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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

AULA DE MATEMÁTICA - Por um um professor anônimo


AULA DE MATEMÁTICA

Hoje vou brincar de professor de matemática. Vou passar alguns problemas para vocês resolverem.

Problema nº1

Um professor trabalha 5 horas diárias, 5 salas com 40 alunos cada. Quantos alunos ele atenderá por dia?

Resposta: 200 alunos dia.

Se considerarmos 22 dias úteis. Quantos alunos ele atenderá por Mês?

Resposta: 4.400 alunos por mês.
Consideremos que nenhum aluno faltou (hahaha) e, que em cada um deles, resolveram pagar ao professor com o dinheiro da pipoca do lanche: 0,80 centavos, diárias. Quanto é a fatura do professor por dia?

R: 160,00 reais diários

Se considerarmos 22 dias úteis. Quanto é faturamento mensal do mesmo professor?

R: Final do mês ele terá a faturado R$ 3.520,00.
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Problema nº2

O piso salarial é 1.187 reais, para o professor atender 4.400 alunos mensais. Quanto o professor fatura por cada atendimento?

Resposta: aproximadamente 0,27 mensais

(vixe, valemos menos que o pacote de pipoca)... Continuando os exercícios...
-----------------
Problema nº3

Um professor de padrão de vida simples, solteiro e numa cidade do interior, em atividade, tem as seguintes despesas mensais fixas e variáveis:

Sindicato: R$12,00reais

Aluguel: R$350,00reais (pra não viver confortável)

Água/energia elétrica: R$100,00 reais (usando o mínimo)

Acesso à internet: R$60,00 reais

Telefone: R$30,00 reais (com restrições de ligações)

Instituto de previdência: R$150,00 reais

Cesta básica: R$500,00 reais

Transporte: sem dinheiro

Roupas: promocionais

Quanto um professor gasta em um mês?

Total das despesas: R$1202,00

Qual o saldo mensal de um professor?

Saldo mensal: R$1187,00 - 1202= -15 reais, passando necessidades


Agora eu te pergunto:

- Que dinheiro o professor terá para seu fim de semana?

- Quanto o professor poderá gastar com estudos, livros, revistas, etc.

- Quanto vale o trabalho de um professor??
- Isso é bom para o aluno???
- Isso é bom para a educação pública do Brasil??


Agora  olhem a 
pérola que o Sr. Governador do Ceará disse:

" Quem quiser dar aula faça isso por gosto, e não pelo salário.
Se quiser ganhar melhor, peça demissão e vá para o ensino privado "

Cid Gomes – Governador do Ceará

SE VOCÊ ACHA QUE NOSSO GOVERNADOR DEVE ABRIR MÃO DE SEU SALÁRIO E GOVERNAR POR AMOR, PASSE PARA FRENTE!
CAMPANHA


 “Cid, doe seu SALÁRIO e governe por AMOR!”

Vamos espalhar isso aos 4 ventos e aumentar a campanha:

DEPUTADOS FEDERAIS E ESTADUAIS, MINISTROS, DOEM SEUS SALÁRIOS E TRABALHEM POR AMOR!






quinta-feira, 15 de novembro de 2012

VIVER NÃO DÓI


Olá amigos!!

Você acredita que viver não dói? Isso mesmo.
Trago hoje uma mensagem que nos faz refletir sobre o sofrimento, sobre como nós criamos expectativa e ilusão e esquecemos de viver e aproveitar o que nos foi dado!

Reflitam!!

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas
e não se cumpriram.

Por que sofremos tanto por amor?

O certo seria a gente não sofrer,
apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou
em nós um sentimento intenso
e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.

Sofremos por quê?

Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer
pelas nossas projecções irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos
de ter conhecido ao lado do nosso amor
e não conhecemos,
por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.

Sofremos não porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós,
impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.

Como aliviar a dor do que não foi vivido?

A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!

A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.

O sofrimento é opcional.

Por Carlos Drummond de Andrade

Queridos amigos!! 

Reclamamos de mais e aproveitamos pouco o lado bom da vida, ao invés de ficar parado no tempo reclamando de tudo e de todos, deveríamos agradecer por tudo de bom que já aconteceu, e fazer algo pra continuar acontecendo coisas boas em nossa vida. Devemos sonhar sim! Mas não esqueça de por em prática para que não somente fique em nossa imaginação, mas para que nós possamos aproveitar mais a vida sem tanto sofrimento e frustrações! E você? Acredita que viver não dói?

Forte abraço!!


Fonte: Velho Sábio

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Petroleiros protestam contra mortes na Petrobrás e exigem novo modelo de SMS

Em todo o país, petroleiros das bases da FUP se mobilizaram na sexta-feira, 09, por um basta às mortes e acidentes no Sistema Petrobrás. Em outubro, em um intervalo de apenas 12 dias, três trabalhadores morreram em consequência da insegurança crônica que impera na empresa. São pelo menos 12 mortes só este ano e 323 vítimas desde 1995, a grande maioria trabalhadores terceirizados.

O último acidente que fez mais uma vítima neste cenário de horror foi no dia 30 de outubro com o caldeireiro Sérgio Henrique de Faria Bandeira, da empresa Manserv, que prestava serviços para a Petrobrás na Revap, em São José dos Campos.


