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terça-feira, 29 de julho de 2014

Sem novos pedidos, crédito a estaleiros pode ficar restrito

Empresários da construção naval estão preocupados com a possibilidade de uma eventual mudança na política de conteúdo nacional do setor uma vez que a Petrobras tem pressa no desenvolvimento de novos campos de petróleo no pré-sal. A companhia, segundo pessoas do setor, tem dado sinais seguidos de que pode colocar mais encomendas no exterior. "Já era, desde 2013, para ter mais encomendas da Petrobras para o setor, o que não tem se confirmado e preocupa, sobretudo em relação ao futuro, à continuidade da indústria", disse um executivo.
Em nota, a estatal negou que haja esse risco: "A Petrobras destaca que possui uma carteira de empreendimentos que irá garantir a demanda dos estaleiros nacionais para os próximos anos. A Petrobras entende como diferencial possuir uma indústria fornecedora capacitada e competitiva próxima às suas operações." A empresa também informou que vai continuar a demandar a indústria naval nacional com "exigência de conteúdo local".
O receio do estaleiros é que a falta de perspectivas de novas encomendas leve o sistema financeiro a restringir o crédito. Uma das principais fontes de financiamento para o setor é o Fundo da Marinha Mercante (FMM). Mas os estaleiros dependem também de capital de giro: "Já está havendo perda de capital de giro no nosso segmento", disse uma fonte.
O Estaleiro Rio Grande (ERG, controlado pela Engevix Construções Oceânicas (Ecovix), passa por momento de desafios. A Ecovix tem 30% de seu capital em mãos de consórcio japonês com participação da Mitsubishi Heavy Industries (MHI). No total, o ERG tem contrato de US$ 3,5 bilhões para construir para a Petrobras oito cascos de plataformas. Essas plataformas (P-66 até P-73) serão instaladas nas áreas de Lula e Iara, no pré-sal da Bacia de Santos.
O atraso de mais de um ano na construção da P-55, feita no ERG por outra empresa, levou a Ecovix a ter que recuperar prazos. E uma maneira de fazer isso foi "importar" mais serviços do exterior. 
A P-66 está em fase final de montagem em Rio Grande. Mas parte do casco da P-67, que está no ERG sendo montada, foi feita no estaleiro da Cosco, na China. A P-68 também terá parte do casco feita pelos chineses. Os módulos de acomodação e os de geração de energia para as oito plataformas também foram encomendados na China. A previsão é que a última das plataformas seja entregue no fim de 2016, com atraso sobre o cronograma original.
A Petrobras afirmou: "Em alguns dos projetos, a fim de garantir o cumprimento dos prazos acordados com a Petrobras, as empresas fornecedoras podem alterar a estratégia de condução das obras, inclusive com a subcontratação de produtos ou serviços no exterior, desde que devidamente acordado e autorizado pela Petrobras. Porém, essas alterações não implicam no descumprimento dos índices de conteúdo local acordados com a ANP [Agência Nacional do Petróleo], uma vez que grande parte dos serviços será executada nos estaleiros nacionais." A estatal não foi clara sobre a possibilidade de colocar novos serviços na China, a partir de 2014: "Eventuais transferências adicionais de escopo são analisadas, caso a caso, pela Petrobras, considerando os índices de conteúdo local e as datas de primeiro óleo estabelecidas no plano de negócios da companhia."
O ERG tem também contratos de US$ 2,4 bilhões para construir três sondas de perfuração encomendadas pela empresa Sete Brasil e que vão operar para a Petrobras. Uma parte do casco de uma das sondas está sendo feito na China. Já o Estaleiro Enseada Indústria Naval, em construção em Maragojipe (BA), está fazendo o primeiro casco das seis sondas que vai construir para a Sete Brasil no estaleiro da Kawasaki, no Japão.
O Enseada, controlado por Odebrecht, OAS e UTC, além da própria Kawasaki, que tem 30% do negócio, arrendou canteiro de obras existente ao lado do estaleiro onde está construindo módulos para a primeira sonda, batizada de Ondina. O contrato do Enseada para a construção das seis sondas soma US$ 4,8 bilhões. Parte do casco da segunda sonda também será feita no Japão, mas a partir da terceira unidade a expectativa é que os serviços sejam executados no Brasil. Para compensar a "importação" do Japão, o Enseada encomendou no Brasil itens que pretendia fazer no exterior, como o módulo de acomodação da primeira sonda.
A Petrobras afirmou: "A estratégia original [do Enseada] já contemplava que as frentes de obras de construção do estaleiro iriam conviver em paralelo com as obras de construção das sondas. Atualmente as obras de construção do estaleiro encontram-se com avanço superior a 75%."
Outro contrato do Enseada, a conversão de quatro cascos da cessão onerosa (P-74, P-75, P-76 e P-77) para a Petrobras, enfrentou desafio semelhante. Para três deles, há serviços sendo feitos no estaleiro da Cosco, na China. A Petrobras reconheceu que foi preciso mudar os trabalhos: "A alteração no planejamento inicial se deu por força dos serviços de revitalização do estaleiro Inhaúma [no Rio], em função da recuperação dos dois cais e da ocupação do dique seco [do estaleiro] pela P-74. Os prazos dos projetos estão mantidos."
A estatal afirmou que as fases de engenharia e suprimento das três sondas do ERG estão em estágio avançado e já existem contratos com os fornecedores "críticos". As atividades de construção das sondas do ERG estão em fase inicial. A companhia acrescentou: "É responsabilidade da Ecovix a definição da estratégia de condução e subcontratação do escopo, respeitando os conteúdos locais contratuais estabelecidos que, no caso das três sondas, situa-se na faixa de 55% a 60%." A Petrobras disse acreditar que os investimentos nos estaleiros ainda precisam de tempo para mostrar resultados.
Fonte: Valor Econômico

domingo, 2 de março de 2014

Plataforma P-58 entra em operação em março

Anúncio foi feito por Verônica Sanchez, coordenadora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) Energia, em Vitória (ES)


A plataforma P-58, que terá capacidade para produzir 180 mil barris de óleo por dia, entrará em operação em março. O anúncio foi feito pela coordenadora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) Energia, Verônica Sanchez, em Vitória (ES), em evento realizado este mês no Palácio Anchieta, onde apresentou as principais realizações do PAC 2 no estado capixaba.
De acordo com a coordenadora, a plataforma está posicionada, ancorada e ligada com os poços de petróleo da Bacia de Campos, localizada entre os estados do Rio de Janeiro (RJ) e Espírito Santo (ES).
A obra de construção da P-58 gerou 4,5 mil empregos diretos e foi realizada com 60% de produtos nacionais. Ela também produzirá 6 milhões de m³ de gás natural/dia, além de injeção de 58 mil barris de água/dia.
Entre as ações do PAC 2 concluídas, em andamento ou prestes a iniciar no ES foram destacadas a concessão da BR-101, a duplicação e concessão da BR-262, as obras em portos e aeroportos do Estado, além da concessão da ferrovia que vai ligar o Rio de Janeiro à Vitória, passando por Campos.
  “Para este ano, está o projeto de duplicação da BR-262, trecho entre Viana e o distrito de Vitor Hugo, já licitado e em fase de contratação da empresa, com obra executada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (Dnit). Foi inaugurada recentemente a obra da Rodovia do Contorno de Vitória, junto com o viaduto da BR-262, em Cariacica, assim como a obra de recuperação, alargamento e ampliação do cais do Porto de Vitória, em investimento de R$ 152 milhões”, disse Sanchez.


segunda-feira, 22 de julho de 2013

UTC Engenharia deixa de ser sócia da empresa Quip

 
 
 
A empresa Quip, sediada em Rio Grande e com foco no trabalho em plataformas de petróleo, perderá uma de suas sócias: a UTC Engenharia. Além dessa companhia, que detém 27,25% das ações, o restante da participação está divido entre: Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, cada uma com 29,75%, e Iesa Óleo e Gás com 13,25%.

