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terça-feira, 29 de julho de 2014

Sem novos pedidos, crédito a estaleiros pode ficar restrito

Empresários da construção naval estão preocupados com a possibilidade de uma eventual mudança na política de conteúdo nacional do setor uma vez que a Petrobras tem pressa no desenvolvimento de novos campos de petróleo no pré-sal. A companhia, segundo pessoas do setor, tem dado sinais seguidos de que pode colocar mais encomendas no exterior. "Já era, desde 2013, para ter mais encomendas da Petrobras para o setor, o que não tem se confirmado e preocupa, sobretudo em relação ao futuro, à continuidade da indústria", disse um executivo.
Em nota, a estatal negou que haja esse risco: "A Petrobras destaca que possui uma carteira de empreendimentos que irá garantir a demanda dos estaleiros nacionais para os próximos anos. A Petrobras entende como diferencial possuir uma indústria fornecedora capacitada e competitiva próxima às suas operações." A empresa também informou que vai continuar a demandar a indústria naval nacional com "exigência de conteúdo local".
O receio do estaleiros é que a falta de perspectivas de novas encomendas leve o sistema financeiro a restringir o crédito. Uma das principais fontes de financiamento para o setor é o Fundo da Marinha Mercante (FMM). Mas os estaleiros dependem também de capital de giro: "Já está havendo perda de capital de giro no nosso segmento", disse uma fonte.
O Estaleiro Rio Grande (ERG, controlado pela Engevix Construções Oceânicas (Ecovix), passa por momento de desafios. A Ecovix tem 30% de seu capital em mãos de consórcio japonês com participação da Mitsubishi Heavy Industries (MHI). No total, o ERG tem contrato de US$ 3,5 bilhões para construir para a Petrobras oito cascos de plataformas. Essas plataformas (P-66 até P-73) serão instaladas nas áreas de Lula e Iara, no pré-sal da Bacia de Santos.
O atraso de mais de um ano na construção da P-55, feita no ERG por outra empresa, levou a Ecovix a ter que recuperar prazos. E uma maneira de fazer isso foi "importar" mais serviços do exterior. 
A P-66 está em fase final de montagem em Rio Grande. Mas parte do casco da P-67, que está no ERG sendo montada, foi feita no estaleiro da Cosco, na China. A P-68 também terá parte do casco feita pelos chineses. Os módulos de acomodação e os de geração de energia para as oito plataformas também foram encomendados na China. A previsão é que a última das plataformas seja entregue no fim de 2016, com atraso sobre o cronograma original.
A Petrobras afirmou: "Em alguns dos projetos, a fim de garantir o cumprimento dos prazos acordados com a Petrobras, as empresas fornecedoras podem alterar a estratégia de condução das obras, inclusive com a subcontratação de produtos ou serviços no exterior, desde que devidamente acordado e autorizado pela Petrobras. Porém, essas alterações não implicam no descumprimento dos índices de conteúdo local acordados com a ANP [Agência Nacional do Petróleo], uma vez que grande parte dos serviços será executada nos estaleiros nacionais." A estatal não foi clara sobre a possibilidade de colocar novos serviços na China, a partir de 2014: "Eventuais transferências adicionais de escopo são analisadas, caso a caso, pela Petrobras, considerando os índices de conteúdo local e as datas de primeiro óleo estabelecidas no plano de negócios da companhia."
O ERG tem também contratos de US$ 2,4 bilhões para construir três sondas de perfuração encomendadas pela empresa Sete Brasil e que vão operar para a Petrobras. Uma parte do casco de uma das sondas está sendo feito na China. Já o Estaleiro Enseada Indústria Naval, em construção em Maragojipe (BA), está fazendo o primeiro casco das seis sondas que vai construir para a Sete Brasil no estaleiro da Kawasaki, no Japão.
O Enseada, controlado por Odebrecht, OAS e UTC, além da própria Kawasaki, que tem 30% do negócio, arrendou canteiro de obras existente ao lado do estaleiro onde está construindo módulos para a primeira sonda, batizada de Ondina. O contrato do Enseada para a construção das seis sondas soma US$ 4,8 bilhões. Parte do casco da segunda sonda também será feita no Japão, mas a partir da terceira unidade a expectativa é que os serviços sejam executados no Brasil. Para compensar a "importação" do Japão, o Enseada encomendou no Brasil itens que pretendia fazer no exterior, como o módulo de acomodação da primeira sonda.
A Petrobras afirmou: "A estratégia original [do Enseada] já contemplava que as frentes de obras de construção do estaleiro iriam conviver em paralelo com as obras de construção das sondas. Atualmente as obras de construção do estaleiro encontram-se com avanço superior a 75%."
Outro contrato do Enseada, a conversão de quatro cascos da cessão onerosa (P-74, P-75, P-76 e P-77) para a Petrobras, enfrentou desafio semelhante. Para três deles, há serviços sendo feitos no estaleiro da Cosco, na China. A Petrobras reconheceu que foi preciso mudar os trabalhos: "A alteração no planejamento inicial se deu por força dos serviços de revitalização do estaleiro Inhaúma [no Rio], em função da recuperação dos dois cais e da ocupação do dique seco [do estaleiro] pela P-74. Os prazos dos projetos estão mantidos."
A estatal afirmou que as fases de engenharia e suprimento das três sondas do ERG estão em estágio avançado e já existem contratos com os fornecedores "críticos". As atividades de construção das sondas do ERG estão em fase inicial. A companhia acrescentou: "É responsabilidade da Ecovix a definição da estratégia de condução e subcontratação do escopo, respeitando os conteúdos locais contratuais estabelecidos que, no caso das três sondas, situa-se na faixa de 55% a 60%." A Petrobras disse acreditar que os investimentos nos estaleiros ainda precisam de tempo para mostrar resultados.
Fonte: Valor Econômico

