
terça-feira, 29 de julho de 2014
Sem novos pedidos, crédito a estaleiros pode ficar restrito

domingo, 2 de março de 2014
Plataforma P-58 entra em operação em março
Anúncio foi feito por Verônica Sanchez, coordenadora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) Energia, em Vitória (ES)
segunda-feira, 22 de julho de 2013
UTC Engenharia deixa de ser sócia da empresa Quip
quarta-feira, 13 de março de 2013
Quatro mil trabalhadores do Polo Naval param por reajuste salarial
Fonte: Jornal agora
domingo, 27 de janeiro de 2013
Pico de empregos ainda não foi atingido em Rio Grande
Falta de mão de obra especializada faz com que o número de forasteiros aumente na cidade.
Pelo menos 10 mil trabalhadores atuam no polo naval e estima-se que mais de 40% não tenha nascido em Rio Grande. Com os novos empreendimentos, o número pode chegar a 20 mil, inflando o percentual de forasteiros, porque falta mão de obra especializada.— Fizemos a P-53 (veja quadro abaixo) com o que chamamos de turma de 65. A maioria vinha do Rio, estava aposentada. Tinha atuado na indústria naval, que quase deixou de existir na década de 80. Formamos alguma mão de obra local, mas é insuficiente — conta Gilson Moreira, da Quip. As empresas não realizam recrutamento fora do Estado. Os trabalhadores é que enviam seus currículos. Tem ainda a propaganda boca a boca, o que pode explicar a grande leva de nordestinos. Se faltam operários no polo, também há escassez no mercado tradicional. Uma madeireira da cidade perdeu tantos funcionários que teve de recrutar uma nova leva em Arroio Grande. Os salários no comércio inflacionaram, mas não são suficientes para prender quem tem qualificação técnica para trabalhar nos estaleiros. LINHA DE PRODUÇÃO os empreendimentos da indústria naval em operação Estaleiro da Quip P-53 - Primeira plataforma construída em Rio Grande. Ficou pronta em 2008. P-58 - Plataforma FPSO (casco flutuante) P-63 - Estaleiro Rio Grande 1 (dique seco) P-55 - Plataforma semissubmersível (Quip e Estaleiro Atlântico Sul) 8 cascos FPSOs (Ecovix) O que ainda está por vir Estaleiro Rio Grande 2 Navios-sonda (Ecovix) Estaleiro Wilson Sons São José do Norte Estaleiro EBR (obras previstas para se iniciarem em fevereiro) 2 plataformas FPSO (P-74 e P-76)
Fonte: Zero Hora
sábado, 15 de dezembro de 2012
Espaço confinado
Conforme a Nr 33, Espaço Confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua; que possua meios limitados de entrada e saída; cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimeto de oxigênio.
Os trabalhos em áreas confinadas são uma das maiores causas de acidentes graves em funcionários. Seja por ocorrência de explosão, por incêndio ou asfixia, estes acidentes em muitos casos têm conseqüências fatais. Pesquisas realizadas pela OSHA (Norm Americana) revela que 90% do acidentes são causados por falta de oxigênio, ou seja por riscos atmosféricos.
A fim de minimizar e, se possível, eliminar tais acidentes, o trabalho em áreas confinadas foi normatizado através da ABNT 14.787 que, entre outras providências, exige a adequada ventilação dos espaços confinados. A exaustão e/ou insuflamento dos ambientes confinados tem como objetivo principal reduzir a concentração de substâncias tóxicas e/ou perigosas presentes na atmosfera do ambiente confinado, seja antes do início dos trabalhos seja no decorrer destes. Vale salientar que a ventilação é mais eficiente do que a exaustão, no caso deste segundo deve-se aplicar na fonte geradora, por exemplo em um serviço com solda, enquanto isso a ventilação fará a retirada de um todo no espaço, para este caso chamamos de sistemas combinados.
Outras definições de Espaço confinado, porém a titulo de conhecimento, por não constar da nossa norma em vigência, segue abaixo:
a) seja grande o suficiente e configurado de forma que o empregado possa entrar e executar um trabalho;
b) possua meios limitados ou restritos para entrada ou saída (por exemplo, tanques atmosféricos, vasos de pressão, torres de processo, reatores, silos, caixas de passagem, tanques de carga e lastro, fornos, entre outros);
c) não seja projetado para a permanência contínua de pessoas.
d) contém, conteve, ou tem o potencial armazenado para desencadear um risco, entre eles, o mais grave, é o risco atmosférico.
