quarta-feira, 18 de abril de 2012

Empresas fornecedoras de estaleiros visam Brasil, diz sindicato


Diante da expansão das encomendas de navios, sondas e plataformas para o pré-sal, o Sinaval (Sindicato Nacional da Indústria Naval) mapeou o interesse de, ao menos, 20 empresas fornecedoras de estaleiros de se instalarem ou ampliarem suas atividades no país.

Entre elas, estão a suíça ABB (motores laterais para sondas), a italiana Pelegrini (guindastes), a norte-americana Raytheon (radares), a finlandesa Wärtsilä (motores elétricos), a japonesa Daihatsu (motores), a britânica Rolls Royce (sistemas elétricos) e a alemã CSA-ThyssenKrupp (aço).
 
  
A siderúrgica pretende instalar um laminador em sua unidade em Itaguaí (RJ) para produzir aço naval, caso obtenha preço competitivo de gás natural usado no processo de laminação (transformação de placas grossas de aço em chapas mais finas). Hoje, apenas a Usiminas fornece o produto no Brasil.

Algumas dessas empresas já se instalaram no país, como a Pelegrini, que montou uma fábrica em Rio Grande (RS) para suprir o estaleiro de mesmo nome que constrói cascos para plataformas da Petrobras. Outros projetos estão mais distantes e dependem de outras variáveis, além da demanda gerada pelo pré-sal. É o caso da CSA.

Segundo Franco Papini, vice-presidente do Sinaval, a entidade listou uma série de equipamentos nos quais existe a possibilidade de fabricação no país e irá sugerir à Petrobras a adoção de metas específicas de conteúdo nacional para esses bens. É uma forma, diz, de estimular a instalação de companhias no Brasil.

Como exemplo, o executivo citou o caso dos motores de geração elétrica a diesel, atualmente importados. Já há, diz, tecnologia para montar boa parte no país.

Atualmente, a Petrobras define apenas uma meta de exigência de conteúdo nacional global para a suas encomendas de navios, plataforma e sondas. A ideia é que sejam criados percentuais mínimos para cada um dos equipamentos que podem ser feitos no país.

Essa será uma das sugestões do Sinaval à presidente da Petrobras, Graça Foster, que criou um programa para trazer fornecedores estrangeiros ao país de equipamentos sem similar nacional e "chamou para si" a responsabilidade sobre tal tarefa.

De modo geral, a exigência era de 60% para cada embarcação. O Sinaval mapeou que os petroleiros nas encomendados pela Transpetro (subsidiária de transporte da Petrobras) o percentual de conteúdo local chegou a 70%. Já nos barcos de apoio à exploração e produção de petróleo, ficou em 61%. Para plataformas, 63% dos bens e serviços foram produzidos no país.

"Esses números que atingimos já são página virada. Temos de buscar o desafio de que é possível fabricar no Brasil", disse Papini.

O Sinaval vai levar à Petrobras uma lista de equipamentos nos quais há possibilidade de fornecimento local e quais empresas podem se habilitar a produzir os bens no país.

Fonte: Folha.com (PEDRO SOARES)

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