Em nota, a UTC Engenharia esclarece que a decisão de descontinuidade de participação na composição acionária da Quip, prevista para ocorrer ao término da construção da P-55, leva em conta o planejamento estratégico da empresa. Assim como as oportunidades observadas no mercado de plataformas offshore para exploração de petróleo. Já a assessoria de imprensa da Quip comentou que o grupo perderá uma sócia ativa e positiva, mas já está suficientemente madura para prosseguir adiante.

Quanto aos possíveis desdobramentos, o especialista tributário da IOB Folhamatic EBS, uma empresa do Grupo Sage, Edino Garcia argumenta que, muitas vezes, nesses casos, as ações são oferecidas primeiramente aos sócios restantes. O coordenador da Área de Societário e Contratos do escritório Queiroz e Lautenschläger Advogados, Victor Lucio Mokodsi, concorda. "Uma regra muito utilizada é o direito de preferência aos outros acionistas", salienta. Fontes do setor da construção naval que acompanham a situação informam que será justamente isso que acontecerá, entretanto ainda não se sabe a proporção que caberá à cada sócia.

Quanto a valores, Mokodsi detalha que, salvo em casos específicos, a lei não estabelece formas de avaliação das ações. Entretanto, normalmente são definidos critérios, no estatuto social ou no acordo de acionistas, para a compra e venda de ações. O advogado reitera que os sócios de cada companhia podem determinar livremente formas de avaliação ou mesmo não estabelecer quaisquer regras sobre o assunto. Uma possibilidade é que os valores das ações sejam dimensionados por uma empresa especializada. Garcia salienta que grandes companhias abandonarem sociedades não é algo inédito e, em várias ocasiões, isso acontece porque uma das empresas começou a se considerar como o elo fraco da parceria.

Criada em 2005, o primeiro trabalho da Quip foi a construção da plataforma de petróleo P-53, para a Petrobras. A última encomenda finalizada pela companhia, no mês passado, foi a integração e o comissionamento da P-63. No segundo semestre, deverão ser concluídas as plataformas P-55 e P-58 (nessa estrutura a Quip presta serviço para a CQG Construções Offshore).

A sede da Quip está instalada no cais do Porto Novo, em um terreno de 320 mil metros quadrados. Possui filiais no Rio de Janeiro (engenharia e suprimento) e no Estaleiro Rio Grande, também na cidade de Rio Grande. Para se ter uma ideia do porte que a empresa atingiu, em junho a Quip foi a segunda companhia do Brasil que mais exportou com vendas de US$ 1,626 bilhão e participação de 7,7% no cenário nacional (o resultado deve-se à conclusão da P-63, entregue a uma subsidiária estrangeira da Petrobras). Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O primeiro lugar ficou com a Vale, com vendas de US$ 2,094 bilhões e participação de 9,91% sobre os embarques totais do País no mês (US$ 21,134 bilhões).
Fonte: Jornal do Commercio (POA)/Jefferson Klein

quarta-feira, 13 de março de 2013

Quatro mil trabalhadores do Polo Naval param por reajuste salarial

Aproximadamente, quatro mil trabalhadores participaram nesta segunda-feira, 11, de uma assembleia do Sindicato dos Metalúrgicos realizada em frente ao estaleiro ERG1, invadindo a BR-392 em frente ao Dique Seco. A assembleia ao ar livre durou toda a manhã e fez com que Rio Grande praticamente parasse.A pauta de reivindicação é de 10% de aumento de salário, vale refeição no valor de R$ 400 (hoje o valor é R$ 160), horas extras nos sábados em 100% (hoje as primeiras quatro horas são pagas sobre 50%) e horas extras aos domingos em 150%. Conforme o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Sadi Machado, a categoria engloba cerca de sete mil trabalhadores. "Estamos reivindicando valores econômicos. Há, sim, outras cláusulas, de condições de trabalho, que serão discutidas no futuro".Depois de sair da ERG 1, os trabalhadores foram a pé do Dique Seco até a Quip, na Honório Bicalho ou quilômetro zero da BR-392. Já em menor número, cerca de 300 entre homens e mulheres, fizeram uma parada em frente à empresa, chamando os trabalhadores para que se unissem a eles. "Paramos a P55. Agora vamos parar a P58 e a P63", gritavam os manifestantes. Foram pouquíssimos os que saíram da empresa para se unir à manifestação.O trânsito na BR-392 ficou extremamente lento durante o movimento e o engarrafamento foi da Honório Bicalho até o trevo de entrada principal da cidade, no viaduto. Filas enormes de ônibus, lotados de trabalhadores, caminhões e veículos leves, abarrotaram a faixa. Quem foi ao trabalho utilizando a estrada da Barra como via de escoamento não teve outra opção a não ser o atraso em mais de três horas. Motoristas reclamavam que estavam há mais de duas horas e meia esperando poder sair do lugar.Nesta terça, 12, a partir das 7h, o sindicato estará em frente à Quip, na Honório Bicalho, com a promessa de parar a empresa durante toda a manhã, tendo para isso convocado os trabalhadores para que comparecessem em massa. Enquanto isso, os trabalhadores apoiavam a direção do sindicato que entrou para negociar com a classe patronal.
Fonte: Jornal agora

domingo, 27 de janeiro de 2013

Pico de empregos ainda não foi atingido em Rio Grande

Falta de mão de obra especializada faz com que o número de forasteiros aumente na cidade.