Para exigir um basta a essa sangrenta rotina de acidentes e doenças que matam, mutilam e incapacitam dezenas de petroleiros a cada ano, a FUP e seus sindicatos realizam nesta sexta atos e protestos nas refinarias, terminais, áreas de exploração e produção de petróleo e demais unidades da Petrobrás. Com faixas, caixões e cruzes, os petroleiros se manifestam, atrasando a entrada do expediente para cobrar mudanças urgentes na política de (in)segurança da empresa.


O que tem se visto é que não há vontade política dos gestores da Petrobrás em construir um novo modelo de SMS que aponte mudanças estruturais na atual concepção gerencial da empresa de que a morte faz parte do negócio. Dezesseis trabalhadores morreram desde que o Grupo Paritário de Trabalho de SMS foi criado, em setembro de 2011, para a FUP e seus sindicatos discutirem e construírem propostas em conjunto com a empresa para um novo modelo de saúde e segurança. No entanto, após 14 reuniões do GT, nada de significativo mudou na gestão de segurança da Petrobrás.


A FUP se reuniu na sexta-feira, 09, às 15 horas com o diretor Corporativo e de Serviços, José Eduardo Dutra para cobrar um posicionamento claro da empresa sobre o SMS.


Como foram os atos desta sexta nas principais bases


No Norte Fluminense, o sindicato realizou um ato no Aeroporto Bartolomeu Lisandro, em Campos. Os dirigentes sindicais permanecem desde o início da manhã no local, fazendo um piquete de convencimento em relação às condições precárias de embarque e desembarque no local. Houve atrasos em voos de petroleiros do setor privado e cancelamentos de dois voos da Petrobrás (para P-25 e P-52). O Sindipetro-NF orienta os trabalhadores a só embarcarem pelo saguão principal, e a Petrobrás afirma que isso não é possível. Atualmente o embarque é realizado em um hangar improvisado pela empresa Líder. Cerca de 40 trabalhadores já deixaram de embarcar hoje em razão da mobilização.

Na Bahia, o Sindipetro realizou uma grande manifestaçãoem frente à sede da petrobrás, em Itaigara. Os trabalhadores realizaram uma passeata, carregando cruzes e caixões, em protesto contra a política de insegurança da empresa.


No Amazonas, os trabalhadores da Reman atrasaram o expediente em uma hora, durante o ato promovido pelo sindicato, cobrando uma nova política de SMS para a Petrobrás e suas subsidiárias.


Nas bases do Sindipetro Unificado de São Paulo, houve atrasos na entrada do expediente da Recap e do Terminal de Barueri, com 100% de adesão do turno. Na Replan e no Terminal de Guarulhos, a forte chuva atrapalhou as mobilizações, mas o sindicato fez um debate com os trabalhadores sobre a situação do SMS.


No Paraná e em Santa Catarina, as chuvas também tiveram reflexo nas mobilizações. Em função disso, o sindicato realizou panfletagens na REPAR e nos terminais terrestres e aquaviários. Na SIX, os trabalhadores atrasaram em uma hora o expediente.


Em Duque de Caxias, os trabalhadores do turno da Reduc aderiram a mobilização e atrasaram a entrada do expediente em quarenta minutos. O Sindicato expôs as questões de SMS que a FUP e sindicatos repudiam, citou as 16 mortes de trabalhadores do Sistema Petrobrás ocorridas desde setembro do ano passado e explicou aos trabalhadores o motivo da FUP ter se retirado do GT de SMS na última semana. Os petroleiros da refinaria solidarizaram-se às famílias das vítimas de acidentes e fizeram uma caminhada da entrada da refinaria até os seus locais de trabalho.


No Rio Grande do Sul, os trabalhadores da Refap atrasaram a entrada do expediente e aderiram ao ato realizado pelo Sindipetro, onde a categoria discutiu os problemas de segurança e questões relacionadas ao Acordo coletivo de Parada de Manutenção que está em elaboração e discussão na refinaria.


Em Minas Gerais, houve participação expressiva dos trabalhadores do turno e HA das unidades da Petrobrás. Eles demonstraram repúdio e indignação quanto a falta de segurança que vem assassinando trabalhadores na empresa. O atraso na entrada do expediente aconteceu na Regap e na Termelétrica Aureliano Chaves.


Os demais sindicatos da FUP ainda não repassaram informações sobre as manifestações.


Fonte: Imprensa FUP - 12/11/2012

domingo, 25 de março de 2012

O diabo entra na briga entre Edir Macedo e Valdemiro

Pastores recorrem até ao inferno para vencer guerra por fiéis no mercado da fé. Igreja Universal, de Macedo, perde fiéis e receita para a Mundial, de Valdemiro.
As entrevistas com o demônio para difamar a concorrência passaram a ser recorrentes na programação da Rede Record.


Os hoje arqui-inimigos Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, e Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, convocaram o demônio para ajudá-los na batalha que travam pela alma e generosidade dos fiéis. Recentemente, em seu programa de TV, Macedo “interrogou” o diabo, que, supostamente encarnado em uma devota, “confessou” ter se instalado na igreja rival e ser o responsável pelas propaladas curas operadas por Valdemiro. As entrevistas com o demônio para difamar a concorrência passaram a ser recorrentes na programação da Rede Record.

