quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Rio Grande do Sul atrai investimentos

O Rio Grande do Sul está diante da possibilidade real de aumento do ritmo de aporte de investimentos produtivos no Estado. O próprio Executivo gaúcho é o patrocinador de uma avançada política de desenvolvimento nos próximos três anos. Somados os investimentos privados já anunciados e outros em andamento, o Estado acumula em 2011 um montante de R$ 13,6 bilhões.

A competitividade está nos planos. A capital gaúcha, Porto Alegre, sedia a 2ª Reunião Anual da Federação Global dos Conselhos de Competitividade (GFCC, da sigla em inglês), que começou ontem e se encerra hoje.

Empresários, CEOs de grandes corporações, pesquisadores e representantes de governos de mais de 30 países discutem estratégias de desenvolvimento e métodos para a competitividade.

A escolha do Rio Grande não é um acaso. O Estado figura entre aqueles que trabalham seu plano de desenvolvimento estratégico de forma integrada à política de atração de investimentos.

O governo gaúcho selecionou 22 setores estratégicos para a economia estadual, divididos em economia tradicional e nova economia. A partir daí, definiu o Sistema de Desenvolvimento Econômico do RS, com base em três pilares: colocar a política de desenvolvimento industrial no centro da política pública; criação da Agência Gaúcha de Desenvolvimento Industrial e aproveitamento dos ciclos abertos pelo crescimento brasileiro.

Para cada setor está sendo desenvolvido um programa que reúne as Secretarias de Estado, representações empresariais e um conjunto de sindicatos e associações empresariais. O objetivo é chegar a uma política de desenvolvimento competitivo. "Está em processo avançado de formulação e nós já estamos começando a implementar um conjunto de ações de melhoria de competitividade", diz Junico Antunes, secretário-adjunto da SDPI.

Carlos Henrique Horn, vice-presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), enumera os predicados do Estado para receber investimentos: "Somos o primeiro polo de equipamentos para transporte; primeiro em equipamentos agrícolas e primeiro produtor de biodiesel; segundo polo metal-mecânico; segundo polo na indústria de máquinas; segundo na indústria petroquímica e segundo em eletroeletrônica".

No tema inovação, o secretário-adjunto cita pesquisa do Ipea, que identificou no Estado dois dos 15 locais batizados no país de Aglomerações Industriais Especiais (conjunto de empresas industriais inovadoras). São elas as regiões metropolitana de Porto Alegre e de Caxias do Sul.

Ivan de Pallegrin, diretor de Planejamento, Programas e Capacitação de Recursos da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), destaca que há um ambiente propício para produtividade. "Hoje temos um alinhamento muito forte de políticas entre governo, indústria e academia. Temos uma base (econômica) diversificada muito forte. A manutenção desta base diversificada é um elemento para garantir a competitividade da economia tradicional e da nova economia".

O governo gaúcho instituiu a Sala do Investidor. Ao agendar um encontro, a empresa interessada em ampliar ou instalar-se no Estado é recebida por um time formado por entidades de dentro e de fora do governo, conectadas ao projeto. "Identificamos tudo que o investidor precisa. Cada empresa que entra na sala sai de lá com um gestor que vai tratar de todos os assuntos dessa empresa", explica o secretário-adjunto.

Fonte:  Portos e Navios

sábado, 19 de novembro de 2011

OSX diz que navio-plataforma vai extrair petróleo no fim de dezembro


Empresa garante que pendências com o MTE serão regularizadas a tempo.
Unidade de produção será a primeira a integrar frota da OGX.



