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sexta-feira, 13 de janeiro de 2023
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
PBH não apresenta auditoria obrigatória em obra de viaduto
Certificação da Qualidade do Projeto, exigida pela ABNT, revisa cálculos do projeto de estrutura.
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Desabamento. Na imagem, pilar afundado entre o bloco que se rompeu, supostamente por falta de aço
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) exige que os projetos de estruturas de concreto sejam revisados. Para isso, deve ser contratado um profissional habilitado, de uma empresa diferente da projetista da obra, que faça a avaliação conhecida como Certificação da Qualidade do Projeto (CQP), segundo a NBR 6118. A suspeita é que a obra do viaduto Batalha dos Guararapes, na avenida Pedro I, em Venda Nova, não passou por essa verificação. Se ela tivesse sido feita, afirmam especialistas, o erro de cálculo que aparentemente derrubou o elevado, em 3 de julho, matando duas pessoas, poderia ter sido detectado, evitando a tragédia.
Fontes ouvidas pela reportagem confirmam que a perícia deve mesmo apontar o erro de cálculo no projeto, como aventado pela Cowan, construtora responsável pela obra, como a causa do desabamento. O Instituto de Criminalística da Polícia Civil, no entanto, afirmou que ainda está finalizando o laudo. As investigações devem ser concluídas na próxima semana.
O diretor da Consol, Maurício de Lana, informou que não houve a verificação. A empresa fez o projeto executivo do Batalha dos Guararapes e de outros dez elevados na avenida Pedro I. Conforme fontes ligadas ao caso, apesar de a prefeitura ter dito que a certificação foi feita, não apresentou o documento nem o engenheiro responsável. Outra informação obtida por O TEMPO é que a construtora Cowan possui um certificado de qualidade ISO (International Organization for Standardization) ou Padronização que a obrigaria a realizar obras apenas com CQP. A Prefeitura de Belo Horizonte e a Cowan foram procuradas, desde a noite da última quarta-feira, mas não deram nenhum retorno. “Toda obra tem que ser verificada na fase de projeto. É obrigatório desde 2003 pela ABNT. Isso é feito para saber se há conformidade, se a estrutura é segura, confiável e durável. Se der algum problema na obra, a primeira pergunta é: o projeto foi verificado?”, explicou o engenheiro de estruturas, consultor e verificador de projetos José Celso da Cunha, membro da Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural (Abece). “O controle de qualidade, que reduziria os riscos praticamente a zero, é algo, muitas vezes, ignorado no Brasil, permitindo desastres como o do viaduto. Uma verificação teria apontado o erro antes de a obra começar. A falta de 90% de aço no bloco (como sugere a Cowan) estava muito fácil de perceber”, avaliou o engenheiro Nelson Araújo Lima, especialista em acidentes estruturais e ex-diretor da Divisão de Estruturas da Secretaria Municipal de Obras do Rio de Janeiro. Como é. Ao fazer a avaliação de conformidade do projeto, o engenheiro responsável verifica a qualidade da estrutura e do projeto. “Você vê se as cargas estão previstas, se as plantas estão corretas, se as estrutura foi bem projetada, de acordo com as condições de segurança e qualidade. A verificação se atenta a algumas vertentes, entre elas, a de que a estrutura jamais vai atingir status de ruptura”, destacou José Cunha. A certificação é um dos custos mais baixos de uma obra. Segundo Cunha, o preço do CQP chega a 10% do orçamento total. No caso do Guararapes, que custou R$ 15 milhões, ela ficaria em cerca de R$ 1,5 milhão.
Citado
Norma. A Cowan contratou um perito particular para avaliar a queda e convocou uma coletiva de imprensa para anunciar o resultado. Mesmo com perguntas sobre a revisão do projeto, o CQP não foi citado.
O que diz a Norma Técnica Brasileira (NBR) 6118
Estabelece os requisitos para o projeto de estruturas de concreto simples, armado e protendido (com ferros que agem sob tensão). O capítulo 5 trata da avaliação de conformidade do projeto, conhecida na engenharia por certificação de qualidade (CQP). Ela deve ser feita antes da fase de construção e, de preferência, simultaneamente com a fase de projeto. Deve ser realizada por profissional habilitado, independente e diferente do projetista. A avaliação deve ser requerida pelo contratante e registrada em documento específico, que acompanhará a documentação do projeto. Conforme o engenheiro José Celso Cunha, em linhas gerais, a norma estabelece que a verificação tem que checar três vertentes: segurança em serviço (como o peso ao qual a estrutura é submetida), segurança na ruptura (se não vai atingir condições de ruptura) e durabilidade da estrutura (sobrevida de 50 anos).
Fonte: Jornal o Tempo
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terça-feira, 12 de março de 2013
Faltam 4,5 mil profissionais no setor naval gaúcho
Desafio do setor é qualificar no país em torno de 40 mil pessoas entre soldadores, chapeadores, montadores e encanadores
O empresário Jefferson Puccinelli deixou de fechar um contrato de R$ 30 milhões, no ano passado, porque não conseguiria reunir 800 profissionais para construir um sistema de tubulação para uma empresa do polo naval de Rio Grande. Mesmo com chance de triplicar o faturamento, Puccinelli teve de abrir mão do negócio, caso que ilustra como a falta de mão de obra qualificada afeta o segmento no Estado.
Formar trabalhadores, mais precisamente 4,5 mil profissionais, é o desafio do setor naval para 2013. Qualificar esse grande grupo é uma urgência: ainda neste ano o Rio Grande do Sul precisará de 2 mil pessoas para concluir três plataformas no Sul do Estado, e o novo polo de Jacuí tem previsão de abrir 2,5 mil vagas. A estimativa nacional para o setor é de que 40 mil pessoas precisam ser treinadas em funções como soldador, chapeador, montador e encanador.
Tema do congresso que ocorre em paralelo à Feira do Polo Naval, que se inicia nesta terça-feira, em Rio Grande, a carência de profissionais para a indústria naval é uma realidade nacional.
A revitalização da área no Estado soma mais de sete anos, mas a qualificação dos trabalhadores não acompanhou o ritmo das obras. Para formar profissionais de nível técnico – cerca de 70% dos trabalhadores navais – não é necessário muito mais do que dois anos, em alguns casos bem menos. Ainda assim, as empresas precisam trazer profissionais de fora e arcar com os custos dessas contratações ou ainda formar os profissionais dentro da própria empresa.
– Comecei com seis funcionários, há sete anos, focado na indústria de fertilizantes e alimentos. Agora, tenho 98% dos negócios voltados ao polo naval. São 470 empregados, mas estou formando novos profissionais. Tenho 200 vagas abertas – relata Puccinelli.
Apesar da falta de trabalhadores e de ter perdido o contrato de R$ 30 milhões, Puccinelli ainda pretende investir R$ 5,2 milhões na empresa. Mas o engenheiro mecânico de 48 anos e especialista em gestão espera por mais nitidez no futuro do segmento antes de assumir esse risco:
– Uma das questões que quero ter mais claro é se haverá ou não redução no volume de aquisições da Petrobras no mercado nacional com os contratos com a China.
A Petrobras, em comunicado, confirmou a transferência de parte dsa operações de Rio Grande para a China, mas afirmou que isso não significa "descumprimento das regras ou dos percentuais de conteúdo local estabelecidas nos contratos". Uma pequena desaceleração no setor seria até positiva, avalia Márcio Freitas, diretor da área industrial da empresa suíça SGS no Brasil. Para Freitas, seria uma solução temporária até que se equilibrasse a oferta e a demanda de trabalhadores.
– A falta de profissionais não é exclusividade de Rio Grande. Deixamos de assumir uma obra em que precisaríamos de mais 140 empregados durante quatro meses, em Suape (PE). Se houver retração na atividade com as compras da Petrobras na China, não será de todo ruim. O setor precisa equacionar essa questão – pondera Freitas.
Cursos previstos não atendem a toda demanda
A carência de mão de obra do setor naval no país tende a ser menor no Rio Grande do Sul, mas não deixa de ser preocupante, asseguram especialistas como Floriano Pires, doutor do programa de engenharia oceânica da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Segundo o especialista, a formação de trabalhadores para equilibrar projetos e recursos humanos não foi feita ao longo dos anos. No Rio Grande do Sul, onde há bom nível educacional, polo metalmecânico e indústria forte, o desafio deve ser menor.
A prova da formação deficitária está em alguns números da atividade. Apenas 20% das captações feitas pelo setor de recursos humanos são via currículos enviados, escolas técnicas ou pelo Prominp – programa do governo federal voltado a formar mão de obra para o setor. O maior número de contratações vem de indicações dos próprios funcionários, amigos ou familiares, que são treinados pelas empresas, conforme estudo feito pelo Sindicato da Indústria Nacional da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval).
Ivan de Pellegrini, presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), afirma que já há um acordo de treinar 800 pessoas para trabalhar no novo polo de Jacuí, em empresas como Metasa e Iesa. Em Pelotas e Rio Grande, serão formados, pelo Prominp, mais 1,3 mil trabalhadores entre o primeiro e o segundo semestres do ano, somando 2,1 mil profissionais. Ou seja, ainda faltarão ao mercado gaúcho 2,4 mil trabalhadores capacitados para suprir as 4,5 mil vagas a serem abertas.