O chefe da Mundial, por sua vez, rebateu as acusações com outras de igual fineza: em seu programa no Canal 21, ele afirmou que o “câncer” de Macedo é obra do demônio. Na tréplica, Macedo levou sua médica à TV para atestar que não sofre da doença e ainda exibiu no programa Domingo Espetacular, da Rede Record, uma reportagem sobre a compra, por Valdemiro, de três fazendas avaliadas em 50 milhões de reais.

O acirramento da guerra dos pastores se dá num momento em que a Universal, de Macedo, perde fiéis e receita aos borbotões para a Mundial, de Valdemiro. Estima-se que, em catorze anos, o segundo tenha conquistado mais de 20% de seguidores do primeiro. Durante muito tempo, Valdemiro foi membro da cúpula da Universal. Preterido por Macedo na indicação para um posto de maior visibilidade na organização, ele rompeu com o chefe e fundou a sua própria igreja. Habilidoso, deu um passo atrás e resgatou o modelo primitivo que deu origem ao fenômeno da Universal: a luta contra Lúcifer e a promessa de curas e milagres de toda ordem — pilares que Macedo mais tarde substituiu pela “teologia da prosperidade”.

Ao adotar essa estratégia, Valdemiro passou a atender um nicho de fiéis que Macedo havia negligenciado com o amadurecimento do seu negócio, o público de menor poder aquisitivo e alta credulidade. Seus seguidores passam horas de pé em filas para poder tocar o seu corpo ou recolher um pouco de seu suor em toalhas ou pedaços de pano que são distribuídos na igreja. Valdemiro fomenta a crença de que sua transpiração tem o condão de realizar milagres.

Com os cofres recheados, Valdemiro passou a assediar os membros da Universal. Oferecendo salários e comissões mais altos que os pagos por Edir Macedo, ele atraiu prepostos do rival na Argentina, Inglaterra e em países africanos. Para profissionalizar seus negócios, canibalizou executivos da Record e do Banco Renner, controlado pela Igreja Universal. A riqueza que Valdemiro Santiago ostenta Macedo contabiliza como prejuízo.

O estrangulamento de suas contas pela concorrência chegou a afetar as operações da Record e a atrasar salários na TV, como ocorreu no ano passado. O quadro de deterioração das finanças de Macedo se tornou ainda mais calamitoso com a penhora pela Justiça da sede da emissora no Rio de Janeiro para garantia do pagamento de dívidas da Universal do Reino de Deus.


A má fase não terminou aí. Em setembro, o Ministério Público denunciou Edir Macedo pelos crimes de estelionato, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Os procuradores o acusam de lavar no exterior o dízimo recebido pelos fiéis para depois despejá-lo nas contas da Record.

Ao lançar suspeitas sobre a forma como Valdemiro adquiriu suas fazendas, Macedo quer mostrar que o ex-discípulo também dá suas trombadas com a lei. Valdemiro já esteve enroscado em outras diabruras. Em 2003, o chefão da Mundial foi condenado a pagar cestas básicas por porte ilegal de armas. Ele foi flagrado em uma blitz com uma escopeta, duas carabinas e munição. Em 2010, três de seus pastores foram presos em Mato Grosso do Sul transportando sete fuzis M-15. Em depoimento à polícia, o motorista afirmou que o destino das armas era a cidade de Niterói, no Rio de Janeiro.

A crise desencadeada pela Mundial do Poder de Deus obrigou Macedo a redesenhar a administração de seu negócio. Uma das providências foi baixar as exigências para a abertura de novos templos. Antes, para abrir uma franquia, o pastor tinha de comprovar um potencial de arrecadação mínimo de 150 000 reais mensais, a ser atingido em seis meses. Agora, esse piso caiu para 50 000 reais. A comissão a que cada pastor tinha direito sobre o total arrecadado além da meta era originalmente de 10%. Macedo agora a dobrou. O que ele não abre mão é da eficiência.

Os pastores que não cumprem as metas dentro do prazo contratado são transferidos ou perdem o comando da franquia. Essa mudança, que aponta para uma capilarização da Universal, faz parte da estratégia de Macedo de substituir o modelo de construção de megatemplos pela pulverização de igrejas menores no país, de manutenção mais barata e mais próximas da casa dos fiéis. Com isso, ele espera baixar os seus custos de operação e evitar que outras ovelhas se desgarrem. Pastores e assessores próximos dos dois líderes afirmam que estes são apenas os primeiros movimentos de uma guerra sem previsão de fim.

Fonte: EXAME.com

sábado, 23 de julho de 2011

"AS DIFICULDADES DA VIDA"

Meus nobres amigos creio que vale a pena parar um tempinho, para ver e ler esta mensagem.




