sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

EAS entregou o maior casco de plataforma FPU (P55) construído no país

Vamos ver o que nos espera pra este 2012, com certeza teremos muito trabalho rsrsrs...


O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) entregou nesta quinta-feira (22) à Petrobras, o maior casco de plataforma semissubmersível (FPU) já construído no Brasil e com total garantia de qualidade. O chamado lower hull da P-55, com 25 mil toneladas totais. A embarcação tem 44 metros de altura e uma base de 94 por 94 metros. Esse contrato marcou a estréia do EAS na indústria offshore e a entrega consolida em definitivo a presença da empresa no setor. 
Todas as etapas da construção do casco, incluindo os procedimentos de soldagem, foram executadas e aprovadas no EAS, atendendo às rígidas normas e especificações da indústria offshore e da sociedade classificadora internacional responsável pela certificação do projeto, a Bureau Veritas, entidade sediada na Bélgica e com 200 anos de credibilidade. 
Além das dimensões, o projeto do casco envolve um desafio logístico proporcional ao seu tamanho. Do EAS, o casco será rebocado por duas mil milhas até o Estaleiro Rio Grande (RS), onde será integrado à estrutura superior da unidade (deck box), construída no estaleiro gaúcho. A previsão é que o transporte do casco, que será realizado por dois rebocadores oceânicos, seja concluído em duas semanas. Dessa forma, tanto a construção do lower hull quanto o traslado estarão de acordo com o cronograma de integração da plataforma. 
Outro diferencial é que a integração do casco e do deck box, operação chamada de mating no jargão técnico, será realizada num dique seco. É a primeira vez que esse processo é realizado dessa forma no Brasil. 
No estaleiro, a construção do casco da P-55 gerou, em momentos de pico, milhares de empregos. Uma grande parte desse contingente foi capacitada em Pernambuco, para atuar na parte operacional do empreendimento, como soldagem, montagem e pintura. "Sem dúvida, a produção desse casco agregou valor à região. Criamos uma nova fronteira para a indústria offshore do País. É uma grande oportunidade para a economia local e que terá impacto no círculo virtuoso de desenvolvimento industrial pelo qual Pernambuco vem passando", disse o presidente do EAS, Agostinho Serafim Júnior. 
Ele também ressalta que "a maior dificuldade encontrada na construção do casco da P-55 foi o fato de as instalações do EAS não estarem inteiramente prontas, além da escassez de mão de obra no Brasil. A obra teve de avançar à medida em que a mão de obra era treinada ou selecionada". 
"Isso impactou no cronograma inicial. Porém, a obra ganhou velocidade e evoluiu dentro do previsto após a conclusão do Estaleiro, em meados de 2010. A partir daí, pudemos contar com toda a nossa capacidade produtiva". 

Testes - Antes de ser entregue, o casco da P-55 foi submetido a uma série de testes no EAS, para avaliação da operação do sistema de lastro, responsável por fazer a plataforma submergir e emergir. Também foram realizados os testes estrutural dos tanques e hidrostático das tubulações. Os resultados mostraram que todos os sistema estão operando perfeitamente e que o lower hull atende às exigências de qualidade da indústria de petróleo e gás. No Estaleiro Rio Grande, o casco ainda passará  pelos testes de inclinação, que serão supervisionados por  técnicos do EAS.
A P-55 é uma plataforma projetada para operar em águas profundas. Terá capacidade de produção de 180 mil barris diários e produzirá óleo leve. Ela será instalada no Campo de Roncador - Bacia de Campos (RJ) - a uma distância de 130 quilômetros da costa e sobre uma lâmina d"água de 1.795 metros. 

Fonte: Monitor Mercantil

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