sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

A história da cachaça

Momento cultural

Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo. 
Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse. 
Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou. 
- O que fazer agora?
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor. 
No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado. 
Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo. 
Resultado: o 'azedo' do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente. 
Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome 'PINGA’. 
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de 'ÁGUA-ARDENTE’. 
Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar. 
E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo. 

História contada no Museu do Homem do Nordeste. 

Não basta somente beber, tem que conhecer.

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