Apesar de afirmar que o setor é uma das prioridades para o governo do Estado, Pellegrini admite que não há verba estadual para a formação de mão de obra específica para o setor:
– O governo não tem caixa suficiente, mas temos articulado parcerias e buscado recursos federais via Prominp.
Pellegrini avalia que parte da falta de profissionais se deve a falhas nos primeiros cursos do Prominp implantados no Estado, que eram pouco afinados com as necessidades da indústria. No caso de soldadores, não basta um curso técnico, avisa Aloíso da Nóbrega, diretor de promoção comercial e atração de investimento da AGDI:
– É quase como artesão, tem de ter vocação. Em fase inicial, esse trabalhador ganha cerca de R$ 3 mil. E o salário de um especialista chega a R$ 15 mil.
Como são feitas as contratações
40% são indicação dos próprios funcionários, familiares e amigos
20% são seleção de currículos enviados por trabalhadores, escolas técnicas e pelo Prominp
20% são encaminhados por meio do sistema público (estadual ou municipal) de informações sobre oportunidades de trabalho
20% são convocação de pessoal por meio de publicações nas seções de empregos de jornais e sindicatos dos trabalhadores
20% são seleção de currículos enviados por trabalhadores, escolas técnicas e pelo Prominp
20% são encaminhados por meio do sistema público (estadual ou municipal) de informações sobre oportunidades de trabalho
20% são convocação de pessoal por meio de publicações nas seções de empregos de jornais e sindicatos dos trabalhadores
A distribuição das categorias profissionais atuantes nos estaleiros
5% são engenheiros
8% são técnicos
70% são operários especializados
7% são administrativos
10% são de apoio
8% são técnicos
70% são operários especializados
7% são administrativos
10% são de apoio
A feira do polo naval
Onde: Rio Grande
Quando: de terça a sexta-feira
Informações: por meio do site www.polonavalrs.com.br ou pelo telefone (53) 3025-3595
Quando: de terça a sexta-feira
Informações: por meio do site www.polonavalrs.com.br ou pelo telefone (53) 3025-3595
Eventos paralelos
Congresso Internacional Navegar
Navtec 2013 (conferência em tecnologia naval e offshore)
Rodada de negócios
Seminário de Direito
Navtec 2013 (conferência em tecnologia naval e offshore)
Rodada de negócios
Seminário de Direito
Fonte: ZERO HORA
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012
AULA DE MATEMÁTICA - Por um um professor anônimo
AULA DE MATEMÁTICA
Hoje vou brincar de professor de matemática. Vou passar alguns problemas para vocês resolverem.
Problema nº1
Um professor trabalha 5 horas diárias, 5 salas com 40 alunos cada. Quantos alunos ele atenderá por dia?
Resposta: 200 alunos dia.
Se considerarmos 22 dias úteis. Quantos alunos ele atenderá por Mês?
Resposta: 4.400 alunos por mês.
Consideremos que nenhum aluno faltou (hahaha) e, que em cada um deles, resolveram pagar ao professor com o dinheiro da pipoca do lanche: 0,80 centavos, diárias. Quanto é a fatura do professor por dia?
R: 160,00 reais diários
Se considerarmos 22 dias úteis. Quanto é faturamento mensal do mesmo professor?
R: Final do mês ele terá a faturado R$ 3.520,00.
-----------------
Problema nº2
O piso salarial é 1.187 reais, para o professor atender 4.400 alunos mensais. Quanto o professor fatura por cada atendimento?
Resposta: aproximadamente 0,27 mensais
(vixe, valemos menos que o pacote de pipoca)... Continuando os exercícios...
-----------------
Problema nº3
Um professor de padrão de vida simples, solteiro e numa cidade do interior, em atividade, tem as seguintes despesas mensais fixas e variáveis:
Sindicato: R$12,00reais
Aluguel: R$350,00reais (pra não viver confortável)
Água/energia elétrica: R$100,00 reais (usando o mínimo)
Acesso à internet: R$60,00 reais
Telefone: R$30,00 reais (com restrições de ligações)
Instituto de previdência: R$150,00 reais
Cesta básica: R$500,00 reais
Transporte: sem dinheiro
Roupas: promocionais
Quanto um professor gasta em um mês?
Total das despesas: R$1202,00
Qual o saldo mensal de um professor?
Saldo mensal: R$1187,00 - 1202= -15 reais, passando necessidades
Agora eu te pergunto:
- Que dinheiro o professor terá para seu fim de semana?
- Quanto o professor poderá gastar com estudos, livros, revistas, etc.
- Quanto vale o trabalho de um professor??
- Isso é bom para o aluno???
- Isso é bom para a educação pública do Brasil??
Agora olhem a pérola que o Sr. Governador do Ceará disse:
Hoje vou brincar de professor de matemática. Vou passar alguns problemas para vocês resolverem.
Problema nº1
Um professor trabalha 5 horas diárias, 5 salas com 40 alunos cada. Quantos alunos ele atenderá por dia?
Resposta: 200 alunos dia.
Se considerarmos 22 dias úteis. Quantos alunos ele atenderá por Mês?
Resposta: 4.400 alunos por mês.
Consideremos que nenhum aluno faltou (hahaha) e, que em cada um deles, resolveram pagar ao professor com o dinheiro da pipoca do lanche: 0,80 centavos, diárias. Quanto é a fatura do professor por dia?
R: 160,00 reais diários
Se considerarmos 22 dias úteis. Quanto é faturamento mensal do mesmo professor?
R: Final do mês ele terá a faturado R$ 3.520,00.
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Problema nº2
O piso salarial é 1.187 reais, para o professor atender 4.400 alunos mensais. Quanto o professor fatura por cada atendimento?
Resposta: aproximadamente 0,27 mensais
(vixe, valemos menos que o pacote de pipoca)... Continuando os exercícios...
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Problema nº3
Um professor de padrão de vida simples, solteiro e numa cidade do interior, em atividade, tem as seguintes despesas mensais fixas e variáveis:
Sindicato: R$12,00reais
Aluguel: R$350,00reais (pra não viver confortável)
Água/energia elétrica: R$100,00 reais (usando o mínimo)
Acesso à internet: R$60,00 reais
Telefone: R$30,00 reais (com restrições de ligações)
Instituto de previdência: R$150,00 reais
Cesta básica: R$500,00 reais
Transporte: sem dinheiro
Roupas: promocionais
Quanto um professor gasta em um mês?
Total das despesas: R$1202,00
Qual o saldo mensal de um professor?
Saldo mensal: R$1187,00 - 1202= -15 reais, passando necessidades
Agora eu te pergunto:
- Que dinheiro o professor terá para seu fim de semana?
- Quanto o professor poderá gastar com estudos, livros, revistas, etc.
- Quanto vale o trabalho de um professor??
- Isso é bom para o aluno???
- Isso é bom para a educação pública do Brasil??
Agora olhem a pérola que o Sr. Governador do Ceará disse:
" Quem quiser dar aula faça isso por gosto, e não pelo salário.
Se quiser ganhar melhor, peça demissão e vá para o ensino privado "
Cid Gomes – Governador do Ceará
SE VOCÊ ACHA QUE NOSSO GOVERNADOR DEVE ABRIR MÃO DE SEU SALÁRIO E GOVERNAR POR AMOR, PASSE PARA FRENTE!
CAMPANHA
“Cid, doe seu SALÁRIO e governe por AMOR!”
Vamos espalhar isso aos 4 ventos e aumentar a campanha:
DEPUTADOS FEDERAIS E ESTADUAIS, MINISTROS, DOEM SEUS SALÁRIOS E TRABALHEM POR AMOR!
domingo, 30 de setembro de 2012
Oportunidade de emprego
Contrata-se 10 eletricistas em automação de preferencia residir no nordeste obra no estado do maranhão.
contato: rogerio@qualidutos.com
Tel. (99) 9116-3814 / Tel. (32) 9115-1856
-----------------------------------------------
Inspetores de qualquer modalidade e principalmente de pintura, favor enviar CV para carlosboito@ymail.com;
Colocando no assunto do email a modalidade de inspeção.
Obs: Algumas vagas disponíveis e o restante para cadastro.
----------------------------------------------
Vaga inspetor de pintura N1 em Araucária PR; urgente.
Interessados enviar Cv >> ingredi.qualitate@mip.com.br
contato: rogerio@qualidutos.com
Tel. (99) 9116-3814 / Tel. (32) 9115-1856
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Inspetores de qualquer modalidade e principalmente de pintura, favor enviar CV para carlosboito@ymail.com;
Colocando no assunto do email a modalidade de inspeção.
Obs: Algumas vagas disponíveis e o restante para cadastro.
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Vaga inspetor de pintura N1 em Araucária PR; urgente.
Interessados enviar Cv >> ingredi.qualitate@mip.com.br
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Navio-sonda deverá gerar 2,5 mil vagas em Rio Grande - RS
Com capacidade para perfurar poços de petróleo de até 10 mil metros de profundidade na camada do pré-sal, os três primeiros navios-sonda que serão construídos no polo naval de Rio Grande a partir do próximo ano também farão jorrar ofertas de empregos na região. O contrato de US$ 2,36 bilhões obtido pela Ecovix, que prevê a entrega das embarcações até julho de 2017, necessitará 2,5 mil trabalhadores, estima o presidente da empresa, Gerson de Mello Almada.