Pelo menos 10 mil trabalhadores atuam no polo naval e estima-se que mais de 40% não tenha nascido em Rio Grande. Com os novos empreendimentos, o número pode chegar a 20 mil, inflando o percentual de forasteiros, porque falta mão de obra especializada.— Fizemos a P-53 (veja quadro abaixo) com o que chamamos de turma de 65. A maioria vinha do Rio, estava aposentada. Tinha atuado na indústria naval, que quase deixou de existir na década de 80. Formamos alguma mão de obra local, mas é insuficiente — conta Gilson Moreira, da Quip. As empresas não realizam recrutamento fora do Estado. Os trabalhadores é que enviam seus currículos. Tem ainda a propaganda boca a boca, o que pode explicar a grande leva de nordestinos. Se faltam operários no polo, também há escassez no mercado tradicional. Uma madeireira da cidade perdeu tantos funcionários que teve de recrutar uma nova leva em Arroio Grande. Os salários no comércio inflacionaram, mas não são suficientes para prender quem tem qualificação técnica para trabalhar nos estaleiros. LINHA DE PRODUÇÃO os empreendimentos da indústria naval em operação Estaleiro da Quip P-53 - Primeira plataforma construída em Rio Grande. Ficou pronta em 2008. P-58 - Plataforma FPSO (casco flutuante) P-63 - Estaleiro Rio Grande 1 (dique seco) P-55 - Plataforma semissubmersível (Quip e Estaleiro Atlântico Sul) 8 cascos FPSOs (Ecovix) O que ainda está por vir Estaleiro Rio Grande 2 Navios-sonda (Ecovix) Estaleiro Wilson Sons São José do Norte Estaleiro EBR (obras previstas para se iniciarem em fevereiro) 2 plataformas FPSO (P-74 e P-76)

Fonte: Zero Hora





sábado, 15 de dezembro de 2012

Espaço confinado




Espaço confinado, de maneira geral, é qualquer área não projetada para ocupação humana contínua e que possua meios limitados de entrada e saída. A ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes perigosos e ou tem deficiência/enriquecimento de oxigênio que possam existir ou se desenvolverem.

Conforme a Nr 33, Espaço Confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua; que possua meios limitados de entrada e saída; cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimeto de oxigênio.

Os trabalhos em áreas confinadas são uma das maiores causas de acidentes graves em funcionários. Seja por ocorrência de explosão, por incêndio ou asfixia, estes acidentes em muitos casos têm conseqüências fatais. Pesquisas realizadas pela OSHA (Norm Americana) revela que 90% do acidentes são causados por falta de oxigênio, ou seja por riscos atmosféricos.

A fim de minimizar e, se possível, eliminar tais acidentes, o trabalho em áreas confinadas foi normatizado através da ABNT 14.787 que, entre outras providências, exige a adequada ventilação dos espaços confinados. A exaustão e/ou insuflamento dos ambientes confinados tem como objetivo principal reduzir a concentração de substâncias tóxicas e/ou perigosas presentes na atmosfera do ambiente confinado, seja antes do início dos trabalhos seja no decorrer destes. Vale salientar que a ventilação é mais eficiente do que a exaustão, no caso deste segundo deve-se aplicar na fonte geradora, por exemplo em um serviço com solda, enquanto isso a ventilação fará a retirada de um todo no espaço, para este caso chamamos de sistemas combinados.

Outras definições de Espaço confinado, porém a titulo de conhecimento, por não constar da nossa norma em vigência, segue abaixo:

a) seja grande o suficiente e configurado de forma que o empregado possa entrar e executar um trabalho;

b) possua meios limitados ou restritos para entrada ou saída (por exemplo, tanques atmosféricos, vasos de pressão, torres de processo, reatores, silos, caixas de passagem, tanques de carga e lastro, fornos, entre outros);

c) não seja projetado para a permanência contínua de pessoas.

d) contém, conteve, ou tem o potencial armazenado para desencadear um risco, entre eles, o mais grave, é o risco atmosférico.

Os Riscos Atmosféricos dividem-se em atmosferas tóxicas, inflamáveis, deficiente de O2 e enriquecida de O2.

Critérios gerais



Todos os espaços confinados devem ser considerados inseguros para entrada, até que sejam providos de condições mínimas de segurança e saúde. Nesses espaços só é permitida a entrada após emissão de uma permissão para trabalho por escrito. Deve ser previsto treinamento para os trabalhadores quanto aos riscos a que estão submetidos, a forma de preveni-los e o procedimento a ser adotado em situação de risco, conforme norma ABNT NBR 14787. O Ministério do Trabalho e Emprego possui Norma Regulamentadora específica para espaços confinados, a NR 33. Deve existir sinalização (placa de advertência) com informação clara e permanente, proibindo a entrada de pessoas não autorizadas no interior do espaço confinado. Quando os trabalhos estiverem paralisados, além da sinalização de advertência, devem ser previstos dispositivos para impedimento da entrada no espaço confinado. Os trabalhos devem não só começar de maneira segura, mas devem sobretudo permanecer de maneira segura, e para isso, torna-se primordial uma boa APR (análise preliminar de riscos) que dará subsídio para a emissão da PET (permissão de Entrada e Trabalho) em espaços confinados. Com a evolução da tecnologia, e o desenvolvimento da segurança do trabalho, hoje podemos contar com um poderoso gerenciador de espaços confinados, que busca atender todos os requisitos da NR33, chamado SIEC, Sistema Integrado de Espaços Confinados, que centralizará todos os espaços confinados de uma unidade industrial, organizando as análises preliminares de riscos, e acima de tudo auxiliando o processo de gestão do responsável técnico da unidade, pois o SIEC gerencia os treinamentos obrigatórios, data de vencimento dos treinamentos de 16 horas e 40 horas, vencimento de ASO (atestado de saude ocupacional), sendo assim, podemos nos sentir mais seguros e organizados em relação à sistemas de gestão, indo ao encontro dos conceitos de OHSAS 18001 e ISO 14001.

Alem da NBR 14787 Mencionada acima tambem trata de assunto de espaço confinado a NBR 14606 Postos de Serviço -Entrada em Espaço Confinado que a muitos anos havia algo superior , algo denominado confinado.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.




sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Combater precariedade no trabalho é prioridade no setor naval



Com uma visita as estaleiros Mauá e STX, em Niterói (RJ), foi encerrada na quarta-feira (21) a reunião anual do Grupo de Trabalho Internacional dos Trabalhadores do Setor Naval. O encontro, organizado pela IndustriALL com o apoio da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT, teve início na segunda-feira, e reuniu trabalhadores do Japão, Coreia do Sul, França, Holanda, Dinamarca, Noruega, Chile e Brasil.

Durante a reunião, foi apresentado um panorama sobre o setor em todo o mundo e debatido um dos principais problemas que acarretam na precariedade de trabalho no setor: a logística reversa e a responsabilidade pelo desmanche de navios.

Ainda hoje, de acordo com os participantes, persiste a lógica de os países mais ricos construírem as embarcações, restando aos mais pobres, como Paquistão, Bangladesh e Índia, a responsabilidade pelo desmanche, que é feito nas piores condições de trabalho. No total, só nesses três países, 120 mil operários trabalham no desmanche e, em muitos casos, nem mesmo água potável têm para beber durante a sua jornada diária.

Por isso, o GT de Trabalho definiu como uma das bandeiras de luta dos trabalhadores a de que é atribuição de quem constrói o desmonte de navios. “A construção e o desmanche fazem parte do mesmo ciclo. Não podemos admitir que os locais com menor organização sindical sejam os escolhidos pela indústria naval para o desmonte. Temos de interromper esse processo de precariedade com a nossa união e com a solidariedade internacional”, destacou Edson Carlos Rocha da Silva, que é trabalhador do estaleiro Mauá, secretário de administração e finanças da CNM/CUT e coordenador do GT do Setor Naval no Brasil.