segunda-feira, 7 de abril de 2014

PETROBRAS DIVULGA NOTA SOBRE A PLATAFORMA P-55


A Petrobras, através de comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), divulgou nota de esclarecimento sobre a Plataforma P-55.
A plataforma, que no último dia 16 de março, durante o processo de lançamento  do primeiro de um dos dois oleodutos definitivos de escoamento de petróleo e instalada no campo de Roncador, na Bacia de Campos, teve rompimento em um cabo de aço interligado ao guincho da embarcação de lançamento FDS, da empresa Saipem, com a queda de parte da tubulação no solo marinho.
A companhia destaca que os dutos danificados já foram substituídos por outros disponíveis em estoque e adquiridos para o lançamento do segundo oleoduto da P-55. O lançamento do primeiro oleoduto ocorrerá ainda neste mês.
A companhia informa, ainda, que novos dutos estão em processo de aquisição para reporem aqueles que  estavam destinados ao segundo oleoduto.
Não haverá impacto na instalação do segundo oleoduto, que já estava programada para o segundo semestre de 2014.
O escoamento de petróleo nesta fase atual do projeto é realizado por oleoduto já instalado até a plataforma P-54, como originalmente previsto. Esse duto será substituído quando forem instalados os dois oleodutos definitivos.
É importante destacar que não há impacto na produção do campo de Roncador. A plataforma P-55 entrou em operação em dezembro de 2013 e todos os poços do sistema entrarão em produção ainda em 2014.




segunda-feira, 22 de julho de 2013

UTC Engenharia deixa de ser sócia da empresa Quip

 
 
 
A empresa Quip, sediada em Rio Grande e com foco no trabalho em plataformas de petróleo, perderá uma de suas sócias: a UTC Engenharia. Além dessa companhia, que detém 27,25% das ações, o restante da participação está divido entre: Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, cada uma com 29,75%, e Iesa Óleo e Gás com 13,25%.

Em nota, a UTC Engenharia esclarece que a decisão de descontinuidade de participação na composição acionária da Quip, prevista para ocorrer ao término da construção da P-55, leva em conta o planejamento estratégico da empresa. Assim como as oportunidades observadas no mercado de plataformas offshore para exploração de petróleo. Já a assessoria de imprensa da Quip comentou que o grupo perderá uma sócia ativa e positiva, mas já está suficientemente madura para prosseguir adiante.

Quanto aos possíveis desdobramentos, o especialista tributário da IOB Folhamatic EBS, uma empresa do Grupo Sage, Edino Garcia argumenta que, muitas vezes, nesses casos, as ações são oferecidas primeiramente aos sócios restantes. O coordenador da Área de Societário e Contratos do escritório Queiroz e Lautenschläger Advogados, Victor Lucio Mokodsi, concorda. "Uma regra muito utilizada é o direito de preferência aos outros acionistas", salienta. Fontes do setor da construção naval que acompanham a situação informam que será justamente isso que acontecerá, entretanto ainda não se sabe a proporção que caberá à cada sócia.

Quanto a valores, Mokodsi detalha que, salvo em casos específicos, a lei não estabelece formas de avaliação das ações. Entretanto, normalmente são definidos critérios, no estatuto social ou no acordo de acionistas, para a compra e venda de ações. O advogado reitera que os sócios de cada companhia podem determinar livremente formas de avaliação ou mesmo não estabelecer quaisquer regras sobre o assunto. Uma possibilidade é que os valores das ações sejam dimensionados por uma empresa especializada. Garcia salienta que grandes companhias abandonarem sociedades não é algo inédito e, em várias ocasiões, isso acontece porque uma das empresas começou a se considerar como o elo fraco da parceria.

Criada em 2005, o primeiro trabalho da Quip foi a construção da plataforma de petróleo P-53, para a Petrobras. A última encomenda finalizada pela companhia, no mês passado, foi a integração e o comissionamento da P-63. No segundo semestre, deverão ser concluídas as plataformas P-55 e P-58 (nessa estrutura a Quip presta serviço para a CQG Construções Offshore).