A companhia, também contratada pela Petrobras para construir oito cascos de plataformas em Rio Grande, já conta com 3,5 mil funcionários na cidade. Como apenas iniciou a produção da primeira estrutura (30% do casco da P-66), Almada projeta a necessidade de incorporar outras mil pessoas apenas para cumprir a entrega para a estatal, aumentando ainda mais a busca por mão de obra na região.
– Nos próximos dois anos, dobraremos a capacidade e chegaremos a 7 mil pessoas. Mão de obra é sempre um problema. O grande atrativo é esse projeto de longo prazo para pessoas que queiram ficar focadas neste setor. Mas terá de vir gente de fora (do Estado) – diz Almada, que desde o resultado da licitação dos navios-sonda anunciado mês passado pela Petrobras ainda não tinha detalhado o projeto de construção das três embarcações.
Suprir a necessidade de recursos humanos qualificados para toda a demanda dos polos navais de Rio Grande e agora do Jacuí será um desafio, admite o diretor regional do Senai, José Zortéa. A expectativa é que, nos próximos cinco anos, o setor no Estado precise de pelo menos mais 10 mil trabalhadores. O gargalo, assegura Zortéa, não é a oferta de vagas nas escolas técnicas, mas a dificuldade de conseguir pessoas que preencham os requisitos básicos para aproveitar as oportunidades.
– Muitas pessoas, apesar do ensino básico completo, sequer sabem ler direito. Quando entra a matemática e a química, aí nem se fala – relata Zortéa.
Os três navios-sonda que serão construídos pela Ecovix no Estaleiro Rio Grande 2 (ERG2) devem ser apenas os primeiros.
A expectativa da empresa é, nos próximos anos, vencer a concorrência de pelo menos mais cinco embarcações para entrega até 2020. Se houver êxito, o polo naval de Rio Grande pode receber encomendas de mais US$ 3,9 bilhões.
– Temos a grande vantagem de que o nosso estaleiro já está completo, é só começar a produzir. Boa parte das outras empresas que ganharam a concorrência (de um total de 28 navios-sonda) ainda têm de construir os estaleiros – observa Gerson de Mello Almada, presidente da Ecovix.
Além de Rio Grande, o polo do Jacuí será beneficiado. Segundo Almada, a Ecovix já está negociando a construção de módulos dos navios-sonda na unidade que a Iesa está erguendo em Charqueadas.
Devido à complexidade tecnológica dos navios-sonda, outro grande desafio será cumprir o índice de nacionalização exigido pela Petrobras – de 55% da primeira embarcação que começa a ser produzida ainda em 2013 e de 60% nas outras duas. Como serão os primeiros navios-sonda a serem construídos no Brasil, para atender a exigência a Ecovix também conduz tratativas com fabricantes estrangeiros de equipamentos como perfuradores e unidades de geração de energia para que se instalem no Brasil.
Fonte: Zero Hora
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Vaga p/ Téc. Elétrica
* Estou apenas repassando ok.
A Swift Worldwide Recources recruta para seu cliente, multinacional do ramo de petróleo e gás, baseada no Rio de Janeiro:
TÉCNICO DE INSPEÇÃO ELÉTRICA
Responsabilidade:
- Acompanhar as fases de teste, inspecionar/vistoriar e certificar unidades de perfuração (preferencialmente).
Requisitos:
- Formação Técnica;
- Experiência como inspetor offshore/onshore;
- Inglês Fluente;
- Disponibilidade total para viagens ocasionais e embarques imediatos;
Os candidatos dentro do perfil encaminhar o currículo em inglês, com a pretensão salarial para:
TÉCNICO DE INSPEÇÃO ELÉTRICA
Responsabilidade:
- Acompanhar as fases de teste, inspecionar/vistoriar e certificar unidades de perfuração (preferencialmente).
Requisitos:
- Formação Técnica;
- Experiência como inspetor offshore/onshore;
- Inglês Fluente;
- Disponibilidade total para viagens ocasionais e embarques imediatos;
Os candidatos dentro do perfil encaminhar o currículo em inglês, com a pretensão salarial para:
Email mmonteiro@swiftwwr.com mencionando no assunto o nome da vaga.
Um grande abraço e boa sorte!!!
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Cadastro de Currículos
Galera obras e bocas pintando ai...vamos mandar currículo é pra inicio imediato atenção somente profissionais qualificados.
Atenção Galera...
Estou Precisando Urgente dos seguintes profissionais.
Enviar currículo com pretensão salarial.
-EVS, LP, PM
-US
-Correntes Parasitarias
-Teste por pontos e estanqueidade
-Inspetor de solda N2/N1
-Insp de fabricação
-Insp Pintura N1
-Técnico controle tecnológico de concreto
-Insp Dimensional
-Insp Instrumentação
-Insp Eletricidade
-Insp Dutos
-Superv de CQ
-Técnico Documentação
-Cord inspeção
-Insp de construção civil
-Insp Equipamentos
-Insp de Refratários
-Insp de Isolamentos
-instrumentista de calibração
Favor enviar e-mail com função e pretensão salarial no assunto.
endinspetores@gmail.com
Boa sorte aos interessados e estou apenas repassando ok.
Um grande abraço galera!!!
Petrobras rescinde contratos com construtora Delta
A Petrobras rescindiu os contratos com os consórcios Itaboraí-URE e Itaboarí-HDT, ambos com participação da construtora Delta, na última sexta-feira (11). Segundo nota da empresa, a rescisão foi motivada por baixo desempenho por parte do consórcio.
O consórcio é formado pelas empresas Delta, TKK Engenharia Ltda e a Projectus Consultoria Ltda, e atuava no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Ao todo, os contratos rescindindo somam R$ 846 milhões, e foram firmados para a construção e montagem de uma unidade de tratamento e armazernamento de enxofre e para construção de uma unidade de hidrotratamento de nafta. "A Petrobras está estudando a melhor solução para evitar impactos no cronograma do Comperj", diz a empresa, em nota.
A empresa também explica que foi mantido um contrato com a Delta, no valor de R$ 129 milhões, para reforma de uma unidade de tratamento de águas ácidas, que deve ser entregue em julho deste ano. A J&F Holding, empresa que assumiu o controle da Delta Construções, demitiu 800 funcionários após o anúncio da Petrobras. Segundo o jornal O Globo, foram demitidos 500 operários e 300 técnicos.
A construtora Delta enfrenta problemas desde que foram divulgadas denúncias de envolvimento dos diretores da empresa com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. A Delta era considerada uma das maiores construtoras do Brasil, mas como mostra reportagem de ÉPOCA, a empresa é suspeita de fraudar licitações com o apoio do lobby da turma de Cachoeira.
Fonte: Revista Época
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Petrobras assina contrato para conversão dos cascos das plataformas da cessão onerosa
O contrato foi assinado com o consórcio formado pelas construtoras Norberto Odebrecht S/A, OAS Ltda e UTC Engenharia S/A. As obras devem atingir conteúdo nacional de 70%, com geração de cerca de 4 mil empregos diretos no pico das atividades.
As obras de conversão deverão começar em junho. A primeira unidade dessa série é a plataforma P-74, cujo navio já está ancorado no Porto do Rio de Janeiro. A conversão de seu casco deverá ser concluída em março de 2014. A previsão é que o casco da P-75 tenha a obra concluída em outubro de 2014 e os cascos das plataformas P-76 e P-77, ao longo de 2015.
As obras mais importantes para a conversão serão o reforço estrutural do casco; a ampliação, a reforma e a adaptação das acomodações, que terão capacidade para 110 pessoas; as instalações de equipamentos e utilidades, além da adaptação do sistema de ancoragem, entre outras. Essas obras representam um marco para a indústria naval brasileira: o último empreendimento desse gênero foi a conversão da P-48, em 2003.
Após a conclusão da conversão, cada casco será encaminhado a outro canteiro. A partir daí, será iniciada a etapa de instalação de módulos da planta de produção e de processamento de petróleo e gás, além da integração das unidades (instalação dos módulos nos cascos). Estes contratos devem ser assinados até abril de 2013.
Cada plataforma terá capacidade de produzir até 150 mil barris de petróleo por dia e de comprimir 7 milhões m³ de gás natural por dia. Elas deverão operar nos prospectos de Franco e Nordeste de Tupi, localizados no pré-sal da Bacia de Santos.
Dados das obras de conversão:
Valor: US$ 1,7 bilhão
Empregos diretos no pico da obra: 4.000
Conteúdo nacional: 70%
Local da obra: Estaleiro Inhaúma (Rio de Janeiro - RJ)
Contratada: Consórcio formado pela Construtora Norberto Odebrecht S/A, Construtora OAS Ltda e UTC Engenharia S/A.
Fonte: Redação Tn Petroleo
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Saiu o gabarito do concurso da Petrobras para 1.521 vagas
São 647 vagas para nível superior e 873 para nível médio/técnico.
A Fundação Cesgranrio divulgou os gabaritos das provas objetivas do concurso da Petrobras para 1.521 vagas, que foi aplicada neste domingo (6). O número de candidatos ainda não foi informado nem pela Petrobras nem pela Cesgranrio.