 
No Brasil

O setor naval emprega atualmente 55 mil trabalhadores no Brasil. Este número é cinco vezes maior do que há 10 anos. E o setor no país, de acordo com os dados da IndustriALL, é um dos que está apresentando maior crescimento mundial (o que está mais crescendo é a China). “O potencial de geração de empregos na indústria naval é imenso. Para cada emprego direto, quatro indiretos são gerados”, lembrou o coordenador.

A recuperação da indústria naval no Brasil começou a ocorrer a partir de 2003, com a decisão do governo Lula de construir em território nacional as plataformas da Petrobras.

Fonte: Solange do Espírito Santo - CNM/CUT


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

G. Foster Fiscaliza as obras do Polo Naval de Rio Grande - RS

Maria das Graças Foster destacou a importância das obras executadas em Rio Grande
A presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, ontem, 22, passou o dia em Rio Grande. Ela desembarcou no aeroporto por volta das 8h20min e só embarcou para o retorno perto das 17h30min. Na parte da manhã, ela esteve no canteiro de obras da Quip S/A, localizado na avenida Honório Bicalho, na ponta sul do Porto Novo. Na Quip, reuniu-se com o diretor-geral da empresa, Miguelangelo Thomé, com os acionistas e gestores dos projetos sob responsabilidade da empresa.

O tema do encontro foi o andamento das plataformas P-58 e P-63, que estão sendo construídas pela Queiroz Galvão e Quip, respectivamente. Após a reunião, Maria das Graças Foster foi ver os módulos das duas plataformas. Também esteve a bordo da P-58, vistoriando as instalações da plataforma. Posteriormente, ela deslocou-se para o Estaleiro Rio Grande 1 (ERG1), onde foi recebida pela equipe da Petrobras.

No ERG1, a presidente verificou o andamento das obras da P-55 e reuniu-se com as empresas envolvidas na construção desta plataforma e dos oito cascos replicantes para o Pré-sal. Também visitou a área de obras do ERG1. A imprensa não foi autorizada a acompanhar a visitação. Graças Foster só falou com a imprensa no aeroporto, pouco antes de deixar a cidade.

Em entrevista à imprensa, Maria das Graças falou que sua intenção com visitas técnicas como esta é tomar conta das obras da Companhia. "Nós temos muitas atividades aqui extremamente importantes. Trata-se de, nada mais, nada menos, que óleo que está na nossa curva de produção, no nosso plano de negócios. As obras têm que estar no prazo, porque do contrário acabam comprometendo a curva de produção", ressaltou.

Conforme ela, são muitas atividades em andamento em Rio Grande, muito trabalho, muita gente trabalhando, e muitos desafios para manter os prazos. "Muitas atividades estão nos prazos. Outras passam por caminhos críticos que estão sendo superados, mas nada que não faça parte da rotina da Petrobras", relatou. Lembrou que em Rio Grande estão em construção a P-58, a P-63, a P-55 e os oito cascos de plataformas para o Pré-sal.

Gestão Petrobras

Sobre comentários de que a Petrobras estaria se afastando da administração do ERG1 e reduzindo seu pessoal em Rio Grande, Maria das Graças negou serem verídicos. "O que chamamos de Polo Naval é o ERG1 e a gestão é Petrobras. A gente não vai abrir mão disto, porque o que tem aqui é muito valioso para nós. A gestão é Petrobras e vamos colocar mais gente da Petrobras aqui (Rio Grande), pessoas que virão para fiscalizar, tomar conta, medir o desempenho", garantiu.

Ela destacou que está há nove meses na Companhia e já veio quatro vezes a Rio Grande. "Daqui a um mês, venho de novo, porque Rio Grande tem um papel fundamental na produção da Petrobras", anunciou, acrescentando que são visitas técnicas para cobrar o desempenho das obras.

Aumento do preço da gasolina ainda em 2012


Sobre o impacto da demora no aumento do preço dos combustíveis, previsto no plano de negócios da companhia, Graça reiterou a declaração da véspera. "O caixa da Petrobras está muito bem, a companhia vai virar o ano com o caixa muito saudável. É o ano de maior investimento da Petrobras, em torno de R$ 85 bilhões só em 2012."
Graça também comentou que uma possível oscilação do petróleo no mercado internacional pode interferir na necessidade de reajuste dos combustíveis no Brasil, ainda que nem aumento e nem recuo nos preços estejam previstos. "Se acontece de você ter uma queda no preço do barril do petróleo, por enquanto não há previsão disso, você não precisa ter aumento. Ao contrário também, se há um disparo do brent, que também não há previsão para isso, as coisas começam a ser mais urgentes."

Cumprimento de prazo e aumento do preço dos combustíveis (Vídeo RBS)




segunda-feira, 12 de novembro de 2012

P-58 realiza manobra para receber içamento de módulos

O antigo petroleiro MT Welsch Venture, que está sendo convertido no casco da plataforma P-58, realizou uma manobra, na quinta-feira (8), para inverter sua posição junto ao cais do porto e receber o içamento de novos módulos. A mudança possibilitou que o guindaste - que está no solo - encaixasse a parte necessária sobre o ponto exato na estrutura. A manobra de giro durou cerca de seis horas.

No período da tarde foi dado início ao içamento do módulo sete - manifold - e o trabalho foi finalizado em seguida. De acordo com a Quip, na quinta (8) foi também a primeira vez em que foi utilizado um guindaste deste modelo no mundo. O PTC do Vento DS é o maior da linhagem em operação no planeta. A colocação dos segmentos iniciou no mês de setembro e foi atrasada pelos fortes ventos ocasionados em outubro. As condições climáticas interferem diretamente na fase em andamento.

A previsão é de que até o final de novembro todos os módulos - ao todo 23 - restantes já estejam em cima da plataforma para que seja iniciada uma nova etapa. Neste segundo momento será feito um trabalho de integração das partes através do aparelhamento e soldagem nos locais e formas adequados.


Petrobras-58

Trazido ao município para ter o casco transformado na plataforma de petróleo P-58, o navio Welsh Venture atracou no porto de Rio Grande no dia 11 de outubro. Antes disso permaneceu 21 dias fundeado a 12 milhas da costa enquanto seu ingresso no canal era planejado pela Capitania dos Portos em parceria com a Petrobras. A plataforma está sendo construída pela CQG Construções off shore em parceria com a Quip que atua nas áreas de engenharia e suprimentos. Durante este período foram gerados cerca de 1,3 mil empregos com investimento orçado em R$ 2,27 bilhões. Esta é a quarta plataforma a ser feita no polo naval do município.

