quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Casco da P-58 chega ao Porto Novo


Casco da P-58 chega ao Porto Novo
A plataforma P-58, momentos antes de atracar na ponta sul do cais do Porto Novo
Concluindo uma operação que durou em torno de 11 horas, o navio Welsh Venture, que será transformado em casco da plataforma P-58, atracou na ponta sul do cais do Porto Novo, às 16h do dia, 11. A embarcação de 330 metros de comprimento estava fundeada desde o dia 20 de setembro a 12 milhas da entrada do porto rio-grandino, enquanto era feito o planejamento para seu ingresso no porto e esperadas as condições meteorológicas apropriadas. A operação teve início às 4h55min desta terça-feira, 11, quando ela deixou a área de fundeio e seguiu até seis milhas antes da boia 1, localizada a três milhas dos Molhes da Barra. A partir deste ponto, passou a ser puxada por quatro rebocadores. E às 7h13min entrou na área dos molhes.
A maior parte do trajeto de 21,5 milhas (desde o local de fundeio até o Porto Novo), foi efetuada em aproximadamente quatro horas e meia. Por volta das 8h20min o navio já tinha vencido um dos trechos mais críticos - a passagem sob a antiga linha aérea de transmissão de energia elétrica para São José do Norte, ainda não removida. Às 9h25min, o casco já estava em frente ao terminal da Braskem, onde, com a utilização de seis rebocadores, foi feito o semigiro do navio para ele seguir até o Porto Novo e atracar de popa. A etapa mais demorada da operação também ocorreu neste ponto: o ajuste do calado para a passagem na curva próxima ao Porto Novo, outro ponto sensível devido a assoreamento. O Welsh venture estava com calado de 8 metros e foi preciso reduzir a água de lastro para diminuir o calado para seis metros e meio. Para tanto, o navio ficou no local até perto das 15h, quando seguiu para o local de atracação.
O capitão dos Portos do Rio Grande do Sul, Sérgio Luiz Correia de Vasconcelos, disse que valeu a pena esperar pela realização do planejamento detalhado e condições climáticas adequadas, pois tudo ocorreu dentro do previsto e a operação foi exitosa. O Welsh Venture, que já está batizado de Petrobras 58, veio de Cingapura, onde recebeu obras de adequação da estrutura de casco para, em Rio Grande, ser convertido em casco da plataforma P-58 pela Queiroz Galvão. Essa empresa também vai construir os módulos de geração e elétrico dessa unidade e fazer a integração de todos os módulos no casco, inclusive dos que serão feitos no Rio de Janeiro. A nova plataforma a ser construída em solo rio-grandino se constituirá em um investimento de 1,34 bilhão de dólares.
As obras de conversão do casco não serão iniciadas em seguida, uma vez que o navio será submetido pela Receita Federal a um processo para admissão no entreposto aduaneiro, por ser um bem estrangeiro, que deverá se estender por um período de 20 a 30 dias. Além disso, o canteiro de obras da Queiroz Galvão, ao lado da área da Quip, ainda está sendo preparado. A P-58 será a quarta plataforma a ser feita em Rio Grande e vai gerar em média 1,3 mil empregos. A Quip, empresa da qual a Queiroz Galvão é uma das acionistas, já construiu a P-53 em seu canteiro de obras localizado na ponta sul do Porto Novo, entre 2006 e 2008. E, atualmente, está construindo a P-63, em seu canteiro, e a P-55, no Estaleiro Rio Grande 1 (ERG1), onde está localizado o primeiro dique seco de grande porte do País.
O Polo Naval também está com outros empreendimentos. No ERG1, a Engevix/Ecovix já deu início à série de oito cascos de FPSO para o Pré-sal. E, conforme informações da Prefeitura do Rio Grande, a Ecovix ainda irá construir três navios-sonda para a Petrobras no ERG2, estaleiro que irá erguer ao lado do ERG1.
O término das obras da P-58 em Rio Grande e a saída dessa plataforma do Município estão previstos para junho de 2013. Ela será instalada no norte do Parque das Baleias, no estado do Espírito Santo. Do tipo FPSO (sigla em inglês para plataforma flutuante que produz, processa, armazena e escoa petróleo), essa plataforma terá capacidade de produção de 180 mil barris de óleo/dia, de compressão de 6 milhões de metros cúbicos de gás/dia, de injeção de água de 350 mil barris/dia e de acomodações para 110 pessoas. 
Fonte: Carmem Ziebell - jornalagora.com.br
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