As provas objetivas foram realizadas nas cidades de Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas/SP, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macaé/RJ, Maceió, Manaus, Mauá/SP, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Santos/SP, São José dos Campos/SP, São Luís, São Mateus do Sul/PR, São Paulo, Três Lagoas/MS e Vitória.
O processo seletivo público será constituído de provas objetivas (para todos os cargos), sendo as provas de conhecimentos básicos de caráter eliminatório e as provas de conhecimentos específicos de eliminatório e classificatório; de prova discursiva exclusivamente para o cargo de advogado júnior, de caráter eliminatório e classificatório; e de exame de capacitação física somente para os cargos de inspetor de segurança interna júnior e técnico de perfuração e poços júnior, de caráter eliminatório.
No dia 8 de junho, será divulgado o resultado final do concurso para todos os cargos, com exceção dos cargos de advogado(a) júnior, inspetor(a) de segurança interna júnior e técnico(a) de perfuração e poços júnior.
Nos dias 9 e 10 de junho, será realizado o exame de capacitação física apenas para os cargos de inspetor(a) de segurança interna júnior e técnico(a) de perfuração e poços júnior. No dia 25 de junho será divulgado o resultado final para os cargos de advogado(a) júnior, inspetor(a) de segurança interna júnior e técnico(a) de perfuração e poços júnior.
O concurso
São 647 vagas de nível superior (29 cargos, com possibilidade de trabalho em qualquer unidade da Federação) e 874 de nível médio/técnico (31 cargos em 24 localidades diferentes). Os salários vão de R$ 1.994,30 a R$ 6.883,05. As vagas são para todo o país.
Entre os cargos com maior número de vagas disponíveis estão técnico de operação júnior e técnico de administração e controle júnior, para o nível médio, e engenheiro de equipamentos júnior - mecânica e administrador júnior para o nível superior. A remuneração mínima inicial varia de R$ 1.994,30 a R$ 2.896,02 para cargos de nível médio e R$ 6.388,31 a R$ 6.883,05 para cargos de nível superior.
A Petrobras também oferece uma série de benefícios, como previdência complementar, plano de saúde (médico, hospitalar, odontológico, psicológico e benefício farmácia) e benefícios educacionais para dependentes, entre outros.
Também há vale-refeição, de R$ 636,46 por mês, nas unidades que não possuem restaurantes e pagamento de participação nos lucros ou resultados (PLR). No ano passado, o valor de R$ 1.691 bilhão foi distribuído entre os 72.599 empregados da Petrobras.
Nos locais indicados na coluna "Localidades" do quadro do Anexo I do edital, existem unidades da Petrobras abrangidas pelo polo de trabalho correspondente. O candidato que vier a ser admitido ou readmitido poderá ser inicialmente alocado em uma daquelas unidades. Os candidatos que concorrem a cargos cujo polo de trabalho é nacional poderão ser alocados em qualquer localidade da Federação onde a Petrobras tenha unidade, independentemente do domicílio do candidato e/ou da cidade escolhida para realização das provas.
O prazo de validade do concurso será de 6 meses, a contar da data de publicação do Edital de homologação dos resultados finais, podendo vir a ser prorrogado, uma única vez, por igual período, a critério da Petrobras. Os candidatos que constam em cadastro do processo seletivo público anteriormente realizado terão prioridade na convocação na hipótese de surgirem vagas para o mesmo cargo/polo, durante o prazo de validade do processo seletivo público.
Previsão de contratação
Até o final de 2015, a Petrobras pretende atingir um efetivo de 76 mil empregados - um aumento de aproximadamente 30% em relação ao efetivo atual, que é de cerca de 58.500 empregados. Deverão ser admitidos nos próximos quatro anos mais de 22 mil pessoas para dar suporte aos projetos previstos no Plano de Negócios da companhia.
Graça Foster: 'Vamos exportar 1,5 milhão de barris por dia em 2020'
Rio - Primeira mulher na presidência da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, 58 anos, recebeu as equipes de O DIA e do jornal Brasil Econômico em seu gabinete, no prédio da Avenida Chile, no Rio, para entrevista exclusiva. Com uma foto da presidenta Dilma Rousseff na parede, a flâmula do Botafogo sobre a mesa e protegida por duas imagens de Orixás africanos (Iansã e Ogum), colocadas ao lado da mesa de reunião, Graça Foster, como é conhecida, lembrou da infância pobre no Morro do Adeus, no Complexo do Alemão, do início da carreira como estagiária, dos desafios da empresa para o desenvolvimento industrial do País e o controle de preços de combustíveis. Firme, defendeu a necessidade de a empresa evitar vazamentos de óleo no meio ambiente e acidentes de trabalho com funcionários, efetivos e terceirizados. Descontraída, falou da paixão alvinegra e disse que seria campeã carioca de 2012. “Acertei na bucha o 3x1 sobre o Vasco”, contou.
O DIA: A presidenta Dilma disse que o Grupo EBX e a Petrobras não são concorrentes e que podiam ter parcerias. Existe entendimento com Eike Batista?
Nós somos concorrentes, sim. Nós fomos concorrentes no último leilão de térmicas que a Petrobras entrou. Nós ganhamos uma térmica e eles perderam. Então, nós somos concorrentes. Um dia desses, quando tiver outro leilão para blocos, pode ser também, e sai de perto. Agora, existem situações e situações. Um assunto que chega a ser óbvio é a questão de infraestrutura. Temos o mesmo foco. E se eu trabalho com empresas inglesas, americanas, por que não vou trabalhar com uma brasileira? Não estamos aqui para viabilizar empresa nenhuma. Agora, quando esse concorrente existe, como a BG, BP, Shell e Grupo X, eles existem porque eles investem, porque são bons, porque colocaram conhecimento. E se nós podemos compartilhar determinados custos, não tenha dúvida de que seremos sócios com grande potencial.
Mas Petrobras e EBX discutem algum projeto?
Na questão da infraestrutura. Nós temos carteira de possibilidades de trabalharmos juntos e isso será feito. Se isso se inviabiliza por questões econômicas, aí cada um vai cuidar do seu pedaço.
Como está a discussão do uso de peças em equipamentos nacionais?
Em 2007 eram cinco as sondas de perfuração e, no fim de 2012, serão 40. São produzidas no exterior, o conteúdo local delas é zero. Agora estamos em nova fase. Outras 33 sondas serão contratadas (7 pela Sete Brasil junto ao Estaleiro Atlântico Sul, outras 21 com a Sete Brasil, e 5 com a Ocean Riguy) com o conteúdo local, que varia de 55% a 65%.
Onde mais terá conteúdo local?
Além das sondas de perfuração, temos Unidades Estacionárias de Produção, que fazem ligação entre sondas e poços. O conteúdo local era zero.
Há informações de que a DTA quer que a Petrobras invista no projeto dos Terminais de Ponta Negra, projeto de US$ 5 bilhões.
Eu, presidente da companhia, não conheço. A diretoria da Petrobras não conhece esses detalhes todos que foram apresentados. Esse assunto não faz parte do Plano de Negócios da Petrobras. Nem da revisão do plano.
Há conversas com a Vale?
Sim, nós assinamos termo de compromisso de confidencialidade com a Vale. Há série de possibilidades. Uma delas é a logística, a infraestrutura. Para a Vale, como para a Petrobras, nosso meio do caminho é a logística, a infraestrutura. A gente ganha dinheiro sabendo movimentar nossos fluidos e sólidos. A BR não ganha dinheiro comprando combustível da Petrobras e vendendo. A BR ganha dinheiro no movimento que ela faz de todo o volume de produtos. A Vale, assim como o Grupo X, é uma empresa que a gente tem na mira para compartilhar nossos custos. Aquele tempo em que você dizia ‘eu quero fazer só porque eu vou fazer só’ passou. Hoje em dia temos que fazer de tudo para baixar nosso custo de movimentação. Trabalhar com parceiros é uma solução.
A senhora citou a revisão do Plano de Negócios. Há prazo para concluir?
O plano é uma rotina. Quando ele termina, a gente já começa a revisão. Normalmente o plano é concluído no primeiro semestre, e lá para julho ou agosto ele está pronto. Estamos perseguindo a data de julho para conclusão.
Havia previsão de desinvestimento por parte da Petrobras de R$ 13 bilhões.
Há previsão no Plano de Negócios até 2015. Ele é revisto ou reduzido, ou novos ativos entram no plano. A empresa não pode ficar congelada em si mesma. Você olha os ativos e vê se eles trazem o mesmo valor que traziam há cinco, 10, 15 anos. Se mantém a sinergia com outros ativos do portfólio. Quando vê algum corpo que não se liga, ele é um candidato forte a sair da sua carteira de projetos.
O que será desinvestido? Que tipo de ativos? Blocos em outros países? Ações de empresas?
Não divulgamos isso. É divulgado quando apresentamos os resultados do primeiro trimestre, as empresas que incorporamos, as empresas que não nos interessam mais e que saímos daquela empresa. Saberão do fato consumado.
Sobre investimentos, as usinas de álcool ainda estão previstas?