A previsão de entrega da P-58 é para o segundo semestre de 2013. Depois de finalizada a estrutura será enviada para o Parque das Baleias, no Espírito Santo, onde deverá ser instalada a aproximadamente 78 quilômetros da costa, na profundidade de 1,4 mil metros. A plataforma será capacitada para produzir, processar, armazenar e escoar petróleo. A produção diária estimada é de 180 mil barris, compressão de seis milhões de metros cúbicos de gás e injeção de água de 350 mil barris. As acomodações poderão receber cerca de cem pessoas.

Fonte: TNPetróleo

sábado, 1 de setembro de 2012

Construtoras gaúchas querem ser parceiras em empreendimentos do polo naval e setor portuário



Foto: Marcelo Camargo/ABr
Construtoras gaúchas querem ser parceiras em empreendimentos do polo naval e setor portuário
Setor busca integração com a indústria oceânica
    Os empresários da construção civil do estado saíram satisfeitos da rodada de negócios que foi realizada na manhã e início da tarde da última quinta-feira, 29, tendo por local as dependências do Porto Novo, onde também foram recepcionados com um almoço.
    Cerca de 15 empresários dos Sinduscon de todo o estado participaram do encontro com empresários da área portuária. O diretor de Infraestrutura da Superintendência do Porto do Rio Grande, Cesar Wojciechowski fez uma apresentação das obras previstas para o Porto Novo, enquanto o Chefe de Divisão de Gabinete da SUPRG, Leonardo Pereira Maurano, falou sobre a indústria naval. Eles também fizeram um cadastro das empresas construtoras, para aproximar, fomentar e manter no estado o que é feito no Rio Grande do Sul.

    Valorização da engenharia gaúcha
    O presidente do Sinduscon RS, Paulo Vanzeta Garcia, destacou a iniciativa. “Estamos há dois anos trabalhando na valorização da engenharia gaúcha, buscando contatos e parcerias com o Governo do Estado, através do secretário Mauro Knijnik, e Fiergs (Federação das Indústrias do RS) para manter no Estado todo o ciclo financeiro que um desenvolvimento traz. O Polo Naval de Rio Grande é um dos maiores movimentos de construção e desenvolvimento no Estado e precisamos trabalhar juntos. Quando uma obra é feita por empresas gaúchas, todo o ciclo econômico fica no Rio Grande do Sul, como os compradores, engenheiros e os salários dos trabalhadores gaúchos. Estamos buscando integrar quem produz com o setor da construção civil e acho que temos muito a agregar com Rio Grande e o Polo Naval. O Sinduscon RS e o Sinduscon de Rio Grande têm uma parceria nesse sentido e por isso o encontro que realizamos", lembrou.

    Boas perspectivas

    Os empresários mostraram-se satisfeitos com o que viram e ouviram. O diretor-presidente da Construtora Tedesco, Pedro Tedesco Silber, observou o interessante fenômeno que Rio Grande está passando. “Estive aqui há quase dez anos e hoje a cidade está completamente diferente, por isso temos de avaliar as oportunidades”, alegou. O empresário, inclusive, revelou que já fechou o primeiro contrato com o Estaleiro ERG 2, enquanto o diretor vice-presidente, José Eduardo Pousada Tahan, disse já ter perspectivas de novos contratos.
    No final da rodada de negócios o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Rio Grande, Hugo Santana, salientou a importância do encontro. “O encontro foi de grande importância para que a gente tenha a visibilidade da expansão portuária, das obras a serem contratadas pelo Porto e da cadeia produtiva do Polo Naval. Ao mesmo tempo, trouxemos empresas locais e do estado que podem atender essa demanda e possuem interesse em construir uma parceria. 
    Fonte: Jornal Agora
      

    Integração da P-58 deve começar na próxima semana



    Fabio Dutra
    Integração da P-58 deve começar na próxima semana
    Casco da P-58 ontem foi deslocado da ponta Sul do Porto Novo para a frente do portão 2
      A conversão do navio Welsch Venture em casco da plataforma P-58, em execução em Rio Grande, está em fase final e na próxima semana deve ter início a colocação, sobre ele, dos três módulos que chegaram de Niterói (RJ) no último dia 22."Assim que os módulos estiverem sobre ele, começa o processo de integração da plataforma", observou o diretor-geral da Quip S/A, Miguelangelo Thomé.
      Nesta quinta, o casco da  P-58, que está atracado no cais do canteiro de obras da Quip, foi deslocado do ponto em que estava para outro, para possibilitar que a dragagem de manutenção que está sendo feita na área do Porto Novo pudesse abranger o local em que ele estava.
      O deslocamento foi realizado com uso de quatro rebocadores azimutais, um rebocador convencional pequeno e três lanchas de apoio, em uma operação que começou às 3h da madrugada, com a desamarrarão, e foi concluída às 11h37min. A manobra propriamente dita da plataforma ocorreu entre as 7h30min e as 9h.
      Na próxima segunda-feira, o casco da P-58 será novamente deslocado para ficar mais perto do guindaste que colocará os módulos sobre a plataforma. Trata-se de um guindaste com capacidade para movimentar até 4 mil toneladas.
      Os módulos que vieram de Niterói e serão integrados ao casco a partir da próxima semana são o M06 (Tratadores Eletrostáticos), o M10A SRU (de Remoção de Sulfato) e o M05 (separadores). A construção da plataforma P-58 está sob responsabilidade da CQG Construções Offshore. A Quip atua nesse projeto nas áreas de Engenharia e Suprimentos.
      Do tipo FPSO (sigla em inglês para plataforma flutuante que produz, processa, armazena e escoa petróleo), a P-58 será instalada no norte do Parque das Baleias, no estado do Espírito Santo. Essa plataforma terá capacidade de produção de 180 mil barris de óleo/dia, de compressão de 6 milhões de metros cúbicos de gás/dia, de injeção de água de 350 mil barris/dia e de acomodações para 110 pessoas. Se constituirá em um investimento de 1,34 bilhão de dólares.
      Cais pronto
      Miguelangelo Thomé informou que as obras de extensão do cais 1 do canteiro da Quip S/A, na ponta sul do cais do Porto Novo, iniciadas em fevereiro deste ano, estão prontas. "Estamos só esperando a Licença de Operação (LO) para inaugurá-lo", salientou Thomé. Ele acredita que nos próximos 15 dias deve ser emitida a LO. Parte da estrutura nova é destinada a carga e descarga e a outra parte, para ancoragem. Nesta última será atracado o casco da P-63, que está sendo preparado na China e agora pode vir para o Brasil assim que estiver pronto, pois tem espaço no cais para atracar.

      As obras para ampliação da infraestrutura da Quip consistem na extensão do cais 1 e implantação do cais 2, na área sul do canteiro da empresa, mas a construção do cais 2 está prevista para ocorrer a partir de 2013.
      Fonte: Jornal Agora

      segunda-feira, 6 de agosto de 2012

      Até o fim do ano Nuclep entrega 14 equipamentos para plataformas

      Petrobras receberá material para P-58 e P-62 e navio processador de óleo.
      Nuclep participa ainda de construção de submarinos franceses.