A sede da Quip está instalada no cais do Porto Novo, em um terreno de 320 mil metros quadrados. Possui filiais no Rio de Janeiro (engenharia e suprimento) e no Estaleiro Rio Grande, também na cidade de Rio Grande. Para se ter uma ideia do porte que a empresa atingiu, em junho a Quip foi a segunda companhia do Brasil que mais exportou com vendas de US$ 1,626 bilhão e participação de 7,7% no cenário nacional (o resultado deve-se à conclusão da P-63, entregue a uma subsidiária estrangeira da Petrobras). Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O primeiro lugar ficou com a Vale, com vendas de US$ 2,094 bilhões e participação de 9,91% sobre os embarques totais do País no mês (US$ 21,134 bilhões).
Fonte: Jornal do Commercio (POA)/Jefferson Klein

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Manifestantes bloqueiam acesso ao polo naval de Rio Grande

Pescadores e armadores interromperam tráfego na BR 392, no Sul do Estado


Desde as 5h desta quinta-feira, centenas de pescadores e armadores impedem o acesso ao polo naval de Rio Grande, no Sul do Estado, em protesto contra a restrição na pesca de anchova. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os manifestantes bloquearam a BR 392, entre o Km 2,4 e o Km 8,9, em ambos os sentidos da rodovia. 

Duas barricadas foram montadas com pneus, redes e sacos – em cima da ponte dos Franceses e no trevo de acesso aos moles da barra. Os manifestantes carregam faixas com os dizeres: "Anchova já" e  “Ditadura do Ibama e da polícia ambiental". Em razão do protesto, filas de veículos se formaram ao longo da rodovia. Alguns trabalhadores decidiram ir a pé até o polo naval devido ao congestionamento.

Os pescadores e armadores protestam contra a decisão do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) que impede a pesca de mais de 5% de anchovas junto com outros peixes por meio das redes e contra as multas aplicadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama). 

Os manifestantes alegam que a anchova não está em período reprodutivo e, além disso, eles dizem que é um peixe bastante rentável. Segundo o armador Antônio Lourenço, em três meses de pesca com anchova, um pescador consegue faturar cerca de R$ 3 mil. Sem a espécie, o rendimento cai para R$ 700 por mês. Os pescadores reivindicam que a anchova seja considerada espécie alvo para poder ser pescada com malhe de fundo. 

A anchova é uma espécie em extinção, segundo instrução normativa de 21 de maio de 2004, expedida pelo Ministério do Meio Ambiente. A restrição da pesca foi instituída por normativa conjunta dos ministérios da Pesca e Meio Ambiente em 27 de novembro de 2009. Representantes do Ibama afirmaram que o órgão é responsável apenas pela fiscalização.

A safra de anchova vai de junho a agosto. O peixe deixa as águas frias da Argentina e do Chile, em grandes cardumes, em direção ao Rio Grande do Sul. 


Fonte: Correio do Povo e Rádio Guaíba 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Quatro mil trabalhadores do Polo Naval param por reajuste salarial

Aproximadamente, quatro mil trabalhadores participaram nesta segunda-feira, 11, de uma assembleia do Sindicato dos Metalúrgicos realizada em frente ao estaleiro ERG1, invadindo a BR-392 em frente ao Dique Seco. A assembleia ao ar livre durou toda a manhã e fez com que Rio Grande praticamente parasse.A pauta de reivindicação é de 10% de aumento de salário, vale refeição no valor de R$ 400 (hoje o valor é R$ 160), horas extras nos sábados em 100% (hoje as primeiras quatro horas são pagas sobre 50%) e horas extras aos domingos em 150%. Conforme o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Sadi Machado, a categoria engloba cerca de sete mil trabalhadores. "Estamos reivindicando valores econômicos. Há, sim, outras cláusulas, de condições de trabalho, que serão discutidas no futuro".Depois de sair da ERG 1, os trabalhadores foram a pé do Dique Seco até a Quip, na Honório Bicalho ou quilômetro zero da BR-392. Já em menor número, cerca de 300 entre homens e mulheres, fizeram uma parada em frente à empresa, chamando os trabalhadores para que se unissem a eles. "Paramos a P55. Agora vamos parar a P58 e a P63", gritavam os manifestantes. Foram pouquíssimos os que saíram da empresa para se unir à manifestação.O trânsito na BR-392 ficou extremamente lento durante o movimento e o engarrafamento foi da Honório Bicalho até o trevo de entrada principal da cidade, no viaduto. Filas enormes de ônibus, lotados de trabalhadores, caminhões e veículos leves, abarrotaram a faixa. Quem foi ao trabalho utilizando a estrada da Barra como via de escoamento não teve outra opção a não ser o atraso em mais de três horas. Motoristas reclamavam que estavam há mais de duas horas e meia esperando poder sair do lugar.Nesta terça, 12, a partir das 7h, o sindicato estará em frente à Quip, na Honório Bicalho, com a promessa de parar a empresa durante toda a manhã, tendo para isso convocado os trabalhadores para que comparecessem em massa. Enquanto isso, os trabalhadores apoiavam a direção do sindicato que entrou para negociar com a classe patronal.
Fonte: Jornal agora

domingo, 27 de janeiro de 2013

Pico de empregos ainda não foi atingido em Rio Grande

Falta de mão de obra especializada faz com que o número de forasteiros aumente na cidade.