Está programado. O álcool tem nos surpreendido. Nós somos uma empresa de petróleo e de gás natural. É a prioridade da Petrobras. A questão do álcool para nós é muito importante. Hoje, por exemplo, se nós tivéssemos álcool para voltar com a participação de 25%, nós teríamos um excelente resultado econômico. Porque álcool é combustível. Para nós, não é açúcar. Todo o nosso refino novo não tem perfil para gasolina. A vocação é para QAV (combustível de aviação), diesel, GLP, nafta. O álcool é combustível. Mas não a qualquer preço.
Com relação ao QAV, as aéreas reclamam do preço, mas que a Petrobras não vai discutir. Um levantamento informa que a Petrobras perde R$ 3,7 bilhões com a diferença.
A Petrobras discute sempre. Não me nego a discutir de forma alguma. Mas não há abertura para redução de preço de QAV. A Petrobras é uma empresa que está investindo R$ 83 bilhões este ano e investiu R$ 72,5 bilhões no ano passado. E não tem como. Nós existimos para produzir o petróleo, para refinar, para atender a questões ambientais, para ter resultados positivos, para poder continuar existindo.
Há uma pergunta inevitável. O preço da gasolina? Falam que a Petrobras perdeu R$ 7,9 bilhões pela manutenção do preço como está.
Os números de R$ 7,9 bilhões, R$ 13,5 bilhões, R$ 4,2 bilhões, R$ 8,5 bilhões, são a conta que os outros fazem. Nesse cálculo se considerou o preço do petróleo brent a quanto? É uma média anual? Mensal? O que é? Não tem conta que é trazida para nós, que eu concorde com ela. Conta que é feita aqui dentro. Eu nunca confirmo esses números em hipótese alguma. Nossa política é de longo prazo. De 2006 a 2010 ganhamos uma barbaridade. Hoje, tenho mercado que cresce muito mais. A demanda de gasolina no Brasil cresceu 49% nos últimos dez anos e no mundo, 15%. O diesel, no Brasil, 43% e no mundo, 29%. O QAV cresceu 53% no Brasil e no mundo teve 2% de redução. O óleo combustível reduziu 56% no Brasil e 18% no mundo, o que é um bom resultado para o País porque aqui entramos com gás natural na matriz energética e deslocou muito óleo. Nós ganhamos muito dinheiro no período passado e esse período 2010/2011 está apertado. Esse mercado novo que cresce, esses 49% aqui, é claro que não quero perder.
E como retomar os ganhos do passado?
Eu não quero perder esse mercado novo que cresce. Porque nós estamos investindo muito na produção de petróleo, a gente não quer ser um exportador de petróleo. Esse não é o objeto. Nós vamos exportar petróleo, em torno de 1,5 milhão de barris por dia, em 2020. Agora, o que queremos aqui é, com as refinarias que estão sendo construídas, refinar e vender esse petróleo aqui no Brasil.
Quando então será o tempo certo para aumentar a gasolina no Brasil?
Lógico que não estamos sendo bonzinhos aqui. Tudo tem um tempo, tudo tem um prazo. O que eu quero lá na frente é voltar para a minha fase de ‘ganha-ganha’. O volume está muito alto, a gente consegue fazer níveis de paridade de preço e você consegue ir para a fase de ‘ganha-ganha’ na gasolina e no diesel. Esses são ajustes que só uma empresa verticalizada, uma grande produtora de petróleo consegue manter suas refinarias e sua produção.
A senhora tem dito que há meta de zerar ocorrências de vazamento de óleo. Dizem que isso não existe, mas a senhora quer.
Tem várias coisas que dizem para mim que não vão dar certo, que não podem, mas eu quero. Se eu fosse desistir de tudo na vida, porque disseram que era difícil e que não podia, estava ‘lascada’. Tenho absurdo respeito e carinho pelas questões ambientais, imensa sensibilidade. Se vazou pouco é inaceitável. É vazamento zero. Ninguém faz válvula para vazar. Ninguém define procedimento para não cumprir. Então, a gente faz esse trabalho. Sempre tivemos meta para vazamento na Petrobras.
Como estão as estatísticas sobre vazamentos nesse momento?
O que fizemos neste ano de 2012 foi acompanhar os vazamentos. Vemos que 99% das vezes era completamente possível não ter acontecido. Agora em abril o número de ocorrências foi muito menor. Em janeiro foram 29; em fevereiro, 23; em março, 16; e em abril 12. São ocorrências e aí cabe tudo, desde uma gota a exsudação do Campo Frade, que está na mesma tabela de 81 ocorrências em todas as empresas, em caminhões, tudo. A gente persegue isso. Não pode vazar, não é para vazar, não foi feito para vazar.
O acidente de trabalho é acompanhado nesse nível?
A gente tem todo um trabalho belíssimo que foi feito pelo sindicato no ano passado. Muitas vezes o empregado não registra a ocorrência. Esse trabalho para registro da ocorrência aconteceu. Quando estávamos na campanha sindical, eles colocaram isso com muito mais força do que os ganhos de salário. Isso não mudou nossa sistemática. Aqui não é o mundo da fantasia. Não quero ficar aqui em cima sem saber de nada. Sei como é lá embaixo porque eu vim de lá. Sei como é o mundo real. Não quero ficar longe da companhia aqui em cima. Acompanho tudo da companhia e quero saber também da vida das pessoas. Toda vez que tem ocorrência com fatalidade, e isso era feito e a gente continua, o gerente da área que perdeu o colega tem que explicar, a empresa que trabalhou, se é terceirizada, ela tem que vir se explicar. É aberta sindicância para apurar tudo que aconteceu. A gente sempre deu muito valor à vida na Petrobras. E quanto ao meio ambiente, a gente tem que ter respeito grande porque a gente quer continuar operando e operando bem.
Tem uma batalha na Petrobras que pode beneficiar os jovens, como os moradores do Morro do Adeus, no Complexo do Alemão, que é a falta de mão de obra, que não há gente preparada para o pré-sal.
As pessoas colocam a questão da demanda da mão de obra como um problema. É um bom problema. Porque você tem demanda muito grande e tem que procurar para ofertar essas pessoas. A gente trabalha com o Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo). A gente começou a discutir duas vertentes, que foram o conteúdo local por si e a questão do treinamento. Não posso negar a vocês que me encantei quando cheguei a uma área como a da Bahia, há dois meses, no estaleiro São Roque, que tem uma área do Prominp para fazer os cursos de formação para pessoas mais simples. Eu entrei numa sala de aula e aquilo mexeu comigo porque tem a ver com a minha vida. Que barato ver uma menina lá sentada, bem humilde, e aparece a Petrobras com um curso de capacitação.
A senhora não teme que em 2020 tenha um problema de mão de obra para a Petrobras, para o pré-sal e tudo que move a cadeia?
A gente teme e planeja. Quando desenvolvemos o plano de negócios, olhamos o conteúdo local e também a questão do suprimento, da demanda. Olhamos nossos processos seletivos de incorporação de pessoas dentro da companhia. Você acelera ou mantém uma velocidade planejada desde que você esteja crescendo também as suas obras, que elas estejam andando. Tudo é administrado. O trabalho não é muito fácil.
A Petrobras tem contratos com a Delta Construções (envolvida em escândalos relacionados a desvios feitos pelo contraventor Carlinhos Cachoeira) para obra na Refinaria de Duque de Caxias (Reduc) e no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí. A senhora disse que ia analisar estes contratos. Há novidades?
O Comperj é um projeto que não só o nome é complexo, como ele é complexo. Estou estudando o Comperj, estou olhando todos os contratos, e a Delta é um contrato. As empresas com as quais a gente trabalha e que não performam, a gente tira fora. O contrato da Delta está sendo analisado, como estão sendo analisadas outras empreiteiras que também não performaram bem no Comperj. A gente precisa dar um salto no Comperj, dar uma acelerada, e aí muitas vezes passa por tirar empresas e incluir outras. E a Delta é uma delas.
A ideia é recuperar os atrasos no Comperj, devido à greve dos trabalhadores?
Recuperar, não recupera. Já perdeu. Tem um problema de tempo. São 60 dias de greve se somarmos todas as interrupções, de novembro para cá. Não tem como você fazer quatro turnos, de uma forma que não seja segura do ponto de vista operacional. Esperamos que os empreiteiros resolvam seus problemas com a força de trabalho. Para nós, é muito importante o bem-estar da comunidade que trabalha na Petrobras, empregados diretos ou não. Há insatisfação dos empregados. Mas o que se perdeu não se recupera. O que a gente está é pressionando para dar um ritmo ao Comperj.
Com relação a assuntos internacionais, foram divulgadas informações sobre a Bolívia com mais problemas de estatização, o Equador parece que resolveu acertar uma conta com a Petrobras e, por trás, há também a questão da Argentina. Nesses lugares onde a Petrobras atua, a senhora vê alguma questão difícil para seguir atuando?
