terça-feira, 17 de agosto de 2010

Praias pretas

Greenpeace realiza ação em praias para chamar a atenção sobre a exploração de petróleo

Ativistas com os corpos pintados por uma pasta negra passeando pelas mais famosas praias do Brasil. Esse foi o jeito encontrado pelo Greenpeace para chamar a atenção dos brasileiros para o risco da exploração de petróleo em águas profundas (leia-se no pré-sal), em praias do Rio de Janeiro, Salvador e Recife. A ação foi ontem em Copacabana, Porto da Barra e Boa Viagem, respectivamente.
 
O protesto serviu ainda para lembrar o vazamento ocorrido em um poço da empresa BP, no Golfo do México (EUA), que em abril deflagrou o maior desastre ambiental da história daquele país. Foram liberados o equivalente a cinco milhões de barris de petróleo no mar, paralisando a pesca e o turismo no litoral de quatro Estados americanos. Nem precisar dizer o estrago feito na fauna local.
 
No Brasil, ao contrário do que alega a Petrobras, diz o Greenpeace, faltam condições de segurança e operacionais para exploração em alto-mar. Tanto que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) interditou as operações da plataforma P33, no Campo de Marlim, Bacia de Campos (RJ). Desde março, segundo a organização não governamental, funcionários denunciam as más condições da plataforma, que sofreu uma explosão, sem feridos, no dia 14 de julho.
 
Por essas e outras razões, o Greenpeace vê como retrocesso o investimento feito pelo governo brasileiro no pré-sal. "Há desafios técnicos de extrema complexidade que dificultam a segurança da exploração do pré-sal, como a grande distância da costa e a profundidade de mais de 5 mil metros. Além do mais, se forem totalmente exploradas, as reservas podem emitir até 56 bilhões de toneladas de CO2 na atmosfera, consolidando a presença do País entre os maiores responsáveis pelo aquecimento global”, afirma Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de Energia da entidade.

“A melhor maneira de evitar os riscos é pensar desde já na transição da matriz energética, de uma fonte de energia cada vez mais arriscada, finita e suja, para as renováveis como solar e eólica e biomassa, amplamente disponíveis na natureza e que não dependem de extração”, complementa.

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