Pelo menos 10 mil trabalhadores atuam no polo naval e estima-se que mais de 40% não tenha nascido em Rio Grande. Com os novos empreendimentos, o número pode chegar a 20 mil, inflando o percentual de forasteiros, porque falta mão de obra especializada.— Fizemos a P-53 (veja quadro abaixo) com o que chamamos de turma de 65. A maioria vinha do Rio, estava aposentada. Tinha atuado na indústria naval, que quase deixou de existir na década de 80. Formamos alguma mão de obra local, mas é insuficiente — conta Gilson Moreira, da Quip. As empresas não realizam recrutamento fora do Estado. Os trabalhadores é que enviam seus currículos. Tem ainda a propaganda boca a boca, o que pode explicar a grande leva de nordestinos. Se faltam operários no polo, também há escassez no mercado tradicional. Uma madeireira da cidade perdeu tantos funcionários que teve de recrutar uma nova leva em Arroio Grande. Os salários no comércio inflacionaram, mas não são suficientes para prender quem tem qualificação técnica para trabalhar nos estaleiros. LINHA DE PRODUÇÃO os empreendimentos da indústria naval em operação Estaleiro da Quip P-53 - Primeira plataforma construída em Rio Grande. Ficou pronta em 2008. P-58 - Plataforma FPSO (casco flutuante) P-63 - Estaleiro Rio Grande 1 (dique seco) P-55 - Plataforma semissubmersível (Quip e Estaleiro Atlântico Sul) 8 cascos FPSOs (Ecovix) O que ainda está por vir Estaleiro Rio Grande 2 Navios-sonda (Ecovix) Estaleiro Wilson Sons São José do Norte Estaleiro EBR (obras previstas para se iniciarem em fevereiro) 2 plataformas FPSO (P-74 e P-76)

Fonte: Zero Hora





sábado, 15 de dezembro de 2012

Espaço confinado




Espaço confinado, de maneira geral, é qualquer área não projetada para ocupação humana contínua e que possua meios limitados de entrada e saída. A ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes perigosos e ou tem deficiência/enriquecimento de oxigênio que possam existir ou se desenvolverem.

Conforme a Nr 33, Espaço Confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua; que possua meios limitados de entrada e saída; cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimeto de oxigênio.

Os trabalhos em áreas confinadas são uma das maiores causas de acidentes graves em funcionários. Seja por ocorrência de explosão, por incêndio ou asfixia, estes acidentes em muitos casos têm conseqüências fatais. Pesquisas realizadas pela OSHA (Norm Americana) revela que 90% do acidentes são causados por falta de oxigênio, ou seja por riscos atmosféricos.

A fim de minimizar e, se possível, eliminar tais acidentes, o trabalho em áreas confinadas foi normatizado através da ABNT 14.787 que, entre outras providências, exige a adequada ventilação dos espaços confinados. A exaustão e/ou insuflamento dos ambientes confinados tem como objetivo principal reduzir a concentração de substâncias tóxicas e/ou perigosas presentes na atmosfera do ambiente confinado, seja antes do início dos trabalhos seja no decorrer destes. Vale salientar que a ventilação é mais eficiente do que a exaustão, no caso deste segundo deve-se aplicar na fonte geradora, por exemplo em um serviço com solda, enquanto isso a ventilação fará a retirada de um todo no espaço, para este caso chamamos de sistemas combinados.

Outras definições de Espaço confinado, porém a titulo de conhecimento, por não constar da nossa norma em vigência, segue abaixo:

a) seja grande o suficiente e configurado de forma que o empregado possa entrar e executar um trabalho;

b) possua meios limitados ou restritos para entrada ou saída (por exemplo, tanques atmosféricos, vasos de pressão, torres de processo, reatores, silos, caixas de passagem, tanques de carga e lastro, fornos, entre outros);

c) não seja projetado para a permanência contínua de pessoas.

d) contém, conteve, ou tem o potencial armazenado para desencadear um risco, entre eles, o mais grave, é o risco atmosférico.

Os Riscos Atmosféricos dividem-se em atmosferas tóxicas, inflamáveis, deficiente de O2 e enriquecida de O2.

Critérios gerais



Todos os espaços confinados devem ser considerados inseguros para entrada, até que sejam providos de condições mínimas de segurança e saúde. Nesses espaços só é permitida a entrada após emissão de uma permissão para trabalho por escrito. Deve ser previsto treinamento para os trabalhadores quanto aos riscos a que estão submetidos, a forma de preveni-los e o procedimento a ser adotado em situação de risco, conforme norma ABNT NBR 14787. O Ministério do Trabalho e Emprego possui Norma Regulamentadora específica para espaços confinados, a NR 33. Deve existir sinalização (placa de advertência) com informação clara e permanente, proibindo a entrada de pessoas não autorizadas no interior do espaço confinado. Quando os trabalhos estiverem paralisados, além da sinalização de advertência, devem ser previstos dispositivos para impedimento da entrada no espaço confinado. Os trabalhos devem não só começar de maneira segura, mas devem sobretudo permanecer de maneira segura, e para isso, torna-se primordial uma boa APR (análise preliminar de riscos) que dará subsídio para a emissão da PET (permissão de Entrada e Trabalho) em espaços confinados. Com a evolução da tecnologia, e o desenvolvimento da segurança do trabalho, hoje podemos contar com um poderoso gerenciador de espaços confinados, que busca atender todos os requisitos da NR33, chamado SIEC, Sistema Integrado de Espaços Confinados, que centralizará todos os espaços confinados de uma unidade industrial, organizando as análises preliminares de riscos, e acima de tudo auxiliando o processo de gestão do responsável técnico da unidade, pois o SIEC gerencia os treinamentos obrigatórios, data de vencimento dos treinamentos de 16 horas e 40 horas, vencimento de ASO (atestado de saude ocupacional), sendo assim, podemos nos sentir mais seguros e organizados em relação à sistemas de gestão, indo ao encontro dos conceitos de OHSAS 18001 e ISO 14001.

