quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Aprovada licitação para 28 sondas

A diretoria da Petrobras aprovou a estratégia para a construção de até 28 sondas de perfuração, a serem construídas no Brasil, com conteúdo nacional crescente, para exploração em águas ultraprofundas, incluindo os campos localizados no pré-sal.

A informação foi dada pelo presidente da companhia, José Sérgio Gabrielli, na festa de batimento de quilha do navio petroleiro Suezmax 1, em Recife, com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. A entrega destas sondas está prevista para ocorrer de 2013 a 2018. Na primeira fase, deverão ser contratados no mínimo nove sondas, sete delas serão agrupadas para a construção em um único estaleiro.

O estaleiro vencedor da licitação poderá, com o contrato destas sondas, realizar investimentos necessários para a adequação de sua infraestrutura, com ganho de escala. Segundo Gabrielli, não seria possível construir de imediato as embarcações no País, mas até 2012 este tipo de navio poderá ser fabricado pela primeira vez no Brasil.

"O primeiro navio sonda será entregue 48 meses depois da assinatura do contrato. Serão grandes pacotes que vão aumentar as oportunidades para estaleiros existentes e ainda teremos muitos estaleiros, inicialmente virtuais, que se transformarão em realidade como esse estaleiro Atlântico Sul se transformou aqui. Com isso, temos uma nova indústria naval brasileira, em nível de competitividade com os melhores estaleiros internacionais, para o segmento da indústria offshore", afirmou Gabrielli.

O processo para a contratação de todas as unidades deve começar ainda este mês. "Devido às características dessas sondas, a sua construção no País irá gerar um enorme incremento na indústria de bens e serviços", diz Gabrielli.

O governo federal vai alocar, por meio do Fundo Garantidor da Construção Naval, R$ 4 bilhões exclusivamente para a garantia da construção dessas 28 sondas de perfuração.

Transpetro e EAS vão construir 7 navios

No mesmo dia em que foi feito o batimento de quilha do primeiro navio do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), A Transpetro assinou com o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), de Pernambuco, contrato para a construção de sete navios aliviadores da segunda fase do Promef.

"O Brasil já possui a quinta carteira de petroleiro do mundo e com estas encomendas vai crescer ainda mais", disse o presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Serão quatro embarcações do tipo Suezmax, ao custo de US$ 746,5 milhões, e três Aframax (US$ 477 milhões). Os navios aliviadores transportam petróleo das áreas produtoras no mar (off-shore) para os terminais da Transpetro.

A licitação prevê ainda a construção de mais três navios de bunker, de transporte de combustível para embarcações, que será realizada pela Superpesa, do Rio de Janeiro. O valor destes três navios de bunker é de US$ 46,5 milhões.

"A necessidade de fortalecer a Marinha Mercante nacional transformou-se em oportunidade econômica para o País. O Brasil já possui a quinta carteira de petroleiro do mundo e com o aumento dessas encomendas vai crescer ainda mais", destacou Machado.

cargas. Os navios de bunker, a serem construídos pela Superpesa, podem receber dois tipos de carga - óleo combustível e óleo diesel - e terão capacidade para armazenar 4 mil metros cúbicos. A segunda fase do Promef prevê mais 16 navios, sendo oito de produtos derivados de petróleo e oito para transporte de GLP.

Em suas duas etapas, o Promef prevê 26 navios na primeira fase e 23 na segunda, num total de 49 navios. O programa vai gerar 40 mil empregos diretos e os 49 navios encomendados somarão 4 milhões de toneladas de porte bruto. O consumo previsto de chapas grossas de aço para a fabricação dos navios será de 680 toneladas, sendo 440 mil na primeira fase e 240 mil na segunda. O programa vai gerar 40 mil empregos diretos e os 49 navios encomendados somarão 4 milhões de toneladas de porte bruto. (CE)

Cerimônia marca batimento de 1o navio

Na sexta-feira, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi feito o batimento de quilha do primeiro navio do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) no Estaleiro Atlântico Sul (EAS). A cerimônia marcou o início da montagem do navio, que é do tipo Suezmax I, com o primeiro bloco sendo posicionado no dique seco para a fase final de ajustes em terra, antes do seu lançamento ao mar. A solenidade contou ainda com a presença dos presidentes da Petrobras, José Sergio Gabrielli, e da Transpetro, Sergio Machado.

O petroleiro possuirá capacidade para transportar 1 milhão de barris de óleo e será entregue à Transpetro em abril de 2010. Este é o primeiro navio do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Além deste, outros três navios do Promef serão incorporados no próximo ano.

O presidente da Transpetro, Sergio Machado destacou a importância de investir em navios para a economia nacional. "A construção das embarcações no País movimenta a economia e gera diversos empregos. Nenhum país é soberano sem ter uma marinha mercante própria e nós temos. É com muito orgulho que vejo a reconstrução da indústria naval brasileira se materializar hoje com este batimento de quilha, diante de milhares de trabalhadores brasileiros que também acreditaram neste sonho do Promef, transformado em realidade", afirmou o presidente da Transpetro.

O batimento de quilha do Suezmax 1 marca também a entrada em operação oficial do dique seco do EAS. O dique terá 400 metros de extensão, 73 metros de boca e 12 metros de profundidade, quando estiver concluído. Estas dimensões permitem a produção de embarcações com até 500 mil toneladas de porte bruto. A capacidade é de 420 mil metros cúbico de água e a sua construção envolve a movimentação de 420 mil metros cúbicos de areais.

"Este batimento de quilha é muito importante para o EAS, que está sendo construído ao mesmo tempo que os navios e o casco da platafoma P-55. É uma situação bastante peculiar e desafiadora construir o estaleiro e ao mesmo tempo os navios, mas posso dizer que estamos conseguindo realizar tais tarefas em paralelo e com sucesso", destacou o presidente do EAS, Angelo Alberto Bellelis.

O Estaleiro Atlântico Sul tem agora em carteira 22 navios encomendados pela Transpetro. Na primeira fase do Promef, o estaleiro havia assinado contrato para a construção de 15 petroleiros, 10 Suezmac e cinco Aframax.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ressaltou o potencial do estaleiro. "Esse estaleiro é a fotografia que mostra que os dirigentes passaram a acreditar nesse País. O Brasil tem um potencial extraordinário para ficar dependendo de outros países".

O primeiro contrato do EAS com a Transpetro foi assinado em janeiro de 2007 para a construção de 10 navios petroleiros do tipo Suezmax. O estaleiro tem capacidade de processamento de 160 mil toneladas de aço por ano e está em um terreno de 160 hectares. O investimento é de R$ 1,4 bilhão. Atualmente, 75% do EAS estão construídos.

Por Jornal do Commercio/RJ/CAROLINA ELOY DE IPOJUCA-PE

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