      Até o fim de 2012, a Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep) entrega à Petrobras 14 equipamentos para as plataformas P-58 e P-62 e o navio processador de óleo Cidade de Paraty. Somente esses contratos empregam 2.500 trabalhadores, informou a estatal na sexta-feira (3).
      A estatal anunciou ainda que já participa da fabricação dos submarinos Scorpéne, de tecnologia francesa, construindo a estrutura e o casco resistente de quatro submarinos convencionais e um a propulsão nuclear que ajudarão na patrulha dos campos do pré-sal.
      Segundo a Marinha anunciou no início de julho, até 2047 a expectativa é de se construir mais 10 submarinos, além dos já em execução, e revitalizar cinco antigos, informou a Nuclep.
      “Pela excelência de seu trabalho, a Nuclep precisa ter a garantia de sua participação nos grandes projetos nacionais. Não se trata de fechar o mercado, mas garantir a predominância do conteúdo nacional em equipamentos como as plataformas de petróleo e, onde houver interesse em parcerias internacionais, buscar sempre a transferência de tecnologia”, disse Alexandre Navarro, secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional e presidente do Conselho Fiscal da Nuclep.
      Para a gerente de Qualidade da Nuclep, Valdete Couto, os números do setor industrial no mundo apontam para índices ainda mais preocupantes nos próximos trimestres, com a redução da capacidade europeia e a desaceleração da China, e, para passar ao largo da crise, a indústria fluminense aposta na qualificação de profissionais e na busca de certificações que a transforme em excelência em seu segmento.

      Certificações

      Segundo disse, a Nuclep diversificou sua área de atuação: um dos principais parques industriais do estado, criado para dar apoio ao Programa Nuclear Brasileiro, em 1979, hoje responde pelos equipamentos das usinas nucleoenergéticas de Angra, e atende à Petrobras em equipamentos para plataformas e para o Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio.
      “Há uma preocupação grande na conquista de certificações internacionais, como a Asme III, que permite a construção e certificação de equipamentos nucleares, para criar um diferencial. Somos a única empresa nacional com essa certificação, o que nos abre as portas para concorrências internacionais e permite um desenvolvimento sustentável nos próximos anos”, disse Valdete Couto.
      Segundo a gerente, além de ampliar o mercado, as certificações servem para transformar a mão de obra da empresa em uma das mais desejadas do mercado. O Centro de Treinamento Técnico (CTT) deu origem às escolas de fábrica em todo o país, e contribui com quase 60% do “chão de fábrica”, explica Valdete Couto.

      quarta-feira, 18 de julho de 2012

      Sul recebe empregos navais repudiados no Nordeste

      O Nordeste, com exceção de Pernambuco, tem afastado estaleiros e perdido empregos. Enquanto isso, cria-se um pólo naval no Rio Grande do Sul, com quatro estaleiros, que já está gerando 7.500 empregos e vai chegar a 10 mil. Que política é essa, de estados como Ceará e Alagoas? Em Pernambuco, o governador Eduardo Campos não deixa a burocracia impedir o progresso. Em área de população de baixíssima renda, lá está o estaleiro Atlântico Sul. Mesmo com seus problemas, emprega milhares de pessoas. E informa-se que o STX-Promar-PE já está contratando 500 pessoas. 



      Esse estaleiro estava programado para Fortaleza (CE), onde prefeita e governador viram agressões ao ambiente; o ambiente continua como era e, na região, há pobreza aguda e elevada prostituição -inclusive infantil. E o estaleiro foi para Pernambuco. Agora, Ibama, Instituto Chico Mendes e outros não aprovam a instalação do Eisa Alagoas. Todos sabem que esse estado disputa com o Maranhão os piores lugares em educação, saúde, nutrição e tudo mais. Com a redefinição de local, haverá adiamento ou até cancelamento da obra, pois todos sabem que as oportunidades têm de ser aproveitadas na hora certa. 
      O contrário ocorre no Sul - região já muito mais próspera do que o Nordeste. Em visita à sede do Sindicato da Construção Naval (Sinaval), no Rio, o prefeito de Rio Grande (RS), Fábio Branco, mostrou empolgação com o pólo naval. Lá estão prontos os estaleiros Quip e Ecovix, e o Wilson, Sons recebeu licença dos burocratas ambientais. Ao lado, em São José do Norte, ficará o EBR. Só de contratos com a Petrobras os valores passam de R$ 10 bilhões. Na região estão sendo montadas as plataformas P-55, P-63 e P-58, além do processo de construção inicial de oito cascos em seu dique seco para a Petrobras. Todos esses empreendimentos estão gerando 7.500 empregos diretos e com perspectiva para os próximos meses de chegar a 10 mil empregos diretos na região gaúcha. 
      O Ceará foi passivo. Ao perder o estaleiro, a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, disse confiar que Lula para lá mandaria outro empreendimento - o que não ocorreu. Em Alagoas, a classe política está mais consciente. Há dias, a bancada pressionou a União, mas a ministra do Ambiente, Izabella Teixeira, disse que o veto do Ibama era técnico. Esqueceu-se que, nessa área, a tecnicalidade é relativa. O Rio de Janeiro, com rios assoreados e lagoas poluídas, há 30 anos não consegue limpar a Baía da Guanabara e, mesmo assim, virou patrimônio mundial. Os portos de Santos e Rio - pasmem - não possuem licença ambiental e operam a todo vapor. Sem pressão política, Alagoas perderá os 4 mil a 5 mil empregos do Eisa. 

      Fonte: Monitor Mercantil


      terça-feira, 29 de maio de 2012

      Metasa planeja fábrica para município de Charqueadas e outra unidade junto ao polo naval




      A indústria metalúrgica Metasa, com sede em Marau, anunciou um novo investimento no Estado, desta vez na cidade de Charqueadas. Já a unidade prevista para Rio Grande vai demorar mais 16 meses para entrar em operação. A empresa assinou com o governo do Estado um protocolo que amplia o prazo para que a companhia instale uma fábrica junto ao polo naval. O projeto de instalação foi firmado há dois anos e deveria começar a operar no início de 2012, mas as obras sequer foram iniciadas. Por isso, o projeto passou por uma reavaliação da Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), que determinou a renovação.

      Segundo Oscar de Azevedo, diretor de novos negócios da empresa, a demora foi ocasionada pela dificuldade de definir exatamente que produtos deveriam ser feitos em Rio Grande. “Nossa ideia inicial era uma, mas os itens que pensávamos produzir ali acabaram sendo importados por nossos clientes, com preços com os quais não conseguiríamos competir. Por isso o projeto acabou atrasando e abriu espaço para essa renegociação, onde definimos também a instalação de uma terceira unidade produtiva no Estado, em Charqueadas”, disse o executivo. A Metasa ficará, então, com quatro unidades de produção no País, somando-se a operação de Santo André (SP).

      Ele afirmou que o investimento em Charqueadas, que teve protocolo assinado no dia 5 de abril, não concorre com o que já havia sido anunciado para Rio Grande. Isso porque a empresa pretende produzir estruturas pesadas primárias e secundárias na região carbonífera (módulos de sustentação de plataformas de petróleo), enquanto em Rio Grande – onde o terreno destinado à Metasa não tem acesso por via aquática – a proposta é construir estruturas leves.