Alem da NBR 14787 Mencionada acima tambem trata de assunto de espaço confinado a NBR 14606 Postos de Serviço -Entrada em Espaço Confinado que a muitos anos havia algo superior , algo denominado confinado.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.




sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Combater precariedade no trabalho é prioridade no setor naval



Com uma visita as estaleiros Mauá e STX, em Niterói (RJ), foi encerrada na quarta-feira (21) a reunião anual do Grupo de Trabalho Internacional dos Trabalhadores do Setor Naval. O encontro, organizado pela IndustriALL com o apoio da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT, teve início na segunda-feira, e reuniu trabalhadores do Japão, Coreia do Sul, França, Holanda, Dinamarca, Noruega, Chile e Brasil.

Durante a reunião, foi apresentado um panorama sobre o setor em todo o mundo e debatido um dos principais problemas que acarretam na precariedade de trabalho no setor: a logística reversa e a responsabilidade pelo desmanche de navios.

Ainda hoje, de acordo com os participantes, persiste a lógica de os países mais ricos construírem as embarcações, restando aos mais pobres, como Paquistão, Bangladesh e Índia, a responsabilidade pelo desmanche, que é feito nas piores condições de trabalho. No total, só nesses três países, 120 mil operários trabalham no desmanche e, em muitos casos, nem mesmo água potável têm para beber durante a sua jornada diária.

Por isso, o GT de Trabalho definiu como uma das bandeiras de luta dos trabalhadores a de que é atribuição de quem constrói o desmonte de navios. “A construção e o desmanche fazem parte do mesmo ciclo. Não podemos admitir que os locais com menor organização sindical sejam os escolhidos pela indústria naval para o desmonte. Temos de interromper esse processo de precariedade com a nossa união e com a solidariedade internacional”, destacou Edson Carlos Rocha da Silva, que é trabalhador do estaleiro Mauá, secretário de administração e finanças da CNM/CUT e coordenador do GT do Setor Naval no Brasil.

 
No Brasil

O setor naval emprega atualmente 55 mil trabalhadores no Brasil. Este número é cinco vezes maior do que há 10 anos. E o setor no país, de acordo com os dados da IndustriALL, é um dos que está apresentando maior crescimento mundial (o que está mais crescendo é a China). “O potencial de geração de empregos na indústria naval é imenso. Para cada emprego direto, quatro indiretos são gerados”, lembrou o coordenador.

A recuperação da indústria naval no Brasil começou a ocorrer a partir de 2003, com a decisão do governo Lula de construir em território nacional as plataformas da Petrobras.

Fonte: Solange do Espírito Santo - CNM/CUT


terça-feira, 27 de novembro de 2012

Petrobras estabelece metas nas paradas de plataformas

Companhia estabeleceu metas para melhorar o planejamento e aumentar a eficiência da produção de petróleo.

Objetivo é ter uma parada programada a cada três anos em cada plataforma, por um período de 15 dias para a manutenção.

A Petrobras estabeleceu metas de realização de paradas programadas de plataformas para melhorar o planejamento e aumentar a eficiência da produção de petróleo, afirmaram nesta quarta-feira (21/11/12) gerentes da área de exploração da companhia.

O objetivo é ter uma parada programada a cada três anos em cada plataforma, por um período de 15 dias para a manutenção, disse a jornalistas a gerente-executiva de Engenharia de Produção de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes.
"Precisamos ir além da disciplina, precisamos de eficiência nas paradas, que podem ser otimizadas." A primeira unidade em 2013 a ter parada programada será a P-56, no campo de Roncador, em fevereiro. A P-40, no campo de Marlim Sul deverá parar para manutenção em abril.
A produção da estatal teve queda ao longo de 2012, sendo que em setembro foi registrado o menor volume em mais de quatro anos, principalmente em função de paradas mais longas que o programado.
A Petrobras detalhou nesta quarta-feira, na sede da empresa, a ampliação do Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Unidade de Operações da Bacia de Campos (Proef) para os campos de petróleo sob responsabilidade da Unidade do Rio de Janeiro.
A unidade Rio de Janeiro responde pela maior produção de petróleo do Brasil, com 900 mil barris por dia, ou 47 por cento de toda a extração do país.
Ainda nesta unidade, a entrada em operação de outras duas plataformas no campo de Roncador mais que compensará o declínio que tende a ser natural em sistemas de produção de petróleo, disse Solange Guedes.
As unidades P-55 e P-62 devem entrar em operação no final 2013 e início de 2014, respectivamente. Com elas, a produção da unidade Rio de Janeiro deverá crescer para 950 mil barris diários em 2016.
Existe a possibilidade de que o programa de melhorias operacionais seja estendido também a plataformas da unidade Espírito Santo, disseram executivos da empresa durante a coletiva de imprensa.