Os Riscos Atmosféricos dividem-se em atmosferas tóxicas, inflamáveis, deficiente de O2 e enriquecida de O2.
Critérios gerais
Todos os espaços confinados devem ser considerados inseguros para entrada, até que sejam providos de condições mínimas de segurança e saúde. Nesses espaços só é permitida a entrada após emissão de uma permissão para trabalho por escrito. Deve ser previsto treinamento para os trabalhadores quanto aos riscos a que estão submetidos, a forma de preveni-los e o procedimento a ser adotado em situação de risco, conforme norma ABNT NBR 14787. O Ministério do Trabalho e Emprego possui Norma Regulamentadora específica para espaços confinados, a NR 33. Deve existir sinalização (placa de advertência) com informação clara e permanente, proibindo a entrada de pessoas não autorizadas no interior do espaço confinado. Quando os trabalhos estiverem paralisados, além da sinalização de advertência, devem ser previstos dispositivos para impedimento da entrada no espaço confinado. Os trabalhos devem não só começar de maneira segura, mas devem sobretudo permanecer de maneira segura, e para isso, torna-se primordial uma boa APR (análise preliminar de riscos) que dará subsídio para a emissão da PET (permissão de Entrada e Trabalho) em espaços confinados. Com a evolução da tecnologia, e o desenvolvimento da segurança do trabalho, hoje podemos contar com um poderoso gerenciador de espaços confinados, que busca atender todos os requisitos da NR33, chamado SIEC, Sistema Integrado de Espaços Confinados, que centralizará todos os espaços confinados de uma unidade industrial, organizando as análises preliminares de riscos, e acima de tudo auxiliando o processo de gestão do responsável técnico da unidade, pois o SIEC gerencia os treinamentos obrigatórios, data de vencimento dos treinamentos de 16 horas e 40 horas, vencimento de ASO (atestado de saude ocupacional), sendo assim, podemos nos sentir mais seguros e organizados em relação à sistemas de gestão, indo ao encontro dos conceitos de OHSAS 18001 e ISO 14001.
Alem da NBR 14787 Mencionada acima tambem trata de assunto de espaço confinado a NBR 14606 Postos de Serviço -Entrada em Espaço Confinado que a muitos anos havia algo superior , algo denominado confinado.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Combater precariedade no trabalho é prioridade no setor naval

Com uma visita as estaleiros Mauá e STX, em Niterói (RJ), foi encerrada na quarta-feira (21) a reunião anual do Grupo de Trabalho Internacional dos Trabalhadores do Setor Naval. O encontro, organizado pela IndustriALL com o apoio da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT, teve início na segunda-feira, e reuniu trabalhadores do Japão, Coreia do Sul, França, Holanda, Dinamarca, Noruega, Chile e Brasil.
Durante a reunião, foi apresentado um panorama sobre o setor em todo o mundo e debatido um dos principais problemas que acarretam na precariedade de trabalho no setor: a logística reversa e a responsabilidade pelo desmanche de navios.
Ainda hoje, de acordo com os participantes, persiste a lógica de os países mais ricos construírem as embarcações, restando aos mais pobres, como Paquistão, Bangladesh e Índia, a responsabilidade pelo desmanche, que é feito nas piores condições de trabalho. No total, só nesses três países, 120 mil operários trabalham no desmanche e, em muitos casos, nem mesmo água potável têm para beber durante a sua jornada diária.
Por isso, o GT de Trabalho definiu como uma das bandeiras de luta dos trabalhadores a de que é atribuição de quem constrói o desmonte de navios. “A construção e o desmanche fazem parte do mesmo ciclo. Não podemos admitir que os locais com menor organização sindical sejam os escolhidos pela indústria naval para o desmonte. Temos de interromper esse processo de precariedade com a nossa união e com a solidariedade internacional”, destacou Edson Carlos Rocha da Silva, que é trabalhador do estaleiro Mauá, secretário de administração e finanças da CNM/CUT e coordenador do GT do Setor Naval no Brasil.
