sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Andrade Gutierrez está concorrendo com a QUIP nos cascos P74 e P76.




A Andrade Gutierrez, um dos maiores grupos do país na área de infraestrutura, está entrando no mercado de grandes encomendas para plataformas de petróleo. A AG Engenharia e Construção, uma das áreas de negócios do grupo, fechou a compra de 60% da Aratu Óleo e Gás, empresa que era controlada pela baiana GDK, que manteve os 40% restantes. O valor do negócio não foi revelado, mas representa o primeiro passo do grupo, conglomerado que faturou R$ 16,2 bilhões em 2011, para crescer na construção naval e offshore, segmento em que tem planos de fazer novas aquisições.

Com a compra do controle da Aratu, a Andrade Gutierrez chega para brigar pelas grandes encomendas da Petrobras em um mercado disputado que levou várias empresas a construir estaleiros. Embora entre depois nesse segmento, a empresa considera que fez um investimento relativamente menor para comprar um ativo do que muitos concorrentes, o que é uma vantagem: "Chegamos seguros", disse Paulo Roberto Dalmazzo, presidente da AG Óleo e Gás, divisão da AG Engenharia e Construção.

O grupo chegou a avaliar a compra de participação acionária do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), de Pernambuco, nos primórdios do projeto, mas desistiu do negócio. Há cerca de dois anos fez um acordo para utilizar o estaleiro Mauá, no Rio, e tinha a intenção de comprar essa unidade industrial, mas as tratativas não foram adiante.

Mais recentemente, por iniciativa de Dalmazzo, que conhece o controlador da GDK, o empresário Cesar Roberto Oliveira, foram abertas discussões com a Andrade Gutierrez sobre a compra do controle da Aratu, que tem área de 130 mil m2, com 216 mil m2 de retroárea no município de Candeias, na grande Salvador. No local, a Andrade Gutierrez quer implantar uma fábrica de módulos de plataformas. O plano é construir os módulos e integrá-los às plataformas de produção de petróleo.

Dalmazzo disse que apresentou proposta em licitação da Petrobras para a construção e integração de módulos das plataformas P-74 e P-76, que vão operar nos campos da chamada cessão onerosa. A proposta consiste em construir 26 módulos e integrá-los às duas plataformas em Aratu. Se ganhar, a empresa pode fazer os contratos, que somam valores de mais de US$ 2 bilhões, em 60 meses.
"Petrobras 74"
José Rodrigues Barbosa Filho, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da GDK, disse que precisava ganhar "musculatura" para enfrentar a concorrência no mercado de construção de equipamentos offshore, daí a importância da parceria com a Andrade. Barbosa disse que a área da Aratu em Candeias está 70% pronta. Falta construir um cais com 360 metros de comprimento em investimento estimado em R$ 100 milhões que permitirá atracar os cascos dos navios-plataformas. A ideia é que no local seja feita a integração dos módulos às plataformas. A fábrica de módulos da Aratu poderá passar por expansões aproveitando o terreno da retroárea.

Dalmazzo disse que a AG Óleo e Gás tem interesse em outras aquisições, por exemplo, na área de prestação de serviços de embarcações offshore para a indústria de petróleo. O executivo vê com simpatia o modelo integrado de operação neste segmento segundo o qual o grupo que constrói os navios de apoio offshore tem uma empresa para operar as embarcações em contratos de arrendamento de longo prazo com os operadores dos campos de petróleo.

"Acredito que haverá consolidação no setor de construção naval e offshore e vão surgir oportunidades de compra", disse Dalmazzo.

Fonte: Valor / Francisco Góes

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