A direção da OSX, empresa responsável pela construção e operação de plataformas do grupo EBX, do empresário Eike Batista, afirmou, no dia (17), que o primeiro navio-plataforma do grupo vai começar a extrair petróleo na última semana de dezembro.
direção da OSX (Foto: Bernardo Tabak/G1)Primeira plataforma de produção da OSX deve começar a operar em dezembro (Foto: Bernardo Tabak/G1)
Luiz Carneiro, presidente da OSX, garantiu que todas as pendências com o Ministério Público do Trabalho serão regularizadas a tempo de concluir o cronograma. “Todas as exigências serão atendidas”, afirmou.
O primeiro navio flutuante de produção, armazenamento e transferência de óleo e gás (FPSO OSX-1) a integrar a frota da OGX foi interditado de 4 a 7 de novembro pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por não atender requisitos de segurança e saúde no trabalho aquaviário. De acordo com Carlos Bellot, diretor de operações da OSX, “foram anotadas 42 duas observações” de itens em desacordo com as normas do MTE.

“Tomamos conhecimento do auto de interdição no dia 4 de novembro. No dia seguinte, verificamos que 29 do total de anotações estavam concluídas”, explicou Bellot. “Faltavam 13 anotações, que, reunidas, resultaram nas duas interdições: produção de petróleo e trabalho confinado dentro da embarcação”, complementou. “Eles estão certos em fazer o trabalho deles, exigindo que essas exigências fossem concluídas antes da produção”, acrescentou Carneiro.
A OSX-1 deve entrar em operação daqui a pouco mais de um mês (Foto: Bernardo Tabak/G1)A OSX-1 deve entrar em operação daqui a pouco
mais de um mês (Foto: Bernardo Tabak/G1)
Documentos não estavam no navio-plataforma
O presidente e o diretor de operações explicaram que foram surpreendidos pela fiscalização inesperada do Ministério Público do Trabalho e do MTE. “A surpresa foi o dia. A maioria dos órgãos públicos dá uma previsão do dia em que será realizada a vistoria. Mas a autoridade tem esse direito, de aparecer a hora em que quiser, sem anunciar previamente”, disse Bellot. Ele acrescentou que, no dia em que foi feita a vistoria, em 27 de outubro, os documentos não estavam no navio-plataforma, mas sim na sede da EBX, no Centro do Rio. “Nós trouxemos os documentos para uma reunião com a ANP (Agência Nacional do Petróleo)”, complementou.
Segundo a direção da OSX, o navio-plataforma já foi inspecionada pela Receita Federal, pela Polícia Federal, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela ANP. “Ainda faltam dois órgãos: a Marinha, através da Diretoria de Portos e Costas (DPC) e da Diretoria de Aeronáutica (Daerm), e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)”, disse Bellot.
‘Nunca foi a intenção dirigir o carro sem carteira’
O presidente da OSX afirmou que não existe nenhum problema técnico no navio-plataforma. Sobre um possível problema com a documentação, já que o navio foi construído em Cingapura e teria que se adequar à legislação brasileira, o diretor de operações comentou poderia ter havido um problema de “interpretação” da norma. “Mas não nos cabe criticar o rigor da norma. O problema não é o rigor, mas a interpretação da norma”, disse Bellot. “Entretanto, se houver um impasse, obviamente que a decisão da autoridade vai prevalecer”, acrescentou.
“Não havia a intenção de iniciar a produção de petróleo sem atender essas exigências. Mas o fato é que nós não começamos a operar: o navio-plataforma ainda está atracado no porto. Nós estamos com o carro na garagem”, comparou Luiz Carneiro. “Ficaria ruim para a empresa se já estivéssemos operando. Mas nunca foi a intenção da OSX sair dirigindo o carro sem carteira”, complementou o presidente.
A OSX-1 tem capacidade para produzir 60 mil barris de petróleo por dia (Foto: Bernardo Tabak/G1)A OSX-1 tem capacidade para produzir 60 mil barris de petróleo por dia (Foto: Bernardo Tabak/G1)
Mais seis plataformas nos próximos anos
A OSX-1 custou US$ 610 milhões, tem capacidade para produzir 60 mil barris de petróleo por dia e é a primeira de um total de sete plataformas – duas delas fixas – que já estão encomendadas à OSX pela OGX, que comanda as operações de petróleo no grupo EBX. “A carteira atual de pedidos é de US$ 5 bilhões, para um total de cinco FPSO e duas plataformas fixas”, disse Roberto Monteiro, diretor financeiro da OSX.
Os próximos navios-plataformas, OSX-2 e 3, maiores, com capacidade para produzir 100 mil barris de petróleo por dia, ainda vão ser construídos no exterior, e devem ser entregues no segundo trimestre de 2013. “A primeira obra a ser realizada em nosso estaleiro, no Superporto do Açu, será o OSX-4”, ressaltou Monteiro, referindo-se ao estaleiro que está sendo construído em São João da Barra, que a EBX afirma que será o maior das Américas.
O presidente da OSX, Luiz Carneiro, está de olho ainda no filão da Petrobras, e espera conseguir fechar contratos com a estatal de petróleo brasileira. “Até 2020, a Petrobras deve encomendar mais 50 FPSO. A gente tem um trânsito muito fácil com eles. Assumi o compromisso de não tirar ninguém de lá que não estivesse aposentado ou prestes a se aposentar. Dentro em breve vamos fechar contratos com eles”, concluiu Carneiro.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Odebrecht e Technip vencem contrato de US$1 bi da Petrobras

