terça-feira, 8 de novembro de 2011

Trabalhadores param obras de complexo petroquímico da Petrobras

 Cinco mil trabalhadores pararam de trabalhar nesta segunda-feira nas obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), um dos maiores projetos em construção da Petrobras. Apesar do número significativo de operários parados, a Petrobras informou que não há prejuízo para o andamento das obras. Outros 11 mil continuam trabalhando, diz a petroleira.
"Não há impacto para o andamento das obras. De um total de 14 mil funcionários, cerca de 5 mil trabalhadores, pertencentes a quatro consórcios (TEAG, QGGI, SPE e Alusa), aderiram ao movimento(grevista)", informou a Petrobras.
Trata-se de mais uma grande obra do País que enfrenta protestos de trabalhadores. No começo deste ano, uma manifestação violenta interrompeu as obras da usina hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, lideradas pela construtora Andrade Gutierrez.
Até o empresário Eike Batista, do conglomerado EBX, teve de pressionar empreiteiras para que chegassem a um acordo que desse fim a uma greve no seu Superporto do Açu.
O Comperj abrigará duas refinarias e uma planta petroquímica. A primeira refinaria terá capacidade para 165 mil barris diários e vai produzir diesel, QAV (querosene de aviação), GLP (gás de cozinha), nafta, coque e óleo básico do grupo 2 para lubrificantes. A previsão é de entrada em operação no final de 2013 início de 2014. A segunda refinaria está prevista para 2018 e além de todos os produtos da primeira refinaria vai produzir também gasolina.

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