Fonte: Exame.com

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

G. Foster Fiscaliza as obras do Polo Naval de Rio Grande - RS

Maria das Graças Foster destacou a importância das obras executadas em Rio Grande
A presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, ontem, 22, passou o dia em Rio Grande. Ela desembarcou no aeroporto por volta das 8h20min e só embarcou para o retorno perto das 17h30min. Na parte da manhã, ela esteve no canteiro de obras da Quip S/A, localizado na avenida Honório Bicalho, na ponta sul do Porto Novo. Na Quip, reuniu-se com o diretor-geral da empresa, Miguelangelo Thomé, com os acionistas e gestores dos projetos sob responsabilidade da empresa.

O tema do encontro foi o andamento das plataformas P-58 e P-63, que estão sendo construídas pela Queiroz Galvão e Quip, respectivamente. Após a reunião, Maria das Graças Foster foi ver os módulos das duas plataformas. Também esteve a bordo da P-58, vistoriando as instalações da plataforma. Posteriormente, ela deslocou-se para o Estaleiro Rio Grande 1 (ERG1), onde foi recebida pela equipe da Petrobras.

No ERG1, a presidente verificou o andamento das obras da P-55 e reuniu-se com as empresas envolvidas na construção desta plataforma e dos oito cascos replicantes para o Pré-sal. Também visitou a área de obras do ERG1. A imprensa não foi autorizada a acompanhar a visitação. Graças Foster só falou com a imprensa no aeroporto, pouco antes de deixar a cidade.

Em entrevista à imprensa, Maria das Graças falou que sua intenção com visitas técnicas como esta é tomar conta das obras da Companhia. "Nós temos muitas atividades aqui extremamente importantes. Trata-se de, nada mais, nada menos, que óleo que está na nossa curva de produção, no nosso plano de negócios. As obras têm que estar no prazo, porque do contrário acabam comprometendo a curva de produção", ressaltou.

Conforme ela, são muitas atividades em andamento em Rio Grande, muito trabalho, muita gente trabalhando, e muitos desafios para manter os prazos. "Muitas atividades estão nos prazos. Outras passam por caminhos críticos que estão sendo superados, mas nada que não faça parte da rotina da Petrobras", relatou. Lembrou que em Rio Grande estão em construção a P-58, a P-63, a P-55 e os oito cascos de plataformas para o Pré-sal.

Gestão Petrobras

Sobre comentários de que a Petrobras estaria se afastando da administração do ERG1 e reduzindo seu pessoal em Rio Grande, Maria das Graças negou serem verídicos. "O que chamamos de Polo Naval é o ERG1 e a gestão é Petrobras. A gente não vai abrir mão disto, porque o que tem aqui é muito valioso para nós. A gestão é Petrobras e vamos colocar mais gente da Petrobras aqui (Rio Grande), pessoas que virão para fiscalizar, tomar conta, medir o desempenho", garantiu.

Ela destacou que está há nove meses na Companhia e já veio quatro vezes a Rio Grande. "Daqui a um mês, venho de novo, porque Rio Grande tem um papel fundamental na produção da Petrobras", anunciou, acrescentando que são visitas técnicas para cobrar o desempenho das obras.

Aumento do preço da gasolina ainda em 2012


Sobre o impacto da demora no aumento do preço dos combustíveis, previsto no plano de negócios da companhia, Graça reiterou a declaração da véspera. "O caixa da Petrobras está muito bem, a companhia vai virar o ano com o caixa muito saudável. É o ano de maior investimento da Petrobras, em torno de R$ 85 bilhões só em 2012."
Graça também comentou que uma possível oscilação do petróleo no mercado internacional pode interferir na necessidade de reajuste dos combustíveis no Brasil, ainda que nem aumento e nem recuo nos preços estejam previstos. "Se acontece de você ter uma queda no preço do barril do petróleo, por enquanto não há previsão disso, você não precisa ter aumento. Ao contrário também, se há um disparo do brent, que também não há previsão para isso, as coisas começam a ser mais urgentes."

Cumprimento de prazo e aumento do preço dos combustíveis (Vídeo RBS)




terça-feira, 23 de outubro de 2012

Trabalhador morre vítima de acidente na manobra da P-55



O gerente de integração da plataforma P-55, Marco Antônio Camacho Torres, 59 anos, funcionário da Quip S/A, morreu às 23h35min de segunda-feira, na Santa Casa do Rio Grande. Ele estava hospitalizado desde a noite de domingo, dia 21, quando foi vítima de um acidente ocorrido durante a operação de saída da plataforma P-55 do dique seco, localizado no Estaleiro Rio Grande (ERG1).

Em nota divulgada nesta terça, 23, a Quip S/A disse acreditar que o acidente ocorreu devido ao rompimento de chumbadores de fixação da buzina (elemento para desvio da direção do cabo de tração) na parede do dique. "Essa buzina chocou-se contra os guarda-corpos do dique que, projetados, acabaram por atingir o funcionário", explicou. A empresa ressaltou ainda que o funcionário respeitava o isolamento de segurança e estava a mais de 30 metros do local de fixação da buzina.