      Segundo Azevedo, agora a empresa volta à etapa de ouvir clientes e a Petrobras, para detalhar como será a produção. Um dos fatores que determinarão o tamanho dos investimentos (tanto em valores, quanto em capacidade produtiva a ser instalada) é a distribuição a ser feita pela Petrobras para a produção de módulos de exploração de petróleo. A empresa irá se preparar para atender aquelas que disputam tais contratos e vai dimensionar as duas unidades produtivas de acordo com o que será produzido no Estado.

      O acordo inicial da Metasa para Rio Grande previa a construção de uma fábrica com cerca de 135 mil metros quadrados de área e capacidade instalada para o processamento de até 60 mil toneladas de aço por ano. O complexo deveria absorver, pela previsão inicial, cerca de R$ 370 milhões em investimentos. Já em Charqueadas, segundo a prefeitura, o documento firmado em abril é referente à aquisição do terreno para a instalação da indústria. A expectativa local é que sejam gerados 600 empregos, entre diretos e indiretos, e a avaliação do investimento chega a R$ 120 milhões – os valores não foram confirmados pela empresa ou pelo Estado. “Tudo depende de quantos módulos serão feitos no Rio Grande do Sul. Qualquer número agora seria especulação”, ponderou o secretário adjunto da SDPI, José Antônio Antunes Júnior.

      Para Antunes, o importante é que a renovação do acordo entre o Estado e a Metasa está alinhada com o plano de desenvolvimento industrial para a indústria naval. “Estamos, com a Metasa e com as outras empresas que já demonstraram interesse de se instalar tanto em Rio Grande quanto ao longo da hidrovia, sobretudo em Charqueadas, criando um cluster.”

      Antunes observou que a criação de um outro ponto dedicado à indústria naval em Charqueadas (além daquele já existente em Rio Grande) está em consonância com a estratégia de descentralizar os investimentos.


      Fonte: Portos e Navios

      terça-feira, 24 de abril de 2012

      Rio Grande, de rio-grandinos e brasileiros


      Com Polo Naval, população da cidade começa a ganhar um novo perfil


      Filhos desta terra ou não, há uma nova onda na cidade do Rio Grande. São novas opções de lazer que vão surgindo, oportunidades de trabalho, de estudos. Um mercado que cresce em ritmo acelerado e que recebe uma incumbência cada vez maior. Receber profissionais, aprendizes e trabalhadores de todas as áreas e adotar como se estes sempre fossem daqui.

      Com o desenvolvimento do Polo Naval, vários trabalhadores vêm integrar esse complexo e, junto com eles, famílias que acabam se integrando ao sistema da cidade e passando a atuar no comércio, na indústria e nos serviços. Rio Grande está se tornando um centro de aglomeração e unificação de pessoas de diversas regiões do Brasil que precisam conviver em harmonia.

      No último dado estatístico feito pela empresa Quip - que integra o Polo Naval - este ano, a grande maioria dos funcionários pertence a Rio Grande e a cidades da região. Em todo complexo da Quip, 80,9% dos trabalhadores são gaúchos, sendo que 69,7% são rio-grandinos. Os outros 19,1% de trabalhadores pertencem aos demais estados brasileiros. Estes números foram levantados em março de 2012.

      Mesmo que a proporcionalidade de funcionários de fora do Rio Grande do Sul seja menor do que a de gaúchos, é muito perceptível a entrada de outros estados na cultura rio-grandina. Em bares, restaurantes, festas noturnas notamos a presença desses “estrangeiros” que ajudam a construir a nova cidade do Rio Grande.

      Adaptação e cultura

      Edgar Velloso tem 32 anos e nasceu no Rio de Janeiro. Está na cidade desde maio de 2007. “Antes de eu vir de vez eu já tinha vindo algumas outras vezes aqui. E quando me fizeram o convite, posso dizer que me assustou bastante”, afirma ele.

      Edgar é coordenador de desenvolvimento de software e tecnologia da informação da Quip e afirma que hoje não se acostumaria a morar novamente no Rio de Janeiro. “Os primeiros meses foram complicados. Mas a questão cultural foi bem positiva, pois quando cheguei aqui e vi a cultura gaúcha, ela chama atenção. Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina não tem identidade tão forte. Quando eu vi o que tudo significava vi que era muito bonito. Eu morei toda vida no Rio e nem sabia que lá tinha hino, achava que era o ‘Cidade Maravilhosa’”.
      Edgar começou a morar no centro e depois se mudou para o Cassino. “A paz, o sossego, a tranquilidade. No máximo em 30 minutos eu chego em casa. Todos esses fatores começaram a despertar o meu carinho pela cidade. Fiz muitos amigos, conheci minha esposa aqui também. Até na hora de buscar um serviço é mais fácil, aqui você liga pro mecânico que é seu amigo e ele vai buscar o seu carro, lá no Rio você perde o dia inteiro tentando fazer isso”, afirma ele.

      Segundo ele, a qualidade de vida que Rio Grande apresenta é muito boa. “Deixar o carro em casa e poder ir ao cinema, caminhar na avenida. Eu conheço muita praia, mas como a daqui não tem igual”, avalia. Sobre o frio, Edgar fala que estranhou muito quando chegou aqui. “Quando geava eu tirava foto e mandava para o Rio. O frio incomoda bastante, mas o calor constante também. No frio você põe um casaco e se esquenta, no calor não tem o que você fazer”, conclui.
       
      Já Gilson Moreira, da comunicação social da Quip, está morando em Rio Grande há dois anos. “As facilidades que Rio Grande tem me encantam, poder ir ao supermercado, ser atendido mais rapidamente nos lugares. Fui trocar o nome da conta de luz e consegui fazer isso no horário de almoço. No Rio, iria perder o dia. O que mais minha esposa sente falta é de um shopping center”, afirma ele.
      Já Edgar também diz que sua esposa, que é de Bagé, não se importaria de morar no Rio de Janeiro. E ele avalia que o que falta em Rio Grande é a pavimentação de ruas. Gilson afirma que a mobilidade para chegar a Rio Grande ainda é complicada. “Falta aeroporto, duplicação da estrada. Na Feira do Polo Naval ficou clara essa dificuldade de chegar até Rio Grande. Falta uma ligação com a Capital”, conclui.
      Sobre um dos principais problemas que Rio Grande vem enfrentando, os dois avaliam que não chega a ser tão sério assim. “Aqui não tem engarrafamento. Tem lentidão. Há um problema cultural que as pessoas não estão acostumadas”, avalia Edgar.

      Fonte: Jornal Agora (André Zenobini)

      terça-feira, 20 de março de 2012

      Presidente da Petrobras visita canteiro de obras da Quip

      Maria das Graças Foster conheceu as obras em andamento.

