sábado, 6 de agosto de 2011

Indústria naval movimenta o país e chama a atenção do exterior

A retomada da cadeia produtiva naval é uma realidade que movimenta o país de ponta a ponta e já coloca a indústria nacional como uma das mais promissoras do mundo. Esse é o balanço da Navalshore 2011 - Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, evento promovido pela UBM Brazil que se encerrou nesta sexta-feira, no Centro de Exposições SulAmérica, no Rio de Janeiro. Durante três dias, mais de 14.000 pessoas conheceram as novidades no segmento apresentadas por 350 empresas de 15 países e participaram de painéis e debates que discutiram o rumo do setor. 
Um dos destaques do último dia do evento foi a discussão promovida pela Conferência sobre o painel "Regionalização da Indústria e dos Pólos Navais no Brasil", que reuniu representantes das principais frentes de investimento do setor como Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Pernambuco. "No Complexo Industrial Portuário do Suape (Pernambuco) teremos um dos maiores conglomerados navais do mundo. Além de termos o maior estaleiro da América Latina, o Atlântico Sul, já negociamos a instalação de mais seis complexos do gênero", anunciou Silvio Leimig, diretor da Suape Global. A grade de palestras foi elogiada pelos 300 profissionais presentes aos três dias de conferência. 
No Rio Grande do Sul, a produção naval brasileira também mostra a sua força. Segundo Aloísio Nóbrega, vice-presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), estaleiros estão em plena produção e expansão no Estado, principalmente por conta do pré-sal: "O Estaleiro do Rio Grande está construindo oito cascos replicantes e a Quip está envolvida na construção da P-55, P-58 e P-63. A Wilson, Sons, que não encontra mais espaço para expandir em São Paulo, está investindo em barcos de apoio no Rio Grande do Sul e EISA - Estaleiro Ilha S.A. em um canteiro offshore". 

Marcas 

Além dos investimentos que se espalham pelo país, outro aspecto que comprova o bom momento da indústria naval é o fortalecimento das marcas que fazem parte da cadeia produtiva. Expositores da Navalshore servem de exemplo: "É um mercado que se tornou muito atrativo tanto na área offshore como onshore", afirmou Alice Freire Lara, gerente de Marketing da Jaraguá Equipamentos Industriais, que acrescenta: "Estamos expandido nossas atividades para Pernambuco, onde estamos investindo no Porto do Suape". 
João Almeida, da Drew Marine, empresa que fornece produtos químicos para navios, sai mais otimista da Navalshore 2011: "consegui fortalecer a minha marca no mercado em um momento de intensa atividade. A Transpetro está construindo mais barcos e as empresas internacionais estão cada vez mais interessadas no Brasil". 
Outras referências de empresas estrangeiras que estão se expandindo no Brasil são a holandesa Damen Shipyards e a finlandesa Konecranes, que passaram os três dias da Navalshore em intensos encontros de negócios. "O mercado brasileiro é excepcional e esta feira mostrou isso. Minha expectativa é concretizar muitos negócios a partir dos encontros que tive na feira", ressaltou o diretor da Konecranes, Jussi Rautiainen. 
O retorno proporcionado pela Navalshore aos expositores já reflete nos preparativos da nona edição da feira em 2012. "cinquenta por cento dos expositores já renovaram a participação para o próximo ano. Isso demonstra que os resultados dos encontros de negócios e contatos de mercado foram imediatos, o que comprova a força da feira", destacou Barbara Nogueira, gerente da Navalshore. Em 2012, a Navalshore acontece de 1 a 3 de agosto, no Centro de Exposições SulAmérica, na capital fluminense. 

Shipyard Tour 

Uma comitiva de empresários e expositores brasileiros e estrangeiros que participaram da Navalshore 2011 - Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore visitaram na manhã desta de sexta as instalações da EISA, na Ilha do Governador (RJ). A empresa é um dos símbolos da retomada da indústria naval no Brasil e tem atualmente oito embarcações em construção, gerando 2.500 empregos diretos. 
Os empresários e expositores conheceram as instalações da Eisa, em especial o cais onde está sendo construído um navio para carregar minério de bauxita, que terá 280 metros de comprimento, 40 metros de largura e capacidade para embarcar 80 mil toneladas de carga. "O shipyard tour foi uma iniciativa da UBM Brazil com o propósito de apresentar in loco aos empresários o momento efervescente da industrial naval brasileira. Os executivos viram de perto a rotina ininterrupta de trabalho em um dos principais estaleiros do País, que tem entregas agendadas até 2015", disse Barbara Nogueira, gerente da Navalshore. 
Fonte: monitormercantil

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