O setor naval emprega atualmente 55 mil trabalhadores no Brasil. Este número é cinco vezes maior do que há 10 anos. E o setor no país, de acordo com os dados da IndustriALL, é um dos que está apresentando maior crescimento mundial (o que está mais crescendo é a China). “O potencial de geração de empregos na indústria naval é imenso. Para cada emprego direto, quatro indiretos são gerados”, lembrou o coordenador.
A recuperação da indústria naval no Brasil começou a ocorrer a partir de 2003, com a decisão do governo Lula de construir em território nacional as plataformas da Petrobras.
Fonte: Solange do Espírito Santo - CNM/CUT
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
G. Foster Fiscaliza as obras do Polo Naval de Rio Grande - RS
| Maria das Graças Foster destacou a importância das obras executadas em Rio Grande |
O tema do encontro foi o andamento das plataformas P-58 e P-63, que estão sendo construídas pela Queiroz Galvão e Quip, respectivamente. Após a reunião, Maria das Graças Foster foi ver os módulos das duas plataformas. Também esteve a bordo da P-58, vistoriando as instalações da plataforma. Posteriormente, ela deslocou-se para o Estaleiro Rio Grande 1 (ERG1), onde foi recebida pela equipe da Petrobras.
No ERG1, a presidente verificou o andamento das obras da P-55 e reuniu-se com as empresas envolvidas na construção desta plataforma e dos oito cascos replicantes para o Pré-sal. Também visitou a área de obras do ERG1. A imprensa não foi autorizada a acompanhar a visitação. Graças Foster só falou com a imprensa no aeroporto, pouco antes de deixar a cidade.
Em entrevista à imprensa, Maria das Graças falou que sua intenção com visitas técnicas como esta é tomar conta das obras da Companhia. "Nós temos muitas atividades aqui extremamente importantes. Trata-se de, nada mais, nada menos, que óleo que está na nossa curva de produção, no nosso plano de negócios. As obras têm que estar no prazo, porque do contrário acabam comprometendo a curva de produção", ressaltou.
Conforme ela, são muitas atividades em andamento em Rio Grande, muito trabalho, muita gente trabalhando, e muitos desafios para manter os prazos. "Muitas atividades estão nos prazos. Outras passam por caminhos críticos que estão sendo superados, mas nada que não faça parte da rotina da Petrobras", relatou. Lembrou que em Rio Grande estão em construção a P-58, a P-63, a P-55 e os oito cascos de plataformas para o Pré-sal.
Gestão Petrobras
Sobre comentários de que a Petrobras estaria se afastando da administração do ERG1 e reduzindo seu pessoal em Rio Grande, Maria das Graças negou serem verídicos. "O que chamamos de Polo Naval é o ERG1 e a gestão é Petrobras. A gente não vai abrir mão disto, porque o que tem aqui é muito valioso para nós. A gestão é Petrobras e vamos colocar mais gente da Petrobras aqui (Rio Grande), pessoas que virão para fiscalizar, tomar conta, medir o desempenho", garantiu.
Ela destacou que está há nove meses na Companhia e já veio quatro vezes a Rio Grande. "Daqui a um mês, venho de novo, porque Rio Grande tem um papel fundamental na produção da Petrobras", anunciou, acrescentando que são visitas técnicas para cobrar o desempenho das obras.
Aumento do preço da gasolina ainda em 2012
Sobre o impacto da demora no aumento do preço dos combustíveis, previsto no plano de negócios da companhia, Graça reiterou a declaração da véspera. "O caixa da Petrobras está muito bem, a companhia vai virar o ano com o caixa muito saudável. É o ano de maior investimento da Petrobras, em torno de R$ 85 bilhões só em 2012."
Graça também comentou que uma possível oscilação do petróleo no mercado internacional pode interferir na necessidade de reajuste dos combustíveis no Brasil, ainda que nem aumento e nem recuo nos preços estejam previstos. "Se acontece de você ter uma queda no preço do barril do petróleo, por enquanto não há previsão disso, você não precisa ter aumento. Ao contrário também, se há um disparo do brent, que também não há previsão para isso, as coisas começam a ser mais urgentes."