      Na manhã desta segunda, 19, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, esteve visitando o canteiro de obras da Quip. Na ocasião, o diretor-geral da QUIP, Miguelangelo Thomé, acompanhado pelos acionistas e pelos gestores dos projetos da Quip, recebeu a presidente e sua comitiva. Logo após assistirem ao "briefing" de segurança, dirigiram-se ao canteiro de obras da Honório Bicalho para conhecer a estrutura dos projetos da P-58, da P-63 e da ampliação do cais, verificando ainda o andamento das obras.

      Graça Foster comentou que gostou de ver a organização dos canteiros dos projetos e ainda afirmou que pretende retornar em breve a Rio Grande e que sua expectativa é encontrar a estruturação como presenciou na manhã desta segunda-feira.

      Após a visitação às estruturas da Quip, a comitiva foi ao Estaleiro Rio Grande conhecer o projeto da P-55 e do Estaleiro Rio Grande, onde foi recebida pela equipe da Petrobras.


      Fonte: Jornal Agora

      quarta-feira, 14 de março de 2012

      É necessário acordar!!!



      Dr. Cleiton Peixoto Primo*

      Desde a implantação do Polo Naval em Rio Grande tenho acompanhado atentamente o desenvolvimento de nossa querida cidade. Embora esteja residindo em outro estado da federação (Santa Catarina) há cerca de 15 anos, diariamente, acordo pensando o que fazer para contribuir com este desenvolvimento que “não é sonho é, sim, uma realidade“. A leitura que faço sobre nossa cidade é a seguinte: a cidade Macaé/RJ, em função do seu desenvolvimento petrolífero e naval transformou-se em um verdadeiro polo hoteleiro e naval formado pelas maiores bandeiras hoteleiras. Ao chegar em Macaé, percebe-se nitidamente que a população nativa mudou-se para cerca de 45 km de distância ou seja para a cidade de Rio das Ostras.
      A população atual transformou-se em técnicos e peões. Dentro de no máximo cinco anos, Rio Grande será transformado exatamente como Macaé. Por esta razão “é necessário” urgentemente que os empresários rio-grandinos acordem para esta realidade que não é sonho. É necessária maior velocidade nas ações a serem realizadas. É necessário que as autoridades municipal, estadual e federal formem um grande pacto com a finalidade de apoiar a chegada de toda a cadeia produtiva do Polo Naval. Deixem de pensar na política e passem a pensar no povo rio-grandino e na cidade do Rio Grande.
      Cem ou duzentos milhões de reais para obras de infraestrutura (habitação, saneamento, educação, saúde e outros) não são nada para tudo isto que está ocorrendo. Precisamos de bilhão para cima.
      Os investimentos no Polo Naval são de bilhões e é  necessário investir urgentemente na mobilidade urbana sob pena de brevemente termos um colapso. É necessário centenas de novos projetos afins de que a cidade do Rio Grande bem como a população rio-grandina e os novos moradores possam usufruir de uma melhor qualidade de vida.
      Também é necessário incrementar o turismo em nossa região através do Oceanário Brasil da Furg. Este grandioso empreendimento trará a Rio Grande e à praia do Cassino, em cinco anos, após a sua edificação, cerca de 1 milhão de turistas, ou seja cerca de 200 mil turistas por ano.
      É preciso que todos os envolvidos neste progresso se reeduquem qualificando melhor suas empresas e seu quadro funcional para que todos possam participar ativamente deste desenvolvimento que, repito, não é sonho é realidade. Tudo isto que está acontecendo é para que todos nos possamos usufruir, é para nossos netos, bisnetos e tataranetos.
      Se a população do Rio Grande não despertar. Lamento muito informar que a cidade irá perder muito, mas muito mesmo.
      Precisamos urgentemente mudar, mudar na política atual, mudar a forma de atuação dos empresários rio-grandinos, tendo como lema mais velocidade, mais dinâmica nas ações que se fazem necessárias para que haja um desenvolvimento organizado e sustentável. Trazendo como consequência uma vida digna com qualidade a todos os rio-grandinos e a todos aqueles que estão chegando.
      É necessário pensar e colocar em prática com velocidade ações e projetos que levantem a alta estima deste povo rio-grandino que há cerca de 03 décadas aproximadamente vem sofrendo pela estagnação ocorrida.
      A empresa Engevix, da qual a ecovix faz parte, e qual conheço com profundidade, é a maior empresa brasileira na área de projetos e gerenciamento de grandes obras públicas e privadas. Mais de 2000 funcionários, entre engenheiros, arquitetos, economistas e administradores de alto nível fazem parte de seu organograma funcional gerenciando e projetando as maiores obras de engenharia no Brasil e na América Latina. Há cerca de 45 anos atua fortemente nesta área é uma empresa catarinense com filiais em diversos estados da federação. Trata-se de uma empresa séria competente e cumpridora de suas obrigações perante aos seus clientes privados e públicos.
      Na área de responsabilidade social, o grupo Engevix fundou através de seus três sócios fundadores, o instituto Engevix onde ali mais de 2 mil crianças são educadas e mantidas pelo Instituto e seus sócios com suas respectivas esposas fazem questão de administrar.
      O povo rio-grandino tem a obrigação e o dever de acolher esta grandiosa empresa que veio para Rio Grande para ficar. E esta obrigação bem como o dever deve ser incrementado com muita velocidade através de dinamismo, competência e honestidade. Empresários rio-grandinos, organizem-se, reeduquem-se e sejam rápidos, caso contrário lamento informar que nossa cidade e nossos empresários perderão muito, mas muito mesmo.

      *Advogado e consultor especialista em direito tributário e empresarial

      Fonte: Jornal Agora (Artigo)

      sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

      Curso EQP-2011 - Churrasquinho de despedida

      Entrando no clima de comemorações de qualificações e aniversários quero parabenizar a todos os integrantes do curso de formação de Insp. de Equipamentos 2011 da ZEPTO em Rio Grande - RS no qual participei e me certifiquei juntamente com os demais amigos. E mais uma vez Parabéns a todos os novos "Inspetores de Equipamentos".


      Galera comemorando com um churrasquinho o encerramento das aulas do curso de formação de Inspetores de Equipamentos 2011 (Zepto de Março a Dezembro) e de quebra também comemoramos o aniversário da amiga Maria.
      Um grande abraço a todos os companheiros do curso da Zepto de Insp. Equipamentos 2011.


      * Nenhum homem consegue ter sucesso a não ser que esteja preparado para enfrentar e ultrapassar as dificuldades, bem como assumir responsabilidades.
      William J.H. Boetcker * >> Mais uma vez Parabéns ao formandos do curso EQP-2011 RS <<


















































      De olho nos acontecimentos...

      De olho nos acontecimentos...

      Galo Até Morrer!!!

      Galo Até Morrer!!!
      Super Galo

      Minha Princesinha

      Minha Princesinha

      Galerinha do Barulho rsrsrs...

      Galerinha do Barulho rsrsrs...
      Filhotes, Filhos

      Minha vida

      Minha vida
      Família

      EU E MINHA TURMINHA LINDA

      EU E MINHA TURMINHA LINDA
      FAMÍLIA