Empresas vão operar dois navios de instalação de tubulações.
Contrato é de cinco anos, segundo comunicado da francesa Technip.

 

Produção de petróleo da Petrobras em águas
profundas no Nordeste (Foto: Divulgação)

 

A joint-venture entre a francesa Technip e a brasileira Odebrecht venceu um contrato de US$ 1 bilhão da Petrobras pelo frete e operação de dois navios de instalação de tubulações por cinco anos.

O contrato, que tem a opção de cinco anos adicionais, cobre a ligação de poços submarinos na costa brasileira que têm até 2,5 mil metros de profundidade, disse a Technip em comunicado divulgado nesta sexta-feira.

Os navios estão sendo construídos na Coreia do Sul, onde a Odebrecht também está supervisionando a construção de unidades de perfuração.

A fornecedora francesa de serviços e equipamentos para extração de petróleo Technip tinha dito em outubro que o preço do petróleo, embora abaixo do pico do segundo trimestre, continua alto o suficiente para garantir exploração e investimentos.

A Petrobras planeja aumentar a capacidade de produção de petróleo e gás em 23% até o fim de 2012, disse nesta semana o diretor financeiro Almir Barbassa .

No entanto, a companhia, que planeja ser a maior petrolífera listada do mundo até 2020, enfrentará as atuais demoras para início de produção, atrasos, campos maduros e paradas não previstas que já prejudicaram no passado os esforços para aumentar a produção.

Fonte: G1.Globo.com

 

Quip aplica método pioneiro em montagem de módulo da P-63

Foto: Divulgação

Metodologia foi aplicada no módulo M11 da plataforma P-63

A engenharia da Quip S.A. desenvolveu e aplicou, pela primeira vez no Brasil, uma metodologia que permite acelerar o processo de construção de módulos de plataformas de petróleo. A metodologia aplicada requer uma operação de lift (içamento) da parte superior de um módulo e encaixe sobre a parte inferior para posterior conclusão e acabamento. É a primeira operação do tipo no Brasil e está sendo aplicada no módulo M11 da plataforma P-63, que está sendo construída no canteiro da Quip em Rio Grande.

A parte que foi erguida tem 380 toneladas e exigiu uma programação especial por parte da engenharia da empresa. A operação começou às 7h de ontem e foi concluída com sucesso ao meio-dia. A parte do piso superior do módulo foi erguida já com equipamentos e colocada sobre a parte inferior do módulo e só então receberia os serviços de soldagem de acabamento. O processo visa facilitar a construção e o acabamento dos dois níveis do módulo em menor tempo, além de evitar ao máximo os serviços em altura.

O processo convencional de construção de módulos obriga que os equipamentos sejam instalados após conclusão da estrutura metálica do segundo nível. O método desenvolvido pela Quip possibilita a instalação de equipamentos e acessórios de tubulação sem interferência do piso do nível superior. “Além de ganharmos tempo por poder atuar na construção das duas partes do módulo ao mesmo tempo, ainda restringimos os trabalhos em altura que costumam ser menos produtivos”, resumiu o engenheiro da empresa, Wlaudyr Negri.