Cumprimento de prazo e aumento do preço dos combustíveis (Vídeo RBS)
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
P-58 realiza manobra para receber içamento de módulos
No período da tarde foi dado início ao içamento do módulo sete - manifold - e o trabalho foi finalizado em seguida. De acordo com a Quip, na quinta (8) foi também a primeira vez em que foi utilizado um guindaste deste modelo no mundo. O PTC do Vento DS é o maior da linhagem em operação no planeta. A colocação dos segmentos iniciou no mês de setembro e foi atrasada pelos fortes ventos ocasionados em outubro. As condições climáticas interferem diretamente na fase em andamento.
A previsão é de que até o final de novembro todos os módulos - ao todo 23 - restantes já estejam em cima da plataforma para que seja iniciada uma nova etapa. Neste segundo momento será feito um trabalho de integração das partes através do aparelhamento e soldagem nos locais e formas adequados.
Petrobras-58
Trazido ao município para ter o casco transformado na plataforma de petróleo P-58, o navio Welsh Venture atracou no porto de Rio Grande no dia 11 de outubro. Antes disso permaneceu 21 dias fundeado a 12 milhas da costa enquanto seu ingresso no canal era planejado pela Capitania dos Portos em parceria com a Petrobras. A plataforma está sendo construída pela CQG Construções off shore em parceria com a Quip que atua nas áreas de engenharia e suprimentos. Durante este período foram gerados cerca de 1,3 mil empregos com investimento orçado em R$ 2,27 bilhões. Esta é a quarta plataforma a ser feita no polo naval do município.
A previsão de entrega da P-58 é para o segundo semestre de 2013. Depois de finalizada a estrutura será enviada para o Parque das Baleias, no Espírito Santo, onde deverá ser instalada a aproximadamente 78 quilômetros da costa, na profundidade de 1,4 mil metros. A plataforma será capacitada para produzir, processar, armazenar e escoar petróleo. A produção diária estimada é de 180 mil barris, compressão de seis milhões de metros cúbicos de gás e injeção de água de 350 mil barris. As acomodações poderão receber cerca de cem pessoas.
sábado, 1 de setembro de 2012
Construtoras gaúchas querem ser parceiras em empreendimentos do polo naval e setor portuário
Integração da P-58 deve começar na próxima semana
As obras para ampliação da infraestrutura da Quip consistem na extensão do cais 1 e implantação do cais 2, na área sul do canteiro da empresa, mas a construção do cais 2 está prevista para ocorrer a partir de 2013.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Até o fim do ano Nuclep entrega 14 equipamentos para plataformas
Petrobras receberá material para P-58 e P-62 e navio processador de óleo.
Nuclep participa ainda de construção de submarinos franceses.
Segundo disse, a Nuclep diversificou sua área de atuação: um dos principais parques industriais do estado, criado para dar apoio ao Programa Nuclear Brasileiro, em 1979, hoje responde pelos equipamentos das usinas nucleoenergéticas de Angra, e atende à Petrobras em equipamentos para plataformas e para o Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Sul recebe empregos navais repudiados no Nordeste
terça-feira, 29 de maio de 2012
Metasa planeja fábrica para município de Charqueadas e outra unidade junto ao polo naval
A indústria metalúrgica Metasa, com sede em Marau, anunciou um novo investimento no Estado, desta vez na cidade de Charqueadas. Já a unidade prevista para Rio Grande vai demorar mais 16 meses para entrar em operação. A empresa assinou com o governo do Estado um protocolo que amplia o prazo para que a companhia instale uma fábrica junto ao polo naval. O projeto de instalação foi firmado há dois anos e deveria começar a operar no início de 2012, mas as obras sequer foram iniciadas. Por isso, o projeto passou por uma reavaliação da Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), que determinou a renovação.
Segundo Oscar de Azevedo, diretor de novos negócios da empresa, a demora foi ocasionada pela dificuldade de definir exatamente que produtos deveriam ser feitos em Rio Grande. “Nossa ideia inicial era uma, mas os itens que pensávamos produzir ali acabaram sendo importados por nossos clientes, com preços com os quais não conseguiríamos competir. Por isso o projeto acabou atrasando e abriu espaço para essa renegociação, onde definimos também a instalação de uma terceira unidade produtiva no Estado, em Charqueadas”, disse o executivo. A Metasa ficará, então, com quatro unidades de produção no País, somando-se a operação de Santo André (SP).