A Quip destacou, na nota, que lamenta profundamente o incidente que acabou, cerca de 24 horas depois, causando a morte do seu colaborador. Também salientou que as equipes de emergência, com resgatistas e ambulância, que estavam no local da operação com a P-55 na noite de domingo, prestaram, imediatamente, todos os procedimentos necessários e levaram o trabalhador para o hospital da Santa Casa do Rio Grande. Comunicou ainda que ratifica sua política de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) e que formou um comitê para investigar as causas do acidente. No entanto, adianta ter seguido todos os procedimentos de segurança.

"A Quip S/A reitera a sua solidariedade aos familiares e está prestando todo o suporte necessário neste momento tão difícil", ressaltou a diretoria da empresa na nota. Às 15h30min de hoje, 23, a empresa reuniu todos os seus funcionários para falar sobre o assunto e em seguida dispensou-os. Também disponibilizou transporte para os que desejassem ir ao velório do gerente de integração. O velório ocorreu até as 17h, na Capela ao lado da Funerária Rio Grande. Depois, o corpo foi encaminhado para o Crematório Memorial em Santos (SP).

A Capitania dos Portos abriu inquérito administrativo para averiguar o fato, pois o acidente ocorreu durante a manobra de uma plataforma e por isso é considerado acidente de navegação. Conforme o ajudante da Capitania, capitão de fragata Hugo Fortes, serão ouvidos todo os envolvidos na manobra de retirada da P-55 do dique seco. A necropsia realizada no posto do Departamento Médico Legal do Rio Grande mostrou que a causa da morte do trabalhador foi politraumatismo de tórax. A 3ª Delegacia de Polícia vai averiguar as circunstâncias em que ocorreu o fato.
Fonte: Jornal Agora

P-55 é retirada do dique de Rio Grande após operação de mais de 24 horas

A maior plataforma semissubmersível do país foi deslocada pelo canal de acesso ao Porto para o cais sul, onde continuará sendo construída até junho de 2013.










Após três meses da estreia da operação de inundação do dique do Estaleiro Rio Grande - quando foi feita a manobra de entrada da P-55 - o mesmo processo torna a se repetir. Só que desta vez, para a retirada da plataforma.

A embarcação foi deslocada na noite de Domingo (21) para o cais sul, onde continuará sendo construída. Uma operação que durou mais de 24 horas e encerra o primeiro trabalho realizado dentro do dique, o que credencia a cidade do sul do Estado como um dos principais polos navais do Brasil.

O preenchimento da “piscina gigante” começou na tarde de sábado. Foram necessários 642 milhões de litros de água para inundar a estrutura que tem 350 metros de comprimento por 130 metros de largura e profundidade de 13,8 metros abaixo do nível do mar. Para a manobra da plataforma, a porta batel – que separa o dique do canal de acesso ao Porto – precisou ser retirada. A P-55 foi guiada por quatro rebocadores desde a saída do dique até o cais sul.

Com previsão de conclusão em junho do ano que vem, a P-55 – a maior plataforma semissubmersível do país - será transportada de Rio Grande até o campo de Roncador, na Bacia de Campos, Rio de Janeiro. A plataforma, que deve começar a operar em setembro de 2013, terá capacidade para produzir 180 mil barris de petróleo e seis milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. O investimento da P-55 é estimado em R$ 3,4 bilhões.

A plataforma foi a primeira embarcação a passar pelo processo de manobra de entrada e saída do dique pelo canal de acesso ao Porto. Dentro da estrutura, foi feito o mating – que é a união do casco com o convés.

A liberação do dique foi necessária para que a Ecovix (braço de construções oceânicas da Engevix) possa dar início às obras dos cascos replicantes – chamados assim porque são feitos em série. A previsão é de que os cascos das plataformas P-66 e P-67 sejam levados para dentro do dique ainda neste ano.
Fonte: Zero Hora
























terça-feira, 25 de setembro de 2012

EQUIPE P-63/P-55 é campeã da fase regional do torneio de vôlei em Bagé.

A EQUIPE P-63/P-55 formada por colaboradores dos projetos das plataformas P-55 e P-63 aceitou o convite do SESI e está disputando o campeonato de vôlei.

O time fez bonito e conquistou mais um título.
A equipe foi campeã da fase regional do campeonato do SESI, realizado na cidade de Bagé no último dia 14/09/12.
A equipe repetiu o mesmo desempenho da fase municipal, obtendo resultado invicto, ganhando todos os ‘sets’.

Alexandre C.G. Zanotti (P-63), Ayrson Teixeira da silva Junior (P-63), Givago Pardim (P-63), Gabriel Luchi Guimarães (P-63),
Carlos R. Oliveira (Carlinhos) (P-55), Luis Felipe Schrir (P-55) e Seimei Funakishi Junior (P-55).

O próximo desafio será em Porto Alegre no dia 06 de outubro.

E desta fase os três melhores colocados disputarão a fase final das Olimpíadas Estadual, que será em Caxias do Sul nos dias 02, 03 e 04 de novembro.