Segundo ele, a aplicação ou não dessa metodologia deve levar em consideração o volume de homem-hora de cada módulo, pois, em alguns casos, pode ser mais conveniente se utilizar o método convencional de construção.

Fonte: Jornal Agora

 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

CSO Deep Blue – O maior navio de lançamento de linhas do mundo

O CSO Deep Blue é o maior navio do mundo atuando em serviços de Construção e Lançamento de linhas em águas profundas. Ele tanto pode instalar flowlines e umbilicais, como fazer o apoio a campos em desenvolvimento, podendo trabalhar em lâmina d'água variando de 75 M a 2500 M. O navio pertence e é operado pela Technip Marine.

Desenho do CSO Deep Blue - visto por boreste

O navio tem as seguintes dimensões: comprimento total de 206.5 M, boca moldada de 32 M, pontal de 17,8 m e calado de 7,5 a  8,95 M para operações, podendo operar com um calado de até 10 m. Seu deslocamento total é de 55.234 T, sendo 33.791 TPB. O Convés Principal do navio tem uma área livre para operações e carga de aproximadamente 7.400 m².

Deep Blue operando

O navio pode realizar o lançamento de linhas rígidas de até 5500 T de 4 a 18 ou linhas de 4000 T de 4 a 26 (J-Lay). Alternativamente, pode lançar linhas flexíveis de 5700 T de 2 a 16. Sua carga máxima de 11023 T pode consistir em qualquer uma das duas bobinas de linhas rígidas (5511 T), linhas flexíveis em dois carrosséis (2000 T até 1500 T), oito reels portáteis 300 T, 4000 T de linhas rígidas ou 3000 T de estruturas e equipamentos submarinos.

Um verdadeiro gigante

A embarcação é equipada com três guindastes para o apoio às operações:

- O guindaste 1, à meia nau, com uma capacidade de içar cargas de até 12 T a 15 M.
– O guindaste 2, por boreste, com capacidade para içar cargas de até 30 T a 32,75 M.
– O guindaste 3, a ré, com capacidade para içar cargas de até 400 T a 18 M.

A Technip é o Armador do navio - o maior do mundo

Máquinas:

O CSO Deep Blue tem uma potência total de 33.6 MW em 6.6kV (45.000 HP) e 1 MW em 440V de energia de emergência. Sua propulsão tem potência de 14MW (com três propulsores em uso) ou 25.6 MW (com oito propulsores em uso), que é quando o navio está operando em DP (Posicionamento Dinâmco).

A embarcação é equipada com oito propulsores:

- Dois thrusters azimutais de 5.5MW (7.000 HP) tipo Kamewa UUC 7001, com passo variável, não retráteis, localizados a ré da embarcação e usados para propulsão e DP.

- Um thruster azimutal de 3 MW (4.000 HP) tipo Kamewa UL 4001, com passo variável, retrátil, localizado a ré da emvbarcação e usado para propulsão e DP.

- Três thrusters de 3 MW (4.000 HP) tipo Kamewa UL 4001, com passo variável, retrátil, localizados à vante da embarcação e usados  exclusivamente para as operação de DP.

- Dois bow thrusters (tipo tunnel) de 1.3MW (1.740 HP) tipo Kamewa TT2200-BMS-PB , com passo variável, na proa, usados nas operações de DP e nas manobras da embarcação.

Os motores para geração de energia e propulsão (elétrica) são controlados por um sistema totalmente integrado da Kongsberg. Este sistema, que integra vários dados apra manter a posição do navio é o  Kongsberg Simrad SDP-22 Dual  (duas redundâncias). O sistema de referência fornecidos incluem três giroscópicas Robertson RGC11 , uma unidade MRU5 e duas unidades MRU2 para referência vertical, três sensores de vento DEIF879 e dois sistemas Sercel DGP.