Ele afirmou que o investimento em Charqueadas, que teve protocolo assinado no dia 5 de abril, não concorre com o que já havia sido anunciado para Rio Grande. Isso porque a empresa pretende produzir estruturas pesadas primárias e secundárias na região carbonífera (módulos de sustentação de plataformas de petróleo), enquanto em Rio Grande – onde o terreno destinado à Metasa não tem acesso por via aquática – a proposta é construir estruturas leves.
Segundo Azevedo, agora a empresa volta à etapa de ouvir clientes e a Petrobras, para detalhar como será a produção. Um dos fatores que determinarão o tamanho dos investimentos (tanto em valores, quanto em capacidade produtiva a ser instalada) é a distribuição a ser feita pela Petrobras para a produção de módulos de exploração de petróleo. A empresa irá se preparar para atender aquelas que disputam tais contratos e vai dimensionar as duas unidades produtivas de acordo com o que será produzido no Estado.
O acordo inicial da Metasa para Rio Grande previa a construção de uma fábrica com cerca de 135 mil metros quadrados de área e capacidade instalada para o processamento de até 60 mil toneladas de aço por ano. O complexo deveria absorver, pela previsão inicial, cerca de R$ 370 milhões em investimentos. Já em Charqueadas, segundo a prefeitura, o documento firmado em abril é referente à aquisição do terreno para a instalação da indústria. A expectativa local é que sejam gerados 600 empregos, entre diretos e indiretos, e a avaliação do investimento chega a R$ 120 milhões – os valores não foram confirmados pela empresa ou pelo Estado. “Tudo depende de quantos módulos serão feitos no Rio Grande do Sul. Qualquer número agora seria especulação”, ponderou o secretário adjunto da SDPI, José Antônio Antunes Júnior.
Para Antunes, o importante é que a renovação do acordo entre o Estado e a Metasa está alinhada com o plano de desenvolvimento industrial para a indústria naval. “Estamos, com a Metasa e com as outras empresas que já demonstraram interesse de se instalar tanto em Rio Grande quanto ao longo da hidrovia, sobretudo em Charqueadas, criando um cluster.”
Antunes observou que a criação de um outro ponto dedicado à indústria naval em Charqueadas (além daquele já existente em Rio Grande) está em consonância com a estratégia de descentralizar os investimentos.
Fonte: Portos e Navios
terça-feira, 24 de abril de 2012
Rio Grande, de rio-grandinos e brasileiros
| Com Polo Naval, população da cidade começa a ganhar um novo perfil |
Filhos desta terra ou não, há uma nova onda na cidade do Rio Grande. São novas opções de lazer que vão surgindo, oportunidades de trabalho, de estudos. Um mercado que cresce em ritmo acelerado e que recebe uma incumbência cada vez maior. Receber profissionais, aprendizes e trabalhadores de todas as áreas e adotar como se estes sempre fossem daqui.
Com o desenvolvimento do Polo Naval, vários trabalhadores vêm integrar esse complexo e, junto com eles, famílias que acabam se integrando ao sistema da cidade e passando a atuar no comércio, na indústria e nos serviços. Rio Grande está se tornando um centro de aglomeração e unificação de pessoas de diversas regiões do Brasil que precisam conviver em harmonia.
No último dado estatístico feito pela empresa Quip - que integra o Polo Naval - este ano, a grande maioria dos funcionários pertence a Rio Grande e a cidades da região. Em todo complexo da Quip, 80,9% dos trabalhadores são gaúchos, sendo que 69,7% são rio-grandinos. Os outros 19,1% de trabalhadores pertencem aos demais estados brasileiros. Estes números foram levantados em março de 2012.
Mesmo que a proporcionalidade de funcionários de fora do Rio Grande do Sul seja menor do que a de gaúchos, é muito perceptível a entrada de outros estados na cultura rio-grandina. Em bares, restaurantes, festas noturnas notamos a presença desses “estrangeiros” que ajudam a construir a nova cidade do Rio Grande.
Adaptação e cultura
Edgar Velloso tem 32 anos e nasceu no Rio de Janeiro. Está na cidade desde maio de 2007. “Antes de eu vir de vez eu já tinha vindo algumas outras vezes aqui. E quando me fizeram o convite, posso dizer que me assustou bastante”, afirma ele.