Difícil, é. Aqui na Petrobras eu não tenho o direito de qualificar o que fez a Bolívia, de qualificar o que fez a Argentina. A leitura que tenho é que é feito com a intenção de aumentar a produção de petróleo, aumentar a produção de gás, prover mais energia a seus países. Eu vejo assim. O que a Argentina quer? Fazer com que as reservas aumentem. Mas eu não qualifico. Agora, nós que operamos nesses países, queremos saber qual é a regra. Qual é a regra no Brasil? A regra é essa: pré-sal é partilha e não foi posta pela Petrobras. É uma regra. Você vem se você entender que aquilo vai te trazer algum benefício financeiro. A nossa existência, o Brasil e países da América Latina, do ponto de vista da integração energética é uma segurança muito grande que você tem de, além do pré-sal, considerar as boas oportunidades na Argentina, como na bacia de Neuquén, esse óleo não convencional, esse gás não convencional. Então, nos interessa muitíssimo estar na Argentina. Nos interessa muitíssimo nos sentirmos confortáveis do ponto de vista da segurança regulatória e do ponto de vista econômico de que aquilo que a gente investe lá vai prover a Petrobras dos benefícios que ela planeja. Então, objetivamente, é saber qual é a regra. Para nós é importante que essa regra seja definida para que a Petrobras continue na Argentina e dentro daquilo que está previsto no plano. Nem tudo que quero de energia vem só do pré-sal. Tem o pós-sal do Brasil e tem a Argentina.
E em relação à Bolívia?
Quanto à Bolívia, dependemos do gás da Bolívia. E depois de 2020 não há nenhum sinal, nesta república aqui, que mostre que eu possa não considerar o gás boliviano. Então, novamente, que as regras sejam cumpridas para que a gente continue investindo na Bolívia e cada vez mais. Sobre do Equador, não fomos comunicados oficialmente de nenhum valor com relação a proposta do Equador.
Quanto vai ser Botafogo e Fluminense?
No primeiro jogo (ontem) 2x1 para o Botafogo; e no segundo jogo, 3x2 para o Botafogo. Acertei na bucha o 3x1 com o Vasco (na final da Taça Rio). Quando eu vou ao jogo, o Botafogo ganha. (Ela errou o palpite: deu 4x1 para o Tricolor).
PREPARAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA OS JOVENS
Da infância pobre no Morro do Adeus, Graça Foster lembra do aconchego da família. Apesar das dificuldades da época, ela afirma não ter razões para esquecer aquele tempo. “Tenho fotos da minha casa onde eu morei. É uma boa lembrança. Eu brincava na rua. O importante é ter a família, uma casa, por mais simples que seja, é um lar”, diz.
Para ela, as crianças e os jovens do Morro do Adeus devem ter o apoio da família,um acolhimento, e a força de vontade ao lado, não se deixando abater por críticas não construtivas. “Não se limite, não deixe que digam para você que é pretinho, que é branquinho; que é uma menina, pobre, mora aqui e não na Zona Sul. Isso é que não se pode aceitar de jeito nenhum. Não aceite o menos. Você tem direito ao mais, ao muito melhor”, recomenda Graça Foster à jovem Isis de Freitas, 13 anos, aluna do 7º do Ensino Fundamental e moradora do Morro do Adeus.
Graça Foster iniciou a carreira na Petrobras como estagiária do Centro de Pesquisas (Cenpes). Ela lembra que a atual diretoria é composta por funcionários que estagiaram na companhia, o que serve de estímulo para os novos empregados.
“Eles olham para cá e pensam: ‘Eu também posso ser presidente da companhia, posso ser diretor’. Eu não estou aqui?”, afirma a presidenta, confirmando as expectativas de Flávia Villela Fialho, 22 anos, que estagia na Gerência de Patrocínios. “Para um estudante é um sonho trabalhar em uma empresa deste tamanho”, comemora Flávia.
Porém, segundo Graça Foster, o jovem não deve só ficar pensando na presidência. Ele deve se preparar, estudar e interagir. “Se ficar isolado querendo ser presidente, será um ser isolado e ninguém vai compartilhar nada contigo e você está ‘lascado’”, ensina.
Reportagem de Aurélio Gimenez, Érica Ribeiro e Ramiro Alves - Jornal "O Dia"
O DIA: A presidenta Dilma disse que o Grupo EBX e a Petrobras não são concorrentes e que podiam ter parcerias. Existe entendimento com Eike Batista?
Nós somos concorrentes, sim. Nós fomos concorrentes no último leilão de térmicas que a Petrobras entrou. Nós ganhamos uma térmica e eles perderam. Então, nós somos concorrentes. Um dia desses, quando tiver outro leilão para blocos, pode ser também, e sai de perto. Agora, existem situações e situações. Um assunto que chega a ser óbvio é a questão de infraestrutura. Temos o mesmo foco. E se eu trabalho com empresas inglesas, americanas, por que não vou trabalhar com uma brasileira? Não estamos aqui para viabilizar empresa nenhuma. Agora, quando esse concorrente existe, como a BG, BP, Shell e Grupo X, eles existem porque eles investem, porque são bons, porque colocaram conhecimento. E se nós podemos compartilhar determinados custos, não tenha dúvida de que seremos sócios com grande potencial.
Mas Petrobras e EBX discutem algum projeto?
Na questão da infraestrutura. Nós temos carteira de possibilidades de trabalharmos juntos e isso será feito. Se isso se inviabiliza por questões econômicas, aí cada um vai cuidar do seu pedaço.
Como está a discussão do uso de peças em equipamentos nacionais?
Em 2007 eram cinco as sondas de perfuração e, no fim de 2012, serão 40. São produzidas no exterior, o conteúdo local delas é zero. Agora estamos em nova fase. Outras 33 sondas serão contratadas (7 pela Sete Brasil junto ao Estaleiro Atlântico Sul, outras 21 com a Sete Brasil, e 5 com a Ocean Riguy) com o conteúdo local, que varia de 55% a 65%.
Onde mais terá conteúdo local?
Além das sondas de perfuração, temos Unidades Estacionárias de Produção, que fazem ligação entre sondas e poços. O conteúdo local era zero.
Há informações de que a DTA quer que a Petrobras invista no projeto dos Terminais de Ponta Negra, projeto de US$ 5 bilhões.
Eu, presidente da companhia, não conheço. A diretoria da Petrobras não conhece esses detalhes todos que foram apresentados. Esse assunto não faz parte do Plano de Negócios da Petrobras. Nem da revisão do plano.
Há conversas com a Vale?
Sim, nós assinamos termo de compromisso de confidencialidade com a Vale. Há série de possibilidades. Uma delas é a logística, a infraestrutura. Para a Vale, como para a Petrobras, nosso meio do caminho é a logística, a infraestrutura. A gente ganha dinheiro sabendo movimentar nossos fluidos e sólidos. A BR não ganha dinheiro comprando combustível da Petrobras e vendendo. A BR ganha dinheiro no movimento que ela faz de todo o volume de produtos. A Vale, assim como o Grupo X, é uma empresa que a gente tem na mira para compartilhar nossos custos. Aquele tempo em que você dizia ‘eu quero fazer só porque eu vou fazer só’ passou. Hoje em dia temos que fazer de tudo para baixar nosso custo de movimentação. Trabalhar com parceiros é uma solução.
A senhora citou a revisão do Plano de Negócios. Há prazo para concluir?
O plano é uma rotina. Quando ele termina, a gente já começa a revisão. Normalmente o plano é concluído no primeiro semestre, e lá para julho ou agosto ele está pronto. Estamos perseguindo a data de julho para conclusão.
Havia previsão de desinvestimento por parte da Petrobras de R$ 13 bilhões.
Há previsão no Plano de Negócios até 2015. Ele é revisto ou reduzido, ou novos ativos entram no plano. A empresa não pode ficar congelada em si mesma. Você olha os ativos e vê se eles trazem o mesmo valor que traziam há cinco, 10, 15 anos. Se mantém a sinergia com outros ativos do portfólio. Quando vê algum corpo que não se liga, ele é um candidato forte a sair da sua carteira de projetos.
O que será desinvestido? Que tipo de ativos? Blocos em outros países? Ações de empresas?
Não divulgamos isso. É divulgado quando apresentamos os resultados do primeiro trimestre, as empresas que incorporamos, as empresas que não nos interessam mais e que saímos daquela empresa. Saberão do fato consumado.
Sobre investimentos, as usinas de álcool ainda estão previstas?
Está programado. O álcool tem nos surpreendido. Nós somos uma empresa de petróleo e de gás natural. É a prioridade da Petrobras. A questão do álcool para nós é muito importante. Hoje, por exemplo, se nós tivéssemos álcool para voltar com a participação de 25%, nós teríamos um excelente resultado econômico. Porque álcool é combustível. Para nós, não é açúcar. Todo o nosso refino novo não tem perfil para gasolina. A vocação é para QAV (combustível de aviação), diesel, GLP, nafta. O álcool é combustível. Mas não a qualquer preço.
Com relação ao QAV, as aéreas reclamam do preço, mas que a Petrobras não vai discutir. Um levantamento informa que a Petrobras perde R$ 3,7 bilhões com a diferença.
A Petrobras discute sempre. Não me nego a discutir de forma alguma. Mas não há abertura para redução de preço de QAV. A Petrobras é uma empresa que está investindo R$ 83 bilhões este ano e investiu R$ 72,5 bilhões no ano passado. E não tem como. Nós existimos para produzir o petróleo, para refinar, para atender a questões ambientais, para ter resultados positivos, para poder continuar existindo.
Há uma pergunta inevitável. O preço da gasolina? Falam que a Petrobras perdeu R$ 7,9 bilhões pela manutenção do preço como está.