Console de DP

Há também um sistema de hidro-acústica (HIPAP), um sistema de tensionadores KS8 Mark e um Mc Artemis lV.

A embarcação tem uma capacidade de 47706 MT de combustível, dando-lhe uma autonomiado de 50 dias (90 dias condições de espera). Ele também pode armazenar 59,9 MT de óleo hidráulico, 895MT de água doce e 1443.9MT de água industrial e 19347MT de lastro.

Console de Navegação

O CSO Deep Blue acomoda com conforto 120 pessoas, incluindo quatro camarotes individuais, para executivos e Autoridades, 18 camarotes individuais e 49 camarotes para duas pessoas.

Na sua dotação de equipamentos de salvatagem estão incçuídos quatro baleeiras tipos TEMPSC (Totally Enclosed Motor Propelled Survival Craft), para 60 homens60, localizadas a bombordo e a boreste das acomodações. Há também balsas salva vidas localizadas a bombordo e a boreste no Convés Superior, com capacidade para acomodar 100% dos tripulantes.

Helicóptero Sikorsky S-61

Seu heliponto suporta no máximo helicópteros com as dimensões do Sikorsky S61 N.

Realmente este é um gigante dos mares.

Por Rodrigo Cintra - portalmaritimo.com

 

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Autonomia ou controle?

Educadores têm sempre sérias dúvidas sobre o quanto conceder ou cercear liberdades aos jovens em formação. Olhando o recente descontrole de alguns estudantes da USP que a tudo recusam, inclusive o cumprimento de uma decisão retirada de assembléia da própria classe; e vendo que, embora sejam representantes de classes privilegiadas, aquelas que têm acesso ao ensino de alta qualidade pago pelos impostos de todos, cobrem o rosto como se estivessem à margem, o impasse parece imenso.

José Pacheco, idealizador e coordenador da escola portuguesa da Ponte, reconhecida em todo o mundo pelo projeto educativo inovador, fortemente estruturado na autonomia dos estudantes, declara constantemente que muito cedo seu grupo de professores compreendeu que “precisavam mais de interrogações que de certezas”, e empreendeu um caminho feito de alguns pequenos êxitos e de muitos erros, dos quais continuam a colher  ensinamentos, para garantir oportunidades educacionais e realização pessoal para seus alunos.

A discussão sobre autonomia é imperativa; no Brasil praticamente todas as escolas, tanto públicas quanto privadas, funcionam em uma lógica administrativa e burocrática, e poucas tem se pautado, efetivamente, por um norteamento pedagógico, embora este esteja presente em discurso – principalmente no midiático – da grande maioria delas.

Autonomia é considerada condição fundamental para a inovação e o empreendedorismo, temas tão caros ao ensino hoje em dia, contudo, o quanto desta é possível ou desejável, aos alunos, funcionários e professores, está longe de consenso.

A maior parte dos gestores de todos os tipos de organizações, incluídas as educacionais, é formada em escolas cujos administradores são centralizadores, e aquilo que aprenderam na prática cotidiana, quando seus educadores não estavam conscientes de ministrar uma aula, talvez seja a mais completa lição possível de ser oferecida à sociedade como um todo.

O dilema entre controlar ou conceder liberdade criativa é conhecido por todos os professores na condução de seus alunos, pois perder o controle sobre crianças ou adolescentes, numa sala contendo dezenas deles, pode ter consequências imprevisíveis. Assim, a concessão de autonomia deveria ser feita dentro de certos limites; todavia, pela extrema dificuldade em defini-los, a tendência será restringir ao máximo o livre-arbítrio, garantindo a ordem e a disciplina, o que facilita, mas nem sempre permite atingir objetivos.

