segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Quinhão gaúcho do pré-sal

Todos os oito cascos de Rio Grande equiparão plataformas que terão como destino as megajazidas do pré-sal. E ainda podem representar investimentos adicionais no polo naval.

Às vésperas da definição da disputa, o clima entre as concorrentes mescla entusiasmo e mistério. Executivos de empresas comentam planos, como Antonio Pedro Dias, diretor de desenvolvimento de negócios da Andrade Gutierrez, que mostra conhecer a estrutura existente em Rio Grande:

– Para executar o empreendimento nas condições ideais, a capacidade precisa ser ao menos triplicada. Nosso plano prevê fazer isso dentro da área. É um investimento obrigatório, não um cálculo. Qualquer um que vença a licitação terá de fazer – diz.

Dias também adianta que a empresa firmou compromisso com a Secretaria de Desenvolvimento do Estado para fazer compras dentro do Estado.

– Como o objeto da licitação jamais foi executado no Brasil, todas as convidadas tiveram de seguir a exigência da Petrobras de trazer um provedor de projeto e um provedor de tecnologia de fabricação. Escolhemos a Hyundai porque preenche os dois papéis. Como é o maior estaleiro do mundo, em qualificação técnica pode haver igual, melhor não.

A necessidade de capacidade adicional apontada por Dias ajuda a compreender também o plano da WTorre de construir mais dois estaleiros em Rio Grande, chamados de ERG2 e ERG3. Como já antecipou a negociação dessas instalações, a empresa pode eventualmente ter vantagens sobre as competidoras.

Mais de um concorrente fala em investimentos adicionais

Gerson de Mello Almada, vice-presidente de indústria e infraestrutura da Engevix, também menciona a intenção de usar “áreas próximas ao dique para aumentar a eficiência de produção e cumprir os prazos estabelecidos no edital”. Ou seja, corrobora a possibilidade de investimentos adicionais. Outros preferem não se expor, como a UTC Engenharia.

– Somos o U da Quip – brinca Máximo Alves, líder executivo de desenvolvimento comercial da UTC, que confirma participação sem detalhar planos para expansão das instalações, por serem estratégicas. Quem prefere nem se manifestar é o Estaleiro Atlântico Sul. Dono do contrato para construção do casco da P-55 em Suape (PE), o Atlântico Sul também tem empresas que conhecem bem Rio Grande por participar do Quip.

Vento em popa


O projeto de longo prazo de construção naval em Rio Grande:


1- Licitação para a contratar projeto, engenharia e construção de oito castos de plataformas. As candidatas são Andrade Gutierrez e a coreana Hyundai, Engevix e a sueca GVA, Estaleiro Atlântico Sul e a norueguesa LMC, UTC Engenharia e a francesa Doris, WTorre e Keppel Fels, de Cingapura.

2- A Petrobras pretende fechar contrato com o vencedor até o final do ano, mas as candidatas estimam que isso possa ocorrer até outubro.


3- Oito cascos de plataformas de petróleo serão construídos no Estaleiro Rio Grande, estrutura que inclui o dique seco. A obra está a cargo da construtora WTorre. As instalações ficam prontas entre o fim deste ano e o início do próximo e serão arrendadas à Petrobras por 10 anos.

4- À medida que os equipamentos entrem em produção, serão feitas licitações para a completar as plataformas, com integração dos módulos. Esses contratos, estimados em cerca de US$ 4,8 bilhões, também poderão ser executados em Rio Grande, usando mais insumos e mão de obras locais.

Contingente atual de 1,5 mil trabalhadores pode ser multiplicado

Por Zero Hora / RS

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