Deus sabe tudo e sabe o que se passa conosco. Ele sabe tudo sobre você e está sempre ao seu lado, por isso não sofra com dificuldades que enfrenta na vida, tenha fé, Deus sabe tudo e te carrega no colo nessas horas, não desanime, a nossa decisão de como vencer determinará a nossa vitória em cada dificuldade que enfrentamos. O fracasso é dos fracos que não conhecem a Deus, pois a experiência mais importante em nossa vida é buscar a Deus e seus conselhos. Jesus disse que a vitória que vence o mundo é a nossa fé e sem fé é impossível agradar a Deus.
Cada pessoa tem a sua personalidade formada no vínculo da família em que vive e desse vínculo vem a solução para todos os problemas vencendo os com sabedoria.
Tudo passa, pois depois da tempestade vem a bonança, como diz o ditado. Deus prova o seu amor a todas as pessoas que lutam para vencer as dificuldades da vida e sai vitorioso aquele que com fé em Deus buscou a saída certa e com confiança em Deus recebe a recompensa em dobro. Lembre-se que Jó sofreu grandes dificuldades na vida, mas nunca abandonou sua fé em Deus e venceu recebendo bênçãos em dobro.
Quem reconhece bem o seu “ego” não se deixa ser vencido pelas dificuldades e supera tudo com otimismo. Tudo passa, embora fiquem as lembranças que muitas vezes é bom recordar, pois a vida é ciclo um de experiências que aprendemos na escola da vida.
Acreditar em si mesmo de que você não nasceu para o fracasso é o caminho para vencer os problemas da vida. Quem se ama não se intimida perante as dificuldades. Jesus é a saída, a paz e a solução para todos os problemas. Crê nisso?
As dificuldades que Cristo passou, não chegam nem perto do que passamos e nisso devemos refletir, ele venceu o mundo.
Ame-se, experimente a vida buscando novos horizontes, na hora certa, Deus coloca em seu caminho a solução para todos os seus problemas.
Que Jesus seja a paz na sua vida.
Antonio Fernandes (Código do texto: T509434 - Recanto das letras)
Geralmente enfrentamos muitas dificuldades na vida!!!
"Seja sempre forte, não como as ondas que tudo destroem, mas seja assim como as rochas que tudo suportam.".
"Feliz de quem atravessa a vida tendo mil razões para viver." ( Dom Helder)
  • Nenhum homem consegue ter sucesso a não ser que esteja preparado para enfrentar e ultrapassar as dificuldades, bem como assumir responsabilidades. (William J.H. Boetcker)
  • As dificuldades foram feitas para nos encorajar e não o contrário. O espírito humano cresce mais forte com os conflitos. (William E. Channing)
  • As maiores dificuldades estão onde não estamos a olhar. (Von Goethe)
Meus caros vejam 7 maneiras de enfrentar as dificuldades.

1. Tenha a convicção de que Deus está no controle de tudo
2. Não tenha medo de situações novas
3. Tire proveito das dificuldades.
4. Não escute palavras de desânimo e dúvida.
5. Lembre-se de que você próprio é a solução.
6. Esteja se fortalecendo interiormente cada manhã.
7. Agradeça a Deus pela oportunidade de lutar e vencer.

"A nossa visão da vida determinará o nosso sucesso ou fracasso. Seja então dos que acreditam, se esforçam e vencem."

Caros amigos!! Acredite em você! Tudo que passamos em nossa vida era para ser nosso, as dificuldades que nos são apresentadas estão presentes para nos mostrar que somos capazes de superar, que podemos alcançar o que almejamos. Somos nós que determinamos nosso sucesso. Tenham muita fé, pensem e apliquem as 7 maneiras em sua vida. Vamos enfrentar as dificuldades?

Um grande abraço do Carlinhos MG e que Deus ilumine a todos vocês meus nobres amigos.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

VOCÊ ESTUDOU???

Que povinho mais meleca é esse brasileiro!    

É isso aí gente...vamos chutar o balde e ir prá Brasilia!!!!!!!
Até já esqueci como se escreve o meu nome!!!!




É O BRASIL OH OH!!! RSRSRSRSRSSS


Você estudou? - BEM FEITO!!!!!

É TRIUNFO DAS NULIDADES:
o Brasil vai bem, obrigado, para os parasitas, os que nada produzem e os políticos...
Ronaldinho Gaúcho : R$ 1.400.000,00 por mês. - "Homenageado na Academia Brasileira de Letras"...
Tiririca : R$ 36.000,00 por mês, fora os auxílios e mordomias; - "Membro da Comissão de Educação e Cultura do Congresso"...
...e centenas de outros q melhor nem citar, pra não constranger mais ainda...
Piso Nacional dos professores: R$ 1.187,00....
Moral da História:
Os professores ganham pouco, porque só servem para nos ensinar coisas inúteis como:
ler, escrever e pensar.
Sugestão:
Mudar a grade curricular das escolas, que passaria a ter as seguintes matérias:
- Educação Física:
Futebol
-Música:
Sertaneja
Pagode
Axé
- História:
Grandes Personagens da Corrupção Brasileira
Biografia dos Heróis do Big Brother
Evolução do Pensamento das "Celebridades"
História da Arte: De Carla Perez a Faustão.
- Matemática:
Multiplicação Fraudulenta do Dinheiro de Campanha
Cálculo Percentual de Comissões e Propinas
- Português e Literatura :
?????????????????????? Para quê ????????????????
- Biologia, Física e Química :
Excluídas por excesso de complexidade...
Se não fosse TRÁGICO, seria CÔMICO, mas infelizmente é a nossa triste REALIDADE !!!!! 