Escolas formam quadros para a sociedade, estão em íntimo contato com o mercado e com a sociedade civil organizada, e, numa democracia, a compreensão das metas educativas envolve a ética, tanto da escola quanto do docente e discente. Sem autonomia, existirão simples cumpridores de ordens, automaticamente isentos de responsabilidade, meros prestadores de serviço num ambiente que muitas vezes será autoritário e opressor. No entanto, como ignorância exige menos esforço e dedicação, certa governabilidade beneficia o ato educativo, civilização implica, sim, em delimitar o selvagem que está sempre à espreita dentro de cada um; desregrados e rebeldes raramente são felizes ou produtivos, embora, como toda regra, esta também tenha suas exceções.

No ensino universitário, a questão da autonomia é ainda mais crítica, o conflito entre enquadrar-se às regras da obediência e subordinação, ou procurar a qualidade de ensino através da inovação, é urgente. Isso demanda reflexão e trabalho, pois, a decisão do quanto de liberdade para a manifestação da competência é possível ou desejável é tarefa imensamente complexa.

Uma escola está sempre relatando o passado, o já feito, o anteriormente descoberto; porém, ao mesmo tempo, como lugar de diversidade, apontando o futuro, o novo, o inesperado. Ampliar ou reduzir autonomia estará sempre no cerne do conflito educacional, já que, lembrando Rousseau, “o princípio inspirador do pensamento democrático é a liberdade, compreendida como autonomia”.

 

*Wanda Camargo, educadora e presidente da Comissão do Processo Seletivo das Faculdades Integradas do Brasil - UniBrasil.

Wanda Camargo*

 

Novo lançamento de smartphone da Nokia

É a tecnologia que cada dia nos traz novidades.

"Além de flexível, o novo projeto apresentado é completamente sem botões, e serve como tentativa da Nokia de mudar o modo como os smartphones são usados."

 

Divulgação

A finlandesa já tinha mostrado alguns projetos envolvendo um hardware flexível durante o Nokia World deste ano

São Paulo - Depois da Samsung, que vem criando um hype em cima do aparelho flexível que deve ser lançado no ano que vem, agora é a Nokia que vem apostando nesse novo segmento – se é que já podemos considerar smartphones flexíveis um segmento. A finlandesa já tinha mostrado alguns projetos envolvendo um hardware flexível durante o Nokia World deste ano.

O novo projeto é chamado de Nokia HumanForm, mas ele tem mais a forma de um peixe do que a humana. A parte do humano deve vir exatamente das novas perspectivas de comunicação que o aparelho poderá proporcionar.

Além de flexível, o novo projeto apresentado é completamente sem botões. Somados todos os conceitos – a nova forma, a flexibilidade, a falta de botões, entre outros – temos a tentativa da Nokia de mudar o modo como os smartphones são usados. Gestos, movimentos com o aparelho e até ações como torcer o smartphone seriam o suficiente para navegar por fotos, por exemplo.

No vídeo abaixo é possível ver mais alguns detalhes sobre o aparelho, entre eles a presença de sensores que respondem ao tato e permitem que o usuário “sinta” a imagem que estiver sendo exibida.

http://www.youtube.com/embed/SegLUbBJDhA

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Pré-Sal - Realidade, ou mais um "trem-bala"?

Jáder Ribeiro, solta o verbo no site Observador Político e traz à tona mais esta questão.

Depois do trem bala que não saiu do papel e aproveitando a discussão dos royalties, fica a dúvida em relação aos reais benefícios do pré-sal para os brasileiros comuns.

Vamos ao texto:

Pessoal.

Lembro que em um debate na campanha presidencial, José Serra afirmou que o Pré-Sal era coisa para no mínimo 10 (dez) anos, enquanto que Dilma Rousseff disse que o mesmo era uma realidade, que sua exploração já havia começado nas bacias tais e quais e ia trazer muitos benefícios para o povo.

Pois bem.

Muito se fala, e até com ufanismo, em “somos autosuficientes em petróleo” e agora temos o Pré-Sal.

Mas eu pergunto aos especialistas: qual o reflexo da autosuficiência para nós?
Pagamos a gasolina mais cara do Mercosul e ainda pagamos por uma grande mistura com álcool, ou seja, nós consumidores não sentimos qualquer benefício com a tal autosuficiência, se é que isso existe de verdade.

