte: ZERO HORA

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