domingo, 18 de outubro de 2009

Galão na briga pelo título


Galo vence no Morumbi, cresce na briga pelo título e derruba o São Paulo

Com um gol do artilheiro Diego Tardelli, Atlético-MG faz 1 a 0 no Tricolor, fora de casa, sobe para segunda e fica a quatro pontos do líder Palmeiras.


Ao menos pelas partidas que fez neste Campeonato Brasileiro contra o Atlético-MG, o São Paulo deve estar arrependido de ter vendido Diego Tardelli. Depois de marcar na vitória mineira por 2 a 0 no primeiro turno, em Belo Horizonte, neste sábado, no estádio do Morumbi, foi do atacante o gol da vitória do Galo por 1 a 0 sobre o Tricolor – com o tento, ele chegou a 15 e empatou com Adriano na artilharia do torneio.

Com o resultado, a equipe mineira chegou a 50 pontos, assumiu a segunda colocação e ficou a quatro pontos do líder Palmeiras, que joga neste domingo, contra o Flamengo, no Palestra Itália. Já o São Paulo, com essa derrota, cai para terceiro.




Vale citar que o tropeço deste sábado do São Paulo foi o primeiro em casa no Brasileirão. A equipe não perdia em seus domínios havia 32 jogos. A derrota anterior tinha sido no Nacional do ano passado, no dia 15 de maio, para o Grêmio. De lá para cá, foram 22 vitórias, dez empates e uma derrota.

Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o São Paulo tem um clássico pela frente. No domingo, dia 25, às 16h (de Brasília), a equipe tricolor visita o Santos, na Vila Belmiro, na Baixada Santista. O Atlético-MG, por sua vez, atua no sábado, às 18h30m, contra o Vitória, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte.



Agência/VIPCOMM

Dagoberto tenta a conclusão para o São Paulo

Tardelli matador



Diego Tardelli jogou no São Paulo. E por isso conhece bem o Morumbi. Não à toa, o Atlético-MG foi para cima dos donos da casa com o seu principal atacante logo no primeiro minuto. O camisa 9 avançou pela direita e sofreu dura falta de Miranda, perto da bandeira de escanteio. Na cobrança, Ricardinho, outro ex-são-paulino.

O meia, vestindo a camisa 80 do Atlético-MG, bateu com perfeição para o meio da área. A zaga tricolor, apática, apenas olhou a bola atravessar a área e encontrar Diego Tardelli, que, sozinho, tocou para o fundo do gol. Sem chances para Rogério Ceni. O lance deixou o Tricolor abatido, sem poder de reação.


Tanto que os primeiros minutos dos anfitriões foram sofríveis. Melhor para os mineiros, que tocaram bem a bola e colocaram os são-paulinos na roda. O primeiro bom lance do São Paulo ocorreu aos 7 minutos, quando Hernanes bateu falta de longe e obrigou Carini a espalmar pela linha de fundo. Na sequência, nada de bom saiu do escanteio.

Embora melhor em campo, o Galo não conseguia transformar essa superioridade em chances. E olha que o São Paulo abusou dos erros de passe. Aos poucos, porém, o Tricolor começou a se achar em campo. Aos 14, chegou com perigo em boa jogada de Washington com Dagoberto. Após corte da zaga, a bola bateu na trave e sobrou para Hugo chutar para fora. O lance, no entanto, já estava parado por impedimento.

O melhor momento do São Paulo foi aos 19 minutos (antes, aos 17, os tricolores reclamaram pênalti em Dagoberto). Dagoberto tabelou bem com Hugo e colocou Washington na cara do gol. O camisa 9, porém, conseguiu acertar a trave e perder gol incrível. Em vez de melhorar, o Tricolor piorou depois desse lance. Perdido, deu espaço ao Atlético-MG, que não soube aproveitar.

Diante da falta de iniciativa do Galo, os donos da casa tentaram mais uma vez aos 40 minutos. Richarlyson mandou a bola para área e Washington, sozinho, perdeu outro gol incrível. Só que dessa vez de cabeça. A torcida, irritada, pediu a entrada de Borges. E mais: vaiou o São Paulo na saída para o intervalo.


Soberania ineficiente

A torcida pediu. Ricardo Gomes atendeu. O São Paulo voltou para o segundo tempo com Borges no lugar de Washington. Do lado mineiro, o técnico Celso Roth preferiu voltar com a mesma formação da etapa inicial. E diferentemente do primeiro tempo, quem tomou a iniciativa dessa vez foram os donos da casa.

Borges se enfiou entre os zagueiros do Atlético-MG, Dagoberto recuou um pouco para armar, e os volantes Richarlyson e Hernanes apareceram mais à frente. Mas o Tricolor sentia dificuldade em chegar ao gol de Carini. Melhor para os visitantes, que se arriscavam no contra-ataque e ganhavam tempo com a vantagem de 1 a 0.

Mas quem criou mesmo a primeira boa chance do segundo tempo foi o São Paulo. Aos 7, Dagoberto recebeu na esquerda, passou por três zagueiros e só parou no goleiro Carini, que saiu nos pés do atacante para evitar o chute. Aos 10, a torcida tricolor pediu Oscar. E Ricardo Gomes atendeu. Aos 14, tirou Rodrigo e colocou o jovem.

Mesmo com o Atlético-MG apático na etapa final, o São Paulo não conseguia transformar seu melhor momento em boas jogadas. A solução foram os chutes de fora da área. Aos 17, Hernanes cobrou falta colocada para fora, à esquerda de Carini. Aos 19, Oscar fez seu primeiro lance. Ajeitou e chutou cruzado pela linha de fundo.

Apático não significa morto. O Atlético-MG apareceu com muito perigo aos 22 minutos. Após cruzamento da esquerda, Rentería, que havia entrado no lugar do machucado Éder Luís, cabeceou sozinho. Foi aí que apareceu Rogério Ceni. O goleiro são-paulino fez uma sensacional defesa para salvar os donos da casa. 


A partir daí, a partida virou um duelo entre um desesperado São Paulo e um calmo Atlético-MG, que marcou bem na defesa e administrou a posse de bola. 

Ficha técnica: 

SÃO PAULO 0 x 1 ATLÉTICO-MG
Rogério Ceni; Renato Silva, Rodrigo (Oscar) e Miranda; Jean, Richarlyson, Hernanes, Hugo (Marlos) e Junior Cesar; Dagoberto e Washington (Borges).
Carini; Carlos Alberto, Werley, Jorge Luiz e Thiago Feltri; Jonílson, Márcio Araújo, Correa e Ricardinho (Evandro); Éder Luís (Rentería) e Diego Tardelli (Wellington Saci).
Técnico: Ricardo Gomes.
Técnico: Celso Roth.
Gol: Diego Tardelli, a 1 minuto do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Richarlyson (SP); Jonílson, Éder Luís, Jorge Luiz, Carlos Alberto, Ricardinho, Correa (A).
Público: 25.947 pagantes. Renda: R$ 665.095,00
Estádio: Morumbi, em São Paulo (SP). Data: 17/10/2009. Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa/PR). Auxiliares: Gilson Bento Coutinho (PR) e Claudemir Maffessoni (SC).



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