sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Queiroz Galvão e Camargo Corrêa de frente na P-58 e P-62


As empresas Queiroz Galvão e Camargo Corrêa-Iesa emergiram como os principais candidatos para a fabricação e instalação dos topsides nas FPSO’s P-58 e P-62, da Petrobras. O Presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli revelou que a fase final de montagem dos dois FPSO’s deverá custar mais de US $ 1,5 bilhões.

A Camargo Corrêa-Iesa apresentou o menor lance para realizar a integração dos módulos à P-62, bem como módulos de alimentação que inclui a unidade de geração de energia, e fechou um contrato de US$ 554 milhões. 
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Queiroz Galvão apresentou a proposta vencedora de US$ 549,1 milhões para realizar a integração dos módulos na P-58.

A Petrobras optou por não aceitar a proposta da Camargo Corrêa-Iesa para a P-58 após ter sido revelado que a parceria tinha a melhor proposta para a P-62. O trabalho de integração e os dois módulos foram parte do pacote do contrato.
A última parte do contrato, que foi dividido, devido seu tamanho e escopo, envolve 10 módulos topsides. A UTC Engenharia está na “pole position” para ganhar boa parte dele, enquanto empresa de engenharia EBE é cogitada para pegar uma outra fatia.
UTC Engenharia ganhou a licitação para construir a planta de desidratação gás, injeção de água, remoção de dióxido de carbono e módulos de remoção de sulfato. Superando os rivais GDK, Techint e Iesa.
A UTC Engenharia foi a única empresa que não foi desclassificado pela Petrobras na licitação dos três módulos de processamento de separação de óleo. A oferta da empresa foi de US$ 190,1 milhões.
A EBE surpreendeu a concorrência com uma oferta de US$ 123,2 milhões para fornecer o sistema de compressão de gás, compressão booster e módulos de armazenagem de produtos químicos dos dois FPSOs, superando GDK, MacLaren-ICEC, Carioca-Dyna-Mac, Iesa e Techint.
Segundo fontes, a Petrobras já iniciou as negociações com os licitantes vencedores para chegar a um denominador comum sobre o preço final. Uma vez que os contratos sejam assinados oficialmente, as empresas têm até quatro meses para começar o projeto e 18 meses para entregar os módulos dos topsides prontos, que é justamente quando se iniciará a integração deles às FPSOs. A Technip fará toda a engenharia de “front-end” e design para as duas unidades.
As duas FPSOs estão previstas para entrar em serviço em 2014 na Bacia de Campos. A P-58 vai processar uma mistura de óleo pesado e leve oriundos de águas profundas do pré-sal no campo de Baleia Azul, no complexo do Parque das Baleias, enquanto a P-62 é ajustada para produzir óleo pesado da quarta fase do campo de Roncador.
Fonte: Portalmaritimo

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