Além do mais, onde estão os benefícios imediatos que o Pré-Sal ia nos trazer?

Com as informações – Jáder Ribeiro / Observador Político

Fonte: Portal Marítimo

Trabalhadores do Comperj param construção de refinaria

Trabalhadores do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) interromperam hoje o serviço de construção da refinaria em protesto por melhores salários. Segundo a Petrobras, as obras não chegaram a ser afetadas, mas à tarde caminhões não puderam entrar no local porque não havia funcionários para descarregar o material que conduziam, conforme o relato de vigilantes aos motoristas. 

O Comperj está sendo construído em Itaboraí, região metropolitana do Rio. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção, Montagem, Manutenção e Mobiliário de São Gonçalo, Itaboraí e Região, o protesto envolve pedreiros, ajudantes, faxineiros e serventes. Eles reivindicam igualdade salarial com os trabalhadores de empreiteiras envolvidas na obra.

Os manifestantes tentaram impedir a entrada de trabalhadores na obra e interditaram, por alguns minutos, o trânsito na estrada de Macacu, que leva ao Comperj.

Com as informações – Agência Estado

Fonte: Portal Marítimo

Enxurrada de vagas no Petróleo - 212 mil em três anos

A indústria do petróleo e gás deve contratar, pelo menos, 212 mil trabalhadores nos próximos três anos. A estimativa é do consultor da coordenação do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), Marco Antonio Ferreira.

Ferreira participou hoje de um debate sobre o pré-sal na sede da Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp). Segundo ele, o Prominp fez no ano passado um estudo para saber qual a demanda de mão de obra da indústria do petróleo até 2014. O estudo apontou que pelo menos 212 mil vagas de emprego serão abertas no setor. “Essas são as lacunas que verificamos em nosso plano de negócios”, disse.

O Prominp é um programa do Governo Federal criado para treinar trabalhadores para atuarem no setor de petróleo e gás natural. Ferreira explicou que a coordenação do programa levanta os investimentos programados e estima quantos trabalhadores serão necessários para que os projetos sejam executados.

Quando a demanda é detectada, o Prominp promove cursos de qualificação, que treinam os trabalhadores para que estejam aptos a trabalhar nos projetos programados. De acordo com Ferreira, 78 mil trabalhadores já foram qualificados desde 2006. Número que deve aumentar por causa do desenvolvimento da cadeia do petróleo.

O Consultor do Prominp disse, inclusive, que a própria estimativa do programa está sendo revisada devido aos investimentos previstos para exploração do pré-sal. Segundo ele, a demanda por trabalhadores “deve ser bem maior do que a que estava estimada.”

O Presidente da Associação Brasileira das Empresas do Setor Naval e Offshore (Abenav), Augusto Mendonça, também declarou que o setor de construção e reparação de navios demandará muitos trabalhadores devido à exploração do pré-sal. De acordo com ele, os estaleiros brasileiros, que atualmente empregam 56 mil trabalhadores, devem empregar 100 mil até 2020. “O país vive um momento mágico”, disse Mendonça, sobre as perspectiva para o setor naval. “Vamos contratar desde soldadores e auxiliares, até engenheiros navais e pessoal da área administrativa”, declarou.

Fonte: Portal Marítimo

Vagas abertas em Altamira - PA (Andrade Gutierrez S.A.)


Vagas abertas para Coordenador de Infraestrutura e Sistemas, Líder de Sistemas e Gerente de Engenharia especializado em Hidrelétricas, em Altamira - Pará. Veja o perfil das vagas e envie seu currículo:


Coordenador de Infraestrutura e Sistemas

1.   Formação
  • Bacharelado em Ciências da Computação, Engenharia da Computação ou Sistemas de Informação
  • Possuir Certificações ITIL, COBIT, Framework Scrum

