sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Previsão de chegada do casco da plataforma P-55 em Rio Grande


Casco da P-55 deve chegar dia 15 em Rio Grande

Foto: Deyver Dias/JA
Casco da P-55 deve chegar dia 15 em Rio Grande
Dique seco será inundado e o casco entrará com a abertura do porta-batel
Está programada para o próximo dia 15 a chegada do casco da plataforma P-55 em Rio Grande. Ele saiu dia 22 de dezembro de Suape, Pernambuco, conduzido por dois rebocadores oceânicos. Ontem encontrava-se navegando em frente ao estado do Rio de Janeiro. Conforme o gerente de Implementação de Empreendimentos para a P-55, Edmilson Soares de Medeiros, no mesmo dia em que ele chegar deve ser feita a manobra de entrada no porto rio-grandino, na qual serão utilizados quatro rebocadores. Será uma manobra simples. O trajeto desde a ponta dos Molhes da Barra até o Estaleiro Rio Grande (ERG1), onde está localizado o primeiro dique seco de grande porte do País, deverá ser vencido em menos de meia hora, prevê.
Ao chegar no ERG1, o casco será ancorado no cais sul do dique seco, onde passará por processo de liberação alfandegária e posterior preparação para o "mating" (união do deckbox com o casco). Estes trabalhos deverão se estender por um período de 30 a 40 dias. A previsão é de que na última semana de fevereiro o casco entre no dique seco para ser unido ao deckbox (convés), que estará com dois dos oito módulos da plataforma. Para essa operação, inicialmente o convés, que está em construção dentro do dique, será levantado 17 metros. O içamento será realizado com o uso de 12 macacos hidráulicos, em ação simultânea.
Feito isso, o dique será inundado. O porta-batel (comporta) será aberto e o casco será manobrado e colocado dentro da estrutura inundada. O porta-batel retornará à sua posição e o nível de água no dique será diminuído. Após, o deckbox será içado à altura de 54 metros, o casco entrará embaixo dele, a água será mais uma vez reduzida e o convés será baixado sobre ele. Em torno de 80 trabalhadores serão mobilizados no mating, que deverá durar de dois a três dias.
Conforme a Petrobras, essa ação é considerada o marco mais desafiador do processo construtivo, exigindo planejamento minucioso e extenso processo de avaliação de riscos. Feita essa operação, será retirada toda a água do dique para fixação das estruturas e colocação dos demais módulos na plataforma. Em junho, a P-55 deverá ser removida para o cais, onde será completado o processo de integração. A previsão é que essa plataforma fique pronta em dezembro de 2012.
A P-55 é uma unidade do tipo semissubmersível. Será a maior deste tipo construída no Brasil. Atuará no Campo de Roncador, localizado na Bacia de Campos. A estrutura ficará ancorada em profundidade de 1.800 metros e terá, no total, 18 poços a ela ligados, sendo 11 produtores e sete injetores de água. É destinada à produção de 180 mil barris de óleo por dia e, junto com o petróleo, deverá produzir 4,5 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Em sua construção, serão investidos de 1,5 a 2 bilhões de dólares.

Mão de obra
Atualmente, as atividades em execução no ERG1, que consistem na construção da P-55 e do casco da P-66 - o primeiro da série de cascos para o Pré-sal que será feita no local pela Engevix -, estão envolvendo três mil trabalhadores. Em 2013, a previsão é que os projetos do Polo Naval do Rio Grande (P-58, P-63 e cascos do Pré-sal), em diferentes locais, absorvam 10 mil trabalhadores.
Fonte: Carmem Ziebell (Jornal Agora)

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