quinta-feira, 24 de março de 2011

Petrobras terá 6 mil vagas até 2013

A Petrobras vai contratar 6 mil novos funcionários até 2013, mantendo um ritmo de dois concursos por ano. A idéia é que um seja realizado no primeiro semestre e o outro no segundo para “aproveitar as melhores cabeças que saem das escolas do Brasil”, afirma a gerente de Recursos Humanos da estatal, Mariângela Mundim. A política de contratações da Petrobras não passa por exigências de experiência, portanto, quem pretende trabalhar numa das empresas mais desejadas do País deve focar nos estudos e acompanhar os editais já lançados.
Mariângela informa que a estatal petrolífera tem hoje em torno de 58 mil funcionários e a diretoria aprovou um aumento na força de trabalho para 64.605 colaboradores nos próximos dois anos. Empreendimentos como a Refinaria Abreu e Lima e a exploração do Pré-Sal são os propulsores do crescimento da empresa. “Nossa refinaria mais novinha é de 1980. Estamos construindo novas unidades, com a de Pernambuco, e temos o complexo petroquímico do Rio. São novos empreendimentos que exigem admissões”, argumenta.
Ela disse que o processo de contratações já começou faz tempo, inclusive para a Refinaria Abreu e Lima, que já tem pessoal da estatal em operação. Mas uma grande parte já foi aprovada em concursos anteriores e está sendo formada por meio de cursos e operação em outras plantas de refino da empresa. “A gente vem fazendo isso há algum tempo, treinando o profissional para se acostumar com a companhia, entender nossos processos e cultura. Temos de fazer antes de entrar em operação.”
Como novos concursos vão aparecer, é bom saber que nas refinarias o perfil dos trabalhadores é de cargo técnico, numa proporção de 80% de técnicos e 20% de nível superior. São demandados técnicos de operação, manutenção, instrumentista, inspeção de equipamentos, dentro de uma variada gama de processos. Apesar de a expectativa ser a criação de 6 mil empregos em dois anos, o processo de contratação da companhia petrolífera é contínuo. “Nunca podemos deixar de fazer as admissões sistemáticas para não ter apagão de mão de obra daqui a 10 anos. Estamos sempre recompondo o quadro de empregados.”
Nesse sentido a Petrobras se destaca por ser uma das poucas empresas do setor que vem empregando sem exigir experiência. “Preferimos contratar pessoas em início de carreira. É mais produtivo, pois dessa forma é mais fácil de aprender o nosso jeito de trabalhar”, diz Mariângela. “O importante é o jovem ter disposição para o trabalho, ser curioso, criativo e inovador, além, é claro, dos conhecimentos técnicos necessários. E para isso é necessário estudar numa boa escola técnica.”
Depois de entrar na companhia, o céu é o limite para quem se destaca. A Petrobras mantém um processo de análise de desempenho contínuo, na qual a cada ano são definidas metas de produtividade em cada área da empresa. “Com isso a gente tem o acompanhamento do desempenho do empregado e os melhores são promovidos. É um estímulo para o profissional progredir na carreira, por isso ele tem de ter empenho. Nossa meta é que todos os empregados fiquem 35 anos na empresa. Queremos retê-lo.”
Para se ter uma idéia, no último edital lançado para mais de 800 vagas, que está em andamento – as inscrições já estão encerradas – os cargos de nível superior pagam inicialmente até R$ 6.217,19 e os de nível técnico, até R$ 2.615,86. A empresa informa que dentro de seu plano de carreira o profissional começa no nível júnior, depois passa para pleno e depois sênior, sendo que em cada uma dessas etapas há níveis de graduação. A empresa só divulga os salários contidos no edital.
A quantidade de pessoas necessárias para a operação da Refinaria Abreu e Lima, prevista para 2013, não foi divulgada pela empresa. Em outubro do ano passado, o presidente da refinaria, Marcelino Guedes, disse que a empresa iria contratar 400 pessoas para a área administrativa este ano, foram 300 que já passaram em concurso do ano passado.

  
Fonte: portogente

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Pessoas vivem mais, mas passam mais anos doentes

Expectativa pouco saudável

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos mostrou que, apenas de estarem vivendo mais, as pessoas estão passando um percentual maior de suas vidas doentes.

A nova pesquisa, publicada na edição de dezembro da revista Journal of Gerontology, revela que o aumento na expectativa de vida não tem sido acompanhado por mais anos de saúde perfeita.

Na verdade, uma pessoa com 20 anos de idade hoje pode esperar adoecer um ano a mais ao longo de sua vida do que uma pessoa com 20 anos de idade uma década atrás - mesmo com o aumento da expectativa de vida.

Segundo a pesquisa, não se trata apenas de viver mais anos doente em função de uma vida mais longa: o número médio de anos saudáveis vem diminuindo desde 1998. Mesmo vivendo mais tempo, contamos com um número menor de anos saudáveis no total.