2.   Conhecimentos específicos/Perfil Profissional
  • Pro-atividade
  • Gestão de Equipe de no mínimo 15 pessoas (nós tiraremos referências)
  • Conhecimento das técnicas de gestão do dia a dia / Gestão por Resultados
  • Conhecimento avançado em ciclos de vida de gerenciamento de projetos
  • Profissional habilitado a liderar,  participar de reuniões para fins de atingir sucesso dos projetos, avaliar soluções tecnológicas e propor melhorias na arquitetura dos softwares
  • Inglês fluente. Desejável conhecimentos em francês e espanhol.
  • Disponibilidade para Viagens
  • Habilitado para trabalhar em equipe
  • Ter conduzido projetos da área de atuação

3.   Implantação
  • Melhores práticas de implantação de infraestrutura e sistemas de TI
  • Padronização dos processos de implantação
  • Negociação com os clientes internos e profissionais da equipe de TI
  • Negociação com fornecedores nacionais e internacionais de TI

4.   Negócio
  • Entendimento e conhecimento dos processos de negócio e como os projetos e processos de TI impactarão neles
  • Habilidade de comunicar-se de forma clara com os diferentes níveis hierárquicos
  • Capacidade de combinar diferentes soluções para atender as necessidades do negócio;
  • Gestão de Stakeholders
  • Capacidade de planejamento de atividades / priorização de acordo como requerimento do negócio

Importante: só serão avaliados currículos com o valor do último salário e pretensão salarial. As viagens de retorno para casa serão somente a cada 45 dias. Enviar currículo para milena.attene@agnet.com.br.


Líder de Sistemas

1.  Formação
  •  Superior completo (bacharelado) em Ciências da Computação, Engenharia da Computação ou Sistemas de Informação
  • Possuir Certificações ITIL, COBIT, Framework Scrum

2.   Conhecimentos específicos/Perfil Profissional
  • Pro-atividade
  • Gestão de Equipe de no mínimo 5 pessoas
  • Conhecimento das técnicas de gestão do dia a dia / Gestão por Resultados
  • Conhecimento avançado em ciclos de vida de gerenciamento de projetos
  • Documentação da metodologia Scrum
  • Profissional habilitado a liderar,  participar de reuniões para fins de atingir sucesso dos projetos, avaliar soluções tecnológicas e propor melhorias na arquitetura dos softwares
  • Inglês avançado. Desejável frances e espanhol.
  • Disponibilidade para Viagens
  • Habilitado para trabalhar em equipe
  • Ter conduzido projetos da área de atuação

3.   Implantação
  •  Melhores práticas de implantação de sistemas de TI
  • Padronização dos processos de implantação
  • Negociação com os clientes internos e profissionais da equipe de TI
  • Negociação com fornecedores nacionais e internacionais de TI

4.    Negócio
  •  Entendimento e conhecimento dos processos de negócio e como os projetos e processos de TI impactarão neles
  • Facilidade no aprendizado de novos sistemas e ferramentas de desenvolvimento
  • Habilidade de comunicar-se de forma clara com os diferentes níveis hierárquicos
  • Capacidade de combinar diferentes soluções para atender as necessidades do negócio;
  • Gestão de Stakeholders
  • Capacidade de planejamento de atividades / priorização de acordo como requerimento do negócio
  • Desejável habilidade de comunicar-se de forma clara com os diferentes níveis hierárquicos

Importante: só serão avaliados currículos com o valor do último salário e pretensão salarial. As viagens de retorno para casa serão somente a cada 45 dias. Enviar currículo para milena.attene@agnet.com.br.


Gerente de Engenharia Especializado em Hidrelétricas
  •  Indispensável experiência específica com Hidrelétrica
  • Inglês avançado (será avaliado em testes)
  • Desejável pós-graduação ou MBA

Importante: só serão avaliados currículos com o valor do último salário e pretensão salarial. Enviar currículo para milena.attene@agnet.com.br.
                                                                                                                      


   

De olho nos acontecimentos...

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Galo Até Morrer!!!

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Super Galo

Minha Princesinha

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Galerinha do Barulho rsrsrs...

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EU E MINHA TURMINHA LINDA

EU E MINHA TURMINHA LINDA
FAMÍLIA