                                                 J O G O S   D O   S E S I    -    2 0 1 2

                                     F A S E   S E M I F I N A L  -  M Ó D U L O S   2   E  3

M Ó D U L O  2  -  E Q U I P E S   P A R T I C I P A N T E S


VOLEIBOL MASCULINO
1
Stemac
Porto alegre
2
Calçados Ramarim
Sapiranga
3
Bertolini
Bento Gonçalves
4
Brasilata
Estrêla
5
Equipe P63 / P55
Rio Grande
6
John Deere
Horizontina

  
V O L E I B O L   M A S C U L I N O
C H A V E   A
C H A V E   B
1. CALÇADOS RAMARIM
1. BERTOLINI
2. STEMAC
2. BRASILATA
3.  Equipe P63 / P55
3. JOHN DEERE

sábado, 1 de setembro de 2012

Construtoras gaúchas querem ser parceiras em empreendimentos do polo naval e setor portuário



Foto: Marcelo Camargo/ABr
Construtoras gaúchas querem ser parceiras em empreendimentos do polo naval e setor portuário
Setor busca integração com a indústria oceânica
    Os empresários da construção civil do estado saíram satisfeitos da rodada de negócios que foi realizada na manhã e início da tarde da última quinta-feira, 29, tendo por local as dependências do Porto Novo, onde também foram recepcionados com um almoço.
    Cerca de 15 empresários dos Sinduscon de todo o estado participaram do encontro com empresários da área portuária. O diretor de Infraestrutura da Superintendência do Porto do Rio Grande, Cesar Wojciechowski fez uma apresentação das obras previstas para o Porto Novo, enquanto o Chefe de Divisão de Gabinete da SUPRG, Leonardo Pereira Maurano, falou sobre a indústria naval. Eles também fizeram um cadastro das empresas construtoras, para aproximar, fomentar e manter no estado o que é feito no Rio Grande do Sul.

    Valorização da engenharia gaúcha
    O presidente do Sinduscon RS, Paulo Vanzeta Garcia, destacou a iniciativa. “Estamos há dois anos trabalhando na valorização da engenharia gaúcha, buscando contatos e parcerias com o Governo do Estado, através do secretário Mauro Knijnik, e Fiergs (Federação das Indústrias do RS) para manter no Estado todo o ciclo financeiro que um desenvolvimento traz. O Polo Naval de Rio Grande é um dos maiores movimentos de construção e desenvolvimento no Estado e precisamos trabalhar juntos. Quando uma obra é feita por empresas gaúchas, todo o ciclo econômico fica no Rio Grande do Sul, como os compradores, engenheiros e os salários dos trabalhadores gaúchos. Estamos buscando integrar quem produz com o setor da construção civil e acho que temos muito a agregar com Rio Grande e o Polo Naval. O Sinduscon RS e o Sinduscon de Rio Grande têm uma parceria nesse sentido e por isso o encontro que realizamos", lembrou.

    Boas perspectivas

    Os empresários mostraram-se satisfeitos com o que viram e ouviram. O diretor-presidente da Construtora Tedesco, Pedro Tedesco Silber, observou o interessante fenômeno que Rio Grande está passando. “Estive aqui há quase dez anos e hoje a cidade está completamente diferente, por isso temos de avaliar as oportunidades”, alegou. O empresário, inclusive, revelou que já fechou o primeiro contrato com o Estaleiro ERG 2, enquanto o diretor vice-presidente, José Eduardo Pousada Tahan, disse já ter perspectivas de novos contratos.
    No final da rodada de negócios o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Rio Grande, Hugo Santana, salientou a importância do encontro. “O encontro foi de grande importância para que a gente tenha a visibilidade da expansão portuária, das obras a serem contratadas pelo Porto e da cadeia produtiva do Polo Naval. Ao mesmo tempo, trouxemos empresas locais e do estado que podem atender essa demanda e possuem interesse em construir uma parceria. 
    Fonte: Jornal Agora
      

    quarta-feira, 22 de agosto de 2012

    Equipe de colaboradores da P-55 e P-63 vence torneio de vôlei

    EQUIPE P-63/P-55, campeã invicta do torneio de vôlei, disputará fase regional em Bagé.
    Após convite do SESI para participar de etapa municipal do torneio de vôlei, os colaboradores dos projetos P-63 e P-55 montaram uma equipe para disputar o campeonato.
    A equipe especialmente formada para a competição conquistou o titulo de campeã invicta, sem perder nenhum set da disputa.
    E garantiu assim, a vaga para fase regional, que será  realizada em Bagé, em data previamente marcada para 15/09/12.

    Os oito colaboradores que participaram da competição foram:

    Alexandre C.G. Zanotti (P-63), Ayrson Teixeira da silva Junior (P-63), Givago Pardim (P-63), Gabriel Luchi Guimarães (P-63),
    Juliano Marin Londero (P-55), Carlos Roberto de Oliveira (P-55), Luis Felipe Schrir (P-55) e Seimei Funakishi Junior (P-55).

    O torneio aconteceu no dia 15, no ginásio do SESI e contou com a participação de colaboradores de diversas empresas da cidade.

    Comunicação Institucional QUIP

    De olho nos acontecimentos...

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    Galo Até Morrer!!!

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    Super Galo

    Minha Princesinha

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    Galerinha do Barulho rsrsrs...

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    Minha vida

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    EU E MINHA TURMINHA LINDA

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