Edgar é coordenador de desenvolvimento de software e tecnologia da informação da Quip e afirma que hoje não se acostumaria a morar novamente no Rio de Janeiro. “Os primeiros meses foram complicados. Mas a questão cultural foi bem positiva, pois quando cheguei aqui e vi a cultura gaúcha, ela chama atenção. Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina não tem identidade tão forte. Quando eu vi o que tudo significava vi que era muito bonito. Eu morei toda vida no Rio e nem sabia que lá tinha hino, achava que era o ‘Cidade Maravilhosa’”.
Edgar começou a morar no centro e depois se mudou para o Cassino. “A paz, o sossego, a tranquilidade. No máximo em 30 minutos eu chego em casa. Todos esses fatores começaram a despertar o meu carinho pela cidade. Fiz muitos amigos, conheci minha esposa aqui também. Até na hora de buscar um serviço é mais fácil, aqui você liga pro mecânico que é seu amigo e ele vai buscar o seu carro, lá no Rio você perde o dia inteiro tentando fazer isso”, afirma ele.
Segundo ele, a qualidade de vida que Rio Grande apresenta é muito boa. “Deixar o carro em casa e poder ir ao cinema, caminhar na avenida. Eu conheço muita praia, mas como a daqui não tem igual”, avalia. Sobre o frio, Edgar fala que estranhou muito quando chegou aqui. “Quando geava eu tirava foto e mandava para o Rio. O frio incomoda bastante, mas o calor constante também. No frio você põe um casaco e se esquenta, no calor não tem o que você fazer”, conclui.
Já Gilson Moreira, da comunicação social da Quip, está morando em Rio Grande há dois anos. “As facilidades que Rio Grande tem me encantam, poder ir ao supermercado, ser atendido mais rapidamente nos lugares. Fui trocar o nome da conta de luz e consegui fazer isso no horário de almoço. No Rio, iria perder o dia. O que mais minha esposa sente falta é de um shopping center”, afirma ele.
Já Edgar também diz que sua esposa, que é de Bagé, não se importaria de morar no Rio de Janeiro. E ele avalia que o que falta em Rio Grande é a pavimentação de ruas. Gilson afirma que a mobilidade para chegar a Rio Grande ainda é complicada. “Falta aeroporto, duplicação da estrada. Na Feira do Polo Naval ficou clara essa dificuldade de chegar até Rio Grande. Falta uma ligação com a Capital”, conclui.
Sobre um dos principais problemas que Rio Grande vem enfrentando, os dois avaliam que não chega a ser tão sério assim. “Aqui não tem engarrafamento. Tem lentidão. Há um problema cultural que as pessoas não estão acostumadas”, avalia Edgar.
Fonte: Jornal Agora (André Zenobini)
terça-feira, 20 de março de 2012
Presidente da Petrobras visita canteiro de obras da Quip
Fonte: Jornal Agora
quarta-feira, 14 de março de 2012
É necessário acordar!!!
Dr. Cleiton Peixoto Primo*
Desde a implantação do Polo Naval em Rio Grande tenho acompanhado atentamente o desenvolvimento de nossa querida cidade. Embora esteja residindo em outro estado da federação (Santa Catarina) há cerca de 15 anos, diariamente, acordo pensando o que fazer para contribuir com este desenvolvimento que “não é sonho é, sim, uma realidade“. A leitura que faço sobre nossa cidade é a seguinte: a cidade Macaé/RJ, em função do seu desenvolvimento petrolífero e naval transformou-se em um verdadeiro polo hoteleiro e naval formado pelas maiores bandeiras hoteleiras. Ao chegar em Macaé, percebe-se nitidamente que a população nativa mudou-se para cerca de 45 km de distância ou seja para a cidade de Rio das Ostras.
A população atual transformou-se em técnicos e peões. Dentro de no máximo cinco anos, Rio Grande será transformado exatamente como Macaé. Por esta razão “é necessário” urgentemente que os empresários rio-grandinos acordem para esta realidade que não é sonho. É necessária maior velocidade nas ações a serem realizadas. É necessário que as autoridades municipal, estadual e federal formem um grande pacto com a finalidade de apoiar a chegada de toda a cadeia produtiva do Polo Naval. Deixem de pensar na política e passem a pensar no povo rio-grandino e na cidade do Rio Grande.
