segunda-feira, 29 de abril de 2013

Diretor da Petrobras afirma que companhia está "sem contato" com a PDVSA

O acordo firmado entre a Petrobras e a estatal venezuelana PDVSA, para construção da Refinaria Abreu e Lima, está mesmo parado. O último aditivo no contrato venceu em 28 de fevereiro. De lá para cá, nenhum novo contato foi feito, segundo afirmou nesta segunda-feira (29) o diretor de Abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza.

Durante coletiva de imprensa realizada no Rio de Janeiro, o executivo disse que a estatal brasileira está "sem contato com a PDVSA". Cosenza acredita que a atual questão política no país - que elegeu Nicolas Maduro à presidência em 14 de abril - está afetando os negócios da petroleira venezuelana. "Um novo contato da PDVSA deve acontecer assim que a situação se estabilizar."

Pelo acordo assinado em 2005, o Brasil assumiria 60% dos gastos da construção da Refinaria e a Venezuela, os 40% restantes. O valor estimado da obra está em US$ 17,3 bilhões, valor quase oito vezes acima da avaliação inicial, que foi de US$ 2,3 bilhões. Com a morte do presidente Hugo Chávez, em março, a situação ficou ainda mais difícil.

O diretor da Petrobras ressaltou ainda que, mesmo sem a presença venezuelana, a companhia pretende levar adiante a construção dos dois trens de produção na refinaria. Cosenza explicou que a companhia tem várias alternativas para o segundo trem, que seria destinado ao petróleo venezuelano.



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