Os números de R$ 7,9 bilhões, R$ 13,5 bilhões, R$ 4,2 bilhões, R$ 8,5 bilhões, são a conta que os outros fazem. Nesse cálculo se considerou o preço do petróleo brent a quanto? É uma média anual? Mensal? O que é? Não tem conta que é trazida para nós, que eu concorde com ela. Conta que é feita aqui dentro. Eu nunca confirmo esses números em hipótese alguma. Nossa política é de longo prazo. De 2006 a 2010 ganhamos uma barbaridade. Hoje, tenho mercado que cresce muito mais. A demanda de gasolina no Brasil cresceu 49% nos últimos dez anos e no mundo, 15%. O diesel, no Brasil, 43% e no mundo, 29%. O QAV cresceu 53% no Brasil e no mundo teve 2% de redução. O óleo combustível reduziu 56% no Brasil e 18% no mundo, o que é um bom resultado para o País porque aqui entramos com gás natural na matriz energética e deslocou muito óleo. Nós ganhamos muito dinheiro no período passado e esse período 2010/2011 está apertado. Esse mercado novo que cresce, esses 49% aqui, é claro que não quero perder.
E como retomar os ganhos do passado?
Eu não quero perder esse mercado novo que cresce. Porque nós estamos investindo muito na produção de petróleo, a gente não quer ser um exportador de petróleo. Esse não é o objeto. Nós vamos exportar petróleo, em torno de 1,5 milhão de barris por dia, em 2020. Agora, o que queremos aqui é, com as refinarias que estão sendo construídas, refinar e vender esse petróleo aqui no Brasil.
Quando então será o tempo certo para aumentar a gasolina no Brasil?
Lógico que não estamos sendo bonzinhos aqui. Tudo tem um tempo, tudo tem um prazo. O que eu quero lá na frente é voltar para a minha fase de ‘ganha-ganha’. O volume está muito alto, a gente consegue fazer níveis de paridade de preço e você consegue ir para a fase de ‘ganha-ganha’ na gasolina e no diesel. Esses são ajustes que só uma empresa verticalizada, uma grande produtora de petróleo consegue manter suas refinarias e sua produção.
A senhora tem dito que há meta de zerar ocorrências de vazamento de óleo. Dizem que isso não existe, mas a senhora quer.
Tem várias coisas que dizem para mim que não vão dar certo, que não podem, mas eu quero. Se eu fosse desistir de tudo na vida, porque disseram que era difícil e que não podia, estava ‘lascada’. Tenho absurdo respeito e carinho pelas questões ambientais, imensa sensibilidade. Se vazou pouco é inaceitável. É vazamento zero. Ninguém faz válvula para vazar. Ninguém define procedimento para não cumprir. Então, a gente faz esse trabalho. Sempre tivemos meta para vazamento na Petrobras.
Como estão as estatísticas sobre vazamentos nesse momento?
O que fizemos neste ano de 2012 foi acompanhar os vazamentos. Vemos que 99% das vezes era completamente possível não ter acontecido. Agora em abril o número de ocorrências foi muito menor. Em janeiro foram 29; em fevereiro, 23; em março, 16; e em abril 12. São ocorrências e aí cabe tudo, desde uma gota a exsudação do Campo Frade, que está na mesma tabela de 81 ocorrências em todas as empresas, em caminhões, tudo. A gente persegue isso. Não pode vazar, não é para vazar, não foi feito para vazar.
O acidente de trabalho é acompanhado nesse nível?
A gente tem todo um trabalho belíssimo que foi feito pelo sindicato no ano passado. Muitas vezes o empregado não registra a ocorrência. Esse trabalho para registro da ocorrência aconteceu. Quando estávamos na campanha sindical, eles colocaram isso com muito mais força do que os ganhos de salário. Isso não mudou nossa sistemática. Aqui não é o mundo da fantasia. Não quero ficar aqui em cima sem saber de nada. Sei como é lá embaixo porque eu vim de lá. Sei como é o mundo real. Não quero ficar longe da companhia aqui em cima. Acompanho tudo da companhia e quero saber também da vida das pessoas. Toda vez que tem ocorrência com fatalidade, e isso era feito e a gente continua, o gerente da área que perdeu o colega tem que explicar, a empresa que trabalhou, se é terceirizada, ela tem que vir se explicar. É aberta sindicância para apurar tudo que aconteceu. A gente sempre deu muito valor à vida na Petrobras. E quanto ao meio ambiente, a gente tem que ter respeito grande porque a gente quer continuar operando e operando bem.
Tem uma batalha na Petrobras que pode beneficiar os jovens, como os moradores do Morro do Adeus, no Complexo do Alemão, que é a falta de mão de obra, que não há gente preparada para o pré-sal.
As pessoas colocam a questão da demanda da mão de obra como um problema. É um bom problema. Porque você tem demanda muito grande e tem que procurar para ofertar essas pessoas. A gente trabalha com o Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo). A gente começou a discutir duas vertentes, que foram o conteúdo local por si e a questão do treinamento. Não posso negar a vocês que me encantei quando cheguei a uma área como a da Bahia, há dois meses, no estaleiro São Roque, que tem uma área do Prominp para fazer os cursos de formação para pessoas mais simples. Eu entrei numa sala de aula e aquilo mexeu comigo porque tem a ver com a minha vida. Que barato ver uma menina lá sentada, bem humilde, e aparece a Petrobras com um curso de capacitação.
A senhora não teme que em 2020 tenha um problema de mão de obra para a Petrobras, para o pré-sal e tudo que move a cadeia?
A gente teme e planeja. Quando desenvolvemos o plano de negócios, olhamos o conteúdo local e também a questão do suprimento, da demanda. Olhamos nossos processos seletivos de incorporação de pessoas dentro da companhia. Você acelera ou mantém uma velocidade planejada desde que você esteja crescendo também as suas obras, que elas estejam andando. Tudo é administrado. O trabalho não é muito fácil.
A Petrobras tem contratos com a Delta Construções (envolvida em escândalos relacionados a desvios feitos pelo contraventor Carlinhos Cachoeira) para obra na Refinaria de Duque de Caxias (Reduc) e no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí. A senhora disse que ia analisar estes contratos. Há novidades?
O Comperj é um projeto que não só o nome é complexo, como ele é complexo. Estou estudando o Comperj, estou olhando todos os contratos, e a Delta é um contrato. As empresas com as quais a gente trabalha e que não performam, a gente tira fora. O contrato da Delta está sendo analisado, como estão sendo analisadas outras empreiteiras que também não performaram bem no Comperj. A gente precisa dar um salto no Comperj, dar uma acelerada, e aí muitas vezes passa por tirar empresas e incluir outras. E a Delta é uma delas.
A ideia é recuperar os atrasos no Comperj, devido à greve dos trabalhadores?
Recuperar, não recupera. Já perdeu. Tem um problema de tempo. São 60 dias de greve se somarmos todas as interrupções, de novembro para cá. Não tem como você fazer quatro turnos, de uma forma que não seja segura do ponto de vista operacional. Esperamos que os empreiteiros resolvam seus problemas com a força de trabalho. Para nós, é muito importante o bem-estar da comunidade que trabalha na Petrobras, empregados diretos ou não. Há insatisfação dos empregados. Mas o que se perdeu não se recupera. O que a gente está é pressionando para dar um ritmo ao Comperj.
Com relação a assuntos internacionais, foram divulgadas informações sobre a Bolívia com mais problemas de estatização, o Equador parece que resolveu acertar uma conta com a Petrobras e, por trás, há também a questão da Argentina. Nesses lugares onde a Petrobras atua, a senhora vê alguma questão difícil para seguir atuando?
Difícil, é. Aqui na Petrobras eu não tenho o direito de qualificar o que fez a Bolívia, de qualificar o que fez a Argentina. A leitura que tenho é que é feito com a intenção de aumentar a produção de petróleo, aumentar a produção de gás, prover mais energia a seus países. Eu vejo assim. O que a Argentina quer? Fazer com que as reservas aumentem. Mas eu não qualifico. Agora, nós que operamos nesses países, queremos saber qual é a regra. Qual é a regra no Brasil? A regra é essa: pré-sal é partilha e não foi posta pela Petrobras. É uma regra. Você vem se você entender que aquilo vai te trazer algum benefício financeiro. A nossa existência, o Brasil e países da América Latina, do ponto de vista da integração energética é uma segurança muito grande que você tem de, além do pré-sal, considerar as boas oportunidades na Argentina, como na bacia de Neuquén, esse óleo não convencional, esse gás não convencional. Então, nos interessa muitíssimo estar na Argentina. Nos interessa muitíssimo nos sentirmos confortáveis do ponto de vista da segurança regulatória e do ponto de vista econômico de que aquilo que a gente investe lá vai prover a Petrobras dos benefícios que ela planeja. Então, objetivamente, é saber qual é a regra. Para nós é importante que essa regra seja definida para que a Petrobras continue na Argentina e dentro daquilo que está previsto no plano. Nem tudo que quero de energia vem só do pré-sal. Tem o pós-sal do Brasil e tem a Argentina.
E em relação à Bolívia?
Quanto à Bolívia, dependemos do gás da Bolívia. E depois de 2020 não há nenhum sinal, nesta república aqui, que mostre que eu possa não considerar o gás boliviano. Então, novamente, que as regras sejam cumpridas para que a gente continue investindo na Bolívia e cada vez mais. Sobre do Equador, não fomos comunicados oficialmente de nenhum valor com relação a proposta do Equador.