Cem ou duzentos milhões de reais para obras de infraestrutura (habitação, saneamento, educação, saúde e outros) não são nada para tudo isto que está ocorrendo. Precisamos de bilhão para cima.
Os investimentos no Polo Naval são de bilhões e é necessário investir urgentemente na mobilidade urbana sob pena de brevemente termos um colapso. É necessário centenas de novos projetos afins de que a cidade do Rio Grande bem como a população rio-grandina e os novos moradores possam usufruir de uma melhor qualidade de vida.
Também é necessário incrementar o turismo em nossa região através do Oceanário Brasil da Furg. Este grandioso empreendimento trará a Rio Grande e à praia do Cassino, em cinco anos, após a sua edificação, cerca de 1 milhão de turistas, ou seja cerca de 200 mil turistas por ano.
É preciso que todos os envolvidos neste progresso se reeduquem qualificando melhor suas empresas e seu quadro funcional para que todos possam participar ativamente deste desenvolvimento que, repito, não é sonho é realidade. Tudo isto que está acontecendo é para que todos nos possamos usufruir, é para nossos netos, bisnetos e tataranetos.
Se a população do Rio Grande não despertar. Lamento muito informar que a cidade irá perder muito, mas muito mesmo.
Precisamos urgentemente mudar, mudar na política atual, mudar a forma de atuação dos empresários rio-grandinos, tendo como lema mais velocidade, mais dinâmica nas ações que se fazem necessárias para que haja um desenvolvimento organizado e sustentável. Trazendo como consequência uma vida digna com qualidade a todos os rio-grandinos e a todos aqueles que estão chegando.
É necessário pensar e colocar em prática com velocidade ações e projetos que levantem a alta estima deste povo rio-grandino que há cerca de 03 décadas aproximadamente vem sofrendo pela estagnação ocorrida.
A empresa Engevix, da qual a ecovix faz parte, e qual conheço com profundidade, é a maior empresa brasileira na área de projetos e gerenciamento de grandes obras públicas e privadas. Mais de 2000 funcionários, entre engenheiros, arquitetos, economistas e administradores de alto nível fazem parte de seu organograma funcional gerenciando e projetando as maiores obras de engenharia no Brasil e na América Latina. Há cerca de 45 anos atua fortemente nesta área é uma empresa catarinense com filiais em diversos estados da federação. Trata-se de uma empresa séria competente e cumpridora de suas obrigações perante aos seus clientes privados e públicos.
Na área de responsabilidade social, o grupo Engevix fundou através de seus três sócios fundadores, o instituto Engevix onde ali mais de 2 mil crianças são educadas e mantidas pelo Instituto e seus sócios com suas respectivas esposas fazem questão de administrar.
O povo rio-grandino tem a obrigação e o dever de acolher esta grandiosa empresa que veio para Rio Grande para ficar. E esta obrigação bem como o dever deve ser incrementado com muita velocidade através de dinamismo, competência e honestidade. Empresários rio-grandinos, organizem-se, reeduquem-se e sejam rápidos, caso contrário lamento informar que nossa cidade e nossos empresários perderão muito, mas muito mesmo.
*Advogado e consultor especialista em direito tributário e empresarial
Fonte: Jornal Agora (Artigo)
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Curso EQP-2011 - Churrasquinho de despedida
Galera comemorando com um churrasquinho o encerramento das aulas do curso de formação de Inspetores de Equipamentos 2011 (Zepto de Março a Dezembro) e de quebra também comemoramos o aniversário da amiga Maria.
Um grande abraço a todos os companheiros do curso da Zepto de Insp. Equipamentos 2011.
* Nenhum homem consegue ter sucesso a não ser que esteja preparado para enfrentar e ultrapassar as dificuldades, bem como assumir responsabilidades.
William J.H. Boetcker * >> Mais uma vez Parabéns ao formandos do curso EQP-2011 RS <<
De olho nos acontecimentos...
Galo Até Morrer!!!
Super Galo
Minha Princesinha
Galerinha do Barulho rsrsrs...
Filhotes, Filhos
EU E MINHA TURMINHA LINDA
FAMÍLIA











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