Morbidade

De 1970 a 2005, a probabilidade de uma pessoa com 65 anos chegar aos 85 anos duplicou, passando de aproximadamente 20 por cento para 40 por cento de chance.

Muitos pesquisadores têm presumido que as mesmas forças que permitem às pessoas viverem mais tempo, incluindo os comportamentos mais saudáveis e os avanços da medicina, também retardariam o aparecimento de doenças e permitiriam que as pessoas passassem menos anos de suas vidas com doenças debilitantes.

Mas Eileen Crimmins e Beltrán Hiram-Sánchez, da Universidade do Sul da Califórnia, mostraram que não é bem assim.

Sua pesquisa revelou que a morbidade média - o período de vida gasto com doenças graves ou com a perda da mobilidade funcional - tem realmente aumentado nas últimas décadas.

Ilusão

"Nós temos assumido que cada geração será mais saudável e viverá mais do que a anterior", explica Crimmins. "No entanto, a compressão da morbidade pode ser tão ilusória quanto a imortalidade."

"Há provas substanciais de que nós temos feito muito pouco até agora para eliminar ou retardar as doenças; o que temos feito é evitar a morte pelas doenças," explicou Crimmins.

"O aumento da prevalência das doenças pode, em certa medida, refletir melhorias nos diagnósticos, mas o que isto reflete mais claramente é um aumento da sobrevida de pessoas com doenças," conclui o pesquisador.


Fonte: Diário da Saúde

sábado, 18 de dezembro de 2010

Educação ou permissividade?

Segundo o psicanalista belga Jean-Pierre Lebrun, estudioso das relações familiares, deve-se aprender na infância a lidar com o insucesso, para nos livrar de apuros na vida adulta.
O modelo tradicional de família tem sofrido, ao longo dos últimos 30 anos, modificações significativas. O modelo do passado, era uma hierarquia em forma de pirâmide, onde os filhos deviam respeito e obediência aos pais. Esse modelo decadente foi substituindo por um novo modelo onde o filho é tão respeitado quanto o pai, e a mulher tem a mesma igualdade de direito que o homem. Isso não é bom nem ruim, é apenas diferente. Esse novo modelo requer uma nova forma de educação, pois os filhos não temem mais aos pais. A nova criança assim como a nova mulher não tem medo, eles buscam a liberdade. Com isso os pais perderam sua autoridade sobre os filhos.
A educação pela autoridade perde assim seu valor devendo ser substituída por um novo modelo rico em sabedoria, onde a criança compreende seu valor no mundo e é preparada para exercer seu papel dentro da sociedade. Uma criança livre para fazer escolhas que melhorem a condição de vida.
Essa nova criança surge como espelho a liberdade da mulher. A submissão da mulher no passado também foi modelo para as crianças que perpetuar a hierarquia masculina. Mas hoje, que mulher obedece a um homem? Em meio a essa mudança toda, tem jovens que não sabem o que fazer com a liberdade, não reconhece seu próprio valor, não sabe por que estão nesse mundo, não são preparadas para enfrentar o grande desafio que é a vida. Se no passado os pais faziam escolhas pelos filhos, hoje são os próprios filhos que fazem suas próprias escolhas. Isso exige responsabilidade diante da vida. Exige que pais preparem seus filhos para fazer escolhas. Nesse novo paradigma, é preciso ensinar aos filhos a lidar com a adversidade ou com as falhas humanas. Não somos perfeitos, vamos errar inevitavelmente. Mas os pais de hoje procuram dar de tudo aos filhos, criam seus filhos, como se jamais eles fossem errar.
No passado, quando uma criança tirava notas baixas na escola, ela sabia que teria de se justificar diante dos pais. Hoje, quando uma criança vai mal na escola, os pais tratam como se a falha fosse do professor. No modelo atual, é o professor que tem de se justificar, pelo baixo rendimento do aluno. Eximindo a criança do erro. O sonho de uma vida sem erros e repleta de prazer, quase sempre acaba no consumo de drogas. Uma fuga às dificuldades da vida. Que nem sempre é tão perfeita quanta a infância.
Você já imaginou qual será a reação de seu filho quando alguém oferecer drogas a ele? Inevitavelmente alguém fará isso. Seu filho está preparado para fazer a escolha certa? Ou você ainda pensa que pode fazer escolhas por ele?

Educação Ou Permissividade?

* Bia Lopes

        Muitas vezes assistimos crianças birrentas fazendo cenas terríveis para alcançar o que desejam... E isso é absolutamente normal! A criança costuma testar aos pais, tios e avós inicialmente, e, depois, professores e colegas.
        Anormal é o comportamento de alguns pais, que deixam a criança à vontade, sem corrigi-la. Das atitudes corretas dos pais frente a essas tentativas de domínio através da pressão, vai depender o futuro da criança. Caso contrário, da birra a criança irá partir para a agressividade, contra os próprios pais, irmãos, colegas e professores.
        Sem regras e sem limites, meninos e meninas se tornam adolescentes, e depois, que adultos irão se tornar?
        Quais outros apelos irão utilizar para conquistar o que desejam, da forma mais rápida e, normalmente, a menos correta?
        Será que o “modelo” adotado nos últimos anos é o mais correto?
        Meus pais (iguais a muitos outros pais) nos criaram, a mim e a meus irmãos, com horários e regras determinadas: de alimentação, de estudo, de brincar e de dormir.
        Auxiliar em serviços domésticos e também atender os clientes junto com o pai e a mãe, no pequeno comércio da família, era como uma brincadeira levada a sério. Ali aprendíamos a educação para tratar com as pessoas e, interessante recordar, na hora de brincar, essa era nossa brincadeira predileta...
        Recebíamos ensinamentos, bem como aprendíamos a respeitar nossos pais e as outras pessoas, mais a educação/ aprendizagem na escola.
        Dias atrás, durante as comemorações de aniversário da Escola Sagrado Coração de Jesus, quando alunos, professores e autoridades se concentraram no pátio para a abertura das comemorações eu voltei ao passado:
        Recordei a “Hora Cívica” de nossa escola, onde aprendíamos o Hino Nacional, Hino da Bandeira, Hino do Rio Grande do Sul (no nosso caso), o que hoje está faltando às nossas crianças!
        Hoje?
        Crianças ou adolescentes não trabalham e os pais podem ser penalizados...
        Tenho visto muito menor pelas ruas e não são “pedintes”; estão andando e muitas vezes, em péssimas companhias, experimentando drogas e praticando vandalismos.
        Educação?
        Recebíamos inicialmente em casa.
        E a educação continuava na escola...
        Fosse com os colegas ou com os professores, que nos ensinavam “as letrinhas” e reforçavam as regras domésticas de convivência e respeito.
         E hoje, o que se percebe, é que nem as crianças ou os adolescentes (em significativo percentual) respeitam seus pais, os professores e aqueles ao seu redor!
        Até agora ainda não “assimilei” o porquê de rasgar todos os cadernos, no final do ano, por exemplo... Acho que é uma forma de desrespeito aos pais, que trabalham (e muitos enfrentam sérias dificuldades financeiras), destruindo material caro, e sujando as ruas...
        E o “Estatuto da Criança e do Adolescente”? Existe para proteger quem, afinal? Não entendo como “proteção” não permitir aos pais ensinarem algo útil ao filho.

Quem pode falar sobre as necessidades e os sonhos dos jovens são eles próprios...

        Certo dia, observando cinco meninos, (3 eram filhos e 2 sobrinhos), felizes e sorridentes, trabalhando em volta de um sofá, observando como foi feito e garanto, eles estavam bem melhor ali do que na rua, na malandragem...
        Outro menino, na borracharia auxiliando o pai, aprendendo a trabalhar e ter responsabilidade me explicou: “vou à escola pela manhã, com minha irmãzinha; papai nos leva e vai nos buscar na saída; e, ao chegar a casa, almoçamos; depois, faço minhas tarefas e venho ajudar aqui; mas tenho colegas que, enquanto ajudo meu pai, aprendendo alguma coisa útil, ficam na rua fazendo muitas coisas erradas”...
        Anos atrás tinha escola onde a criança estudava meio período e, no restante do dia, ela aprendia as mais variadas tarefas como trabalhos domésticos e a cuidar de um pomar ou da horta, dentre outras.
        Parece existir alguma falha na Lei, pois não permitir que os pais ensinem aos filhos, está errado e seria importante rever e corrigir para que as crianças aprendam desde pequenas.
        Conversei com algumas pessoas as quais me disseram que há uma grande carência de jovens para aprender a trabalhar, apenas pessoas mais velhas se apresentam enquanto os jovens, ao atingirem a “idade permitida” para o trabalho, já não têm mais interesse; muitos, já viciados, são funcionários do tráfico de drogas...
        “Nós, para trabalhar e aprender temos de nos esconder, senão nosso pai pode ir preso”, declara o menino na borracharia.
        Conversando com um advogado conhecido ele me apontou uma profissão que está desaparecida em nossa cidade: o engraxate. “Os meninos que trabalhavam como engraxate contribuindo com a renda familiar, depois da proibição do trabalho, ficam pelas ruas, aprendendo o que não presta”, observa ele.
        É evidente a necessidade de fiscalização para evitar a exploração do trabalho infantil bem como o discernimento do que é exploração, bem diferente dos atos de auxiliar os pais e aprender a trabalhar.
        Muitos pais passam o dia fora, trabalhando e, quando a criança volta da escola boa parte acaba saindo para a rua, podendo, assim, se envolver com drogas e prostituição, caindo na marginalidade.

Está passando da hora de revisar tal lei...
http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/educacao-ou-permissividade-870253.html
Perfil do Autor
Sou Bióloga graduada pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO-UFMT
Especialização em ENTOMOLOGIA MÉDICA-FIOCRUZ-RJ.

É permitida a utilização parcial ou total desde que citada autoria e fonte.

   

domingo, 28 de novembro de 2010

Entidades querem instruir médicos no combate ao crack

Entidades querem instruir médicos no combate ao crack
Fórum também abordou a vulnerabilidade social relacionada ao uso da droga, os aspectos jurídicos e a atuação do MEC dentro das escolas. 

Você saberia para onde encaminhar os usuários de crack que desejam obter tratamento? Sabe o que é uma política de redução de danos? Conhece algum protocolo de assistência integral ao usuário de crack? A fim de responder essas perguntas e mobilizar médicos e a sociedade civil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) promoveu o I Seminário Nacional sobre Aspectos Médicos e Sociais Relacionados ao Uso do Crack, com o objetivo de traçar, em conjunto com as entidades médicas e governamentais, diretrizes eficazes para o tratamento da dependência do uso da droga.

"Precisamos sensibilizar os médicos e cidadãos a se envolverem nesta questão. Não podemos ficar só na oratória, queremos partir para a ação e é este o objetivo do Fórum, transformar as ideias em ações reais após as discussões," ressaltou o presidente do CFM, Roberto D´Avila.

Presente no evento, o presidente da Federação Nacional dos Médicos, Cid Carvalhaes, ressaltou a importância e o papel das entidades médicas na elaboração dessas diretrizes. Segundo ele, o combate ao uso do crack e de outras drogas é um problema de saúde pública e as entidades médicas têm obrigação de procurar encaminhar soluções.

"Nada mais eficiente do que a princípio, entender melhor a profundidade do assunto e seminários desta natureza se mostram adequados e eficientes ao cumprir este tipo de fundamento. Temos que partir do pressuposto que os Governos se obrigam necessariamente a dar seguimentos mais sólidos a estas questões, mas o papel das entidades médicas, especialmente da FENAM, é acompanhar isso com todo interesse, participar das iniciativas com empenho, fazer os encaminhamentos políticos que lhe competem e tentar traçar estratégias de ação para que o problema seja enfrentado com o maior resultado possível," apontou Cid Carvalhaes.

Papel do Estado

A responsável Técnica pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas da Presidência da República (SENAD), Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte, apresentou as principais políticas do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras drogas, instituído pelo Decreto 7179/10 que tem como objetivo a prevenção do uso, ao tratamento e à reinserção social de usuários e ao enfrentamento do tráfico de crack e outras drogas ilícitas. De acordo com ela, na próxima semana uma campanha de mobilização social será lançada para o engajamento ao Plano, que visa uma ação permanente de mobilização envolvendo profissionais e veículos de comunicação.

"Será uma campanha de esclarecimento à população para informar como o crack pode ser devastador, mas também que pode ser tratado e curado, demonstrando que o crack não é uma sentença de morte."

Críticas ao modelo adotado pelo Governo e falta de leitos em hospitais

Já o pesquisador, coordenador e diretor científico do Instituto Nacional de Politicas sobre álcool e drogas (Inpad/CNPQ), Ronaldo Laranjeira, criticou o modelo adotado pelo Governo. Segundo ele, o Governo Federal adotou um único modelo de tratamento de dependência química, o ambulatorial, insuficiente na opinião do pesquisador para tratar de uma doença tão complexa. Ainda de acordo com Laranjeiras, é necessário que existam vários outros recursos que possibilitem o tratamento dos dependentes, uma vez que um terço dos usuários de crack que não recebem tratamento adequado, morrem.

"É uma doença com alta taxa de mortalidade e que precisa ter vários outros recursos para que, aquela pessoa que precise se tratar e não consiga, tenha a possibilidade de ser internada no serviço público, o que ainda não é possível. O Ministério da Saúde não financia a internação para os dependentes no serviço público e isto é um erro."

Outro ponto debatido foi a falta de leitos para estes pacientes. Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada recentemente constatou que o número de leitos para internação caiu de 2,4 para 2,3 por mil habitantes, de 2005 a 2009 , ficando abaixo do recomendado pelo ministério, entre 2,5 e 3. Nesse período, o Brasil perdeu 11.214 leitos, uma queda de 2,5%.

De acordo com o coordenador do Fórum, Ricardo Paiva, médicos sofrem por não ter onde internar seus pacientes. "O que mais acontece hoje em dia é sermos procurados por pacientes em busca de internação para saírem da crise de intoxicação aguda e para receberem medicamentos e não há. O Governo mostra que está tudo resolvido, mas no papel, não na prática."

Abordagens Epidemiológicas

De acordo com pesquisadora Ana Cecília Marques, da Unidade de Dependência de Drogas do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o uso de crack está cada vez mais precoce. A pesquisadora apresentou durante o evento uma analise epidemiológica dos usuários de crack e apontou que os principais fatores que desencadeiam o uso da drogas por adolescentes, são a curiosidade, a pressão dos amigos, a desestruturação familiar e falta de informação. Segundo ela é necessário uma política especifica para este publico, especialmente dentro das escolas e universidades.

"O uso de crack se inicia cada vez mais cedo, se alastra por todo o país e por todas as classes sociais. A política ideal é que se use a escola como instrumento de discussão e traga a comunidade de pais para dentro desses ambientes. Nessa coalizão vai ser possível criar um modelo de proteção para os estudantes."

Transmissão ao vivo

O Fórum que foi transmitido ao vivo pela internet também abordou a vulnerabilidade social relacionada ao uso da droga, os aspectos jurídicos e a atuação do MEC dentro das escolas.


Fonte: Fala Médico Fenam

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