Quanto vai ser Botafogo e Fluminense?
No primeiro jogo (ontem) 2x1 para o Botafogo; e no segundo jogo, 3x2 para o Botafogo. Acertei na bucha o 3x1 com o Vasco (na final da Taça Rio). Quando eu vou ao jogo, o Botafogo ganha. (Ela errou o palpite: deu 4x1 para o Tricolor).
PREPARAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA OS JOVENS
Da infância pobre no Morro do Adeus, Graça Foster lembra do aconchego da família. Apesar das dificuldades da época, ela afirma não ter razões para esquecer aquele tempo. “Tenho fotos da minha casa onde eu morei. É uma boa lembrança. Eu brincava na rua. O importante é ter a família, uma casa, por mais simples que seja, é um lar”, diz.
Para ela, as crianças e os jovens do Morro do Adeus devem ter o apoio da família,um acolhimento, e a força de vontade ao lado, não se deixando abater por críticas não construtivas. “Não se limite, não deixe que digam para você que é pretinho, que é branquinho; que é uma menina, pobre, mora aqui e não na Zona Sul. Isso é que não se pode aceitar de jeito nenhum. Não aceite o menos. Você tem direito ao mais, ao muito melhor”, recomenda Graça Foster à jovem Isis de Freitas, 13 anos, aluna do 7º do Ensino Fundamental e moradora do Morro do Adeus.
Graça Foster iniciou a carreira na Petrobras como estagiária do Centro de Pesquisas (Cenpes). Ela lembra que a atual diretoria é composta por funcionários que estagiaram na companhia, o que serve de estímulo para os novos empregados.
“Eles olham para cá e pensam: ‘Eu também posso ser presidente da companhia, posso ser diretor’. Eu não estou aqui?”, afirma a presidenta, confirmando as expectativas de Flávia Villela Fialho, 22 anos, que estagia na Gerência de Patrocínios. “Para um estudante é um sonho trabalhar em uma empresa deste tamanho”, comemora Flávia.
Porém, segundo Graça Foster, o jovem não deve só ficar pensando na presidência. Ele deve se preparar, estudar e interagir. “Se ficar isolado querendo ser presidente, será um ser isolado e ninguém vai compartilhar nada contigo e você está ‘lascado’”, ensina.
Reportagem de Aurélio Gimenez, Érica Ribeiro e Ramiro Alves - Jornal "O Dia"
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terça-feira, 24 de abril de 2012
Oportunidade de trabalho para a RNEST, em Ipojuca/PE
Caros Amigos,
Conhecendo alguém disposto a ir para a RNEST, em Ipojuca/PE, (para Assistência Técnica à Obra), o contato é com o Eng. Hugo Karam, abaixo indicado (salário e condições a negociar!!)
Estão precisando dos seguintes profissionais para a RNEST, para ficarem locados na obra:
Engenheiro Civil;
Engenheiro de Automação e Instrumentação;
Projetista de Tubulação;
Projetista Elétrico;
Contato:
HUGO KARAM DE LIMA
Engenheiro Eletricista
ENGEVIX Engenharia S/A
hugo.lima@engevix.com.br
Vagas para Inspetor de equipamentos
A GERMAN ENG está recrutando 6 Inspetores de Equipamentos para parada de usina de açúcar e álcool em usinas em Arez RN e Pedras de Fogo PARAÍBA, período de 2 a 3 meses (maio, junho e julho).
Serviços de Inspeção Nr 13 em vasos e trocadores.
Mandar CV Urgente para: lelio@german-engenharia.com.br
Boa sorte aos interessados.
linkedin.com
"Inspeção de Equipamentos Estáticos"
A GERMAN ENGENHARIA conta uma uma área voltada para a prestação de serviços de Inspeção de Equipamentos. Estes serviços são planejados e supervisionados por uma equipe multidisciplinar de engenharia, que atua em todas as fases da vida operacional dos equipamentos, desde a sua fabricação, transporte e montagem, até o acompanhamento da deterioração pelo uso e manutenção.
Através da estrutura própria da German Engenharia e da consolidação de parcerias estratégicas, possuímos recursos modernos e atualizados nas áreas de ensaios não-destrutivos e análise de resultados, a fim de proporcionar aos nossos clientes níveis adequados de disponibilidade e confiabilidade de suas instalações a um custo compatível com as suas necessidades.
Objetivamos agregar valor através da implementação de soluções de inspeção e contínua pesquisa, via planejamento e utilização de técnicas que permitam o mínimo de invasão do equipamento quando em operação e, também, através da análise dos resultados condizentes com as normas e códigos reconhecidos tais como normas API, NBIC, ASME e BS aplicadas aos problemas detectados.
No caso de necessidade de reparos e manutenção, nossa experiência e nossos serviços incorporam os Projetos de Reparos, visando a proposição de soluções técnicas e realistas, considerados para os serviços de campo que possuem limitações de acesso, regras de segurança, etc.
http://www.german-engenharia.com.br/site/equip_estatico.html#meio
terça-feira, 17 de abril de 2012
Comperj: A tragédia anunciada
Na obra de construção desse gigante, 14 mil trabalhadores foram contratados, distribuídos em vários consórcios. Centenas desses trabalhadores estão em alojamentos no entorno do Comperj e os outros residem nas redondezas e na Baixada Fluminense. O grande problema da obra é que esses consórcios tratam os trabalhadores como animais. Exploram e desrespeitam o tempo todo.
A Petrobrás, que deveria tomar a frente e cobrar dos consórcios respeito aos direitos dos trabalhadores, “lava as mãos”. Por isso afirmamos que a direção da Petrobrás é a principal responsável pelos maus tratos e o desrespeito com os trabalhadores por parte dos consórcios.
Tem empresa que não deposita o FGTS há seis meses. Outras não pagam hora-extra nem adotam o sistema de banco de horas, obrigando os operários a trabalharem além da jornada legal. Muitas delas também não garantem a folga legal para os trabalhadores de outros estados, o que inviabiliza visitarem suas famílias. Os trabalhadores reclamam da comida e do transporte.
Tudo isso está transformando o Comperj num caldeirão, palco de várias greves. No momento mais uma greve está acontecendo, agora como parte da campanha salarial. Os trabalhadores reivindicam: aumento real de salário; melhores condições de trabalho; e o não desconto dos dias parados em greves anteriores, já que os culpados pelo desrespeito aos direitos trabalhistas são os patrões, não cabendo aos empregados pagarem a conta pelas paralisações. Além disso, os operários reclamam das distorções entre os salários nas mesmas funções.
O Sinticon-SG é o sindicato que representa os contratados nas obras do Comperj. Mas Sindipetro-RJ, que representa os funcionários da Petrobrás, está lutando ao lado desses trabalhadores, em busca de soluções para uma crise que, não temos dúvidas, só será resolvida com a intervenção da Petrobrás.
No dia 11 de abril último, representantes dos dois sindicatos estiveram com o Diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto, que se comprometeu a se reunir com os responsáveis pelos consórcios com o objetivo de apresentar uma contraproposta da empresa aos grevistas, na assembleia marcada para quinta (12).
O Sinticon-SG disse ao diretor que sem uma contraproposta formalizada a greve vai continuar. Com a continuidade da greve, os trabalhadores discutem fazer uma concentração em frente ao Edise, sede da companhia, em busca de uma saída para o impasse.
No canteiro de obras, até agora nada de grave aconteceu, mas a presença ostensiva da polícia, com armas de grosso calibre, causa apreensão. No entanto, diga-se de passagem, até o momento os policiais tem se limitado a assistir ao conflito, a impedir um ou outro piquete, chegando a ameaçar alguns trabalhadores de prisão, embora sem truculência.
Mas a tensão no canteiro de obras cresce. Trabalhadores, grevistas e não grevistas estão apavorados com a situação. As mulheres choram. O clima fica mais angustiante a cada dia. Estamos por um fio.
Agindo com justiça e cautela, a direção da Petrobrás tem todas as condições para evitar um desastre maior, que poderia por em xeque a obra e expor a riscos a vida dos trabalhadores.
Mas, se depender unicamente da intransigência dos consórcios, a tendência é a greve continuar por tempo indeterminado. Talvez por que eles saibam que, em última instância, é a Petrobrás que será responsabilizada.
Estamos assistindo a um verdadeiro jogo de empurra entre os consórcios e a Petrobrás. Perguntamos: será que a presidenta Dilma sabe desse conflito?
Será que os dirigentes da companhia estão capacitados para resolver os graves problemas sociais e trabalhistas do Comperj?
A direção do Sindipetro-RJ tem feito seu papel, tentando viabilizar reuniões entre a direção da empresa e os grevistas. Caso a situação fuja do controle, ninguém poderá alegar “eu não sabia”.
* Emanuel Cancella é diretor do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro
Fonte: Portogente (Emanuel Cancella)
segunda-feira, 26 de março de 2012
Rumo às vagas da Petrobras
Inscrições começam amanhã para 1.521 oportunidades. Salários chegam a R$ 6.883
“Em geral, os exames elaborados pela banca têm um grau médio de dificuldade”, afirma Sato. Segundo o especialista, para ter uma boa colocação, é importante acertar mais de 75% da prova